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Cáceres e Região

Depois de medir 28 centímetros em outubro, Rio Paraguai em Cáceres registra um dos maiores volumes de água para o mês de novembro em 6 anos

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Sinézio Alcântara – Expressão Notícias

     Depois de medir 28 centímetros – no dia 1º de outubro -, numa das maiores secas dos últimos 50 anos, o Rio Paraguai, em Cáceres, volta a normalidades e registra um dos maiores volumes de água, para o mês de novembro dos últimos seis anos. Mede nesta quarta-feira (25/11) 2.51 metros.

     De acordo com o Centro de Hidrografia e Navegação do Oeste, órgão ligado a Marinha do Brasil, responsável pela aferição da altura do rio, no dia 25 de novembro de 2020 media 98 centímetros; em 25 de novembro de 2019, estava com 1.48 metros; em 2018 estava 3.22; em 2017 com 1.90 e 2016 com 1.69

     A água que começa a inundar a planície pantaneira e traz esperança e otimismo à população se verifica em razão das chuvas frequentes na região.

     A altura da água também normaliza a navegação das grandes embarcações, principalmente, dos barcos de passeios turísticos. Eles ficaram, praticamente, encalhados na margem do rio, durante o longo período de estiagem, causando grandes prejuízos para o setor. Nenhum pacote foi fechado porque os barcos não tinham como navegar.

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     A normalidade, no entanto, traz outras preocupações. Comandante da Agência Fluvial, em Cáceres, tenente Sérgio Leonardo de Sales, orienta os pilotos das grandes embarcações, para alguns cuidados necessários. Entre eles, para se certificar da previsão do tempo.

    “É necessário que se atentem para a previsão do tempo antes de realizarem longas viagens. Os ventos e os temporais têm causados acidentes, como ocorreu recentemente em Corumbá, quando uma embarcação afundou durante uma tempestade” lembrou.

     E ainda recomendou: “É necessário que os condutores das embarcações naveguem dentro da velocidade adequada. Nessa época, é comum grandes troncos de madeiras estar sendo levado pela correnteza, no meio do rio, e provocar acidentes. Também é necessário estar com toda documentação em dia”.

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Mulher de 22 anos que saiu de Cáceres é presa dentro de ônibus na rodoviária de Cuiabá transportando cocaína

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Por – Pedro Coutinho Bertolini
   Investigadores da Polícia Judiciária Civil (PJC) interceptaram operação de tráfico de drogas na Rodoviária de Cuiabá, na noite de sexta-feira (14). Na ação, os policiais prenderam Carolina Fernanda Camargo de Arruda, de 22 anos, que estava dentro de um ônibus que partiria da Capital para Cáceres, em posse de dois tabletes de cocaína.
     Carolina confessou o crime e alegou aos agentes que a droga era do traficante com alcunha de “Max”, sujeito gordo e com os braços tatuados e portador de tornozeleira eletrônica. A abordagem da mulher aconteceu dentro do veículo de passageiros, exatamente na poltrona 21, na plataforma 12 da rodoviária.
    A suspeita confessou que veio de Cáceres para buscar a droga e que recebeu R$ 500 pelo trabalho. A cocaína estava dentro de uma bolsa, nos pés da menor, abaixo da poltrona do ônibus. No momento da prisão, a suspeita gritou com a equipe, sendo necessário uso de força moderada para contê-la.

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Ela foi conduzida para a delegacia para as providências cabíveis ao caso. A droga, proveniente de Max, foi buscada pela suspeita em Várzea Grande, numa casa localizada no Bairro Cristo Rei. No endereço, os policiais encontraram apenas alguns moveis como geladeira, TV e fogão.

Além disso, garrafas de bebidas alcoólicas, indicando presença de pessoas no local recentemente. Porém, no momento das buscas, o imóvel estava sem presença de moradores.

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Polícia Civil apreende cargas de madeira extraída ilegalmente de terras indígenas em Comodoro

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Por PJC/MT
      Agentes da Delegacia de Comodoro apreenderam na sexta-feira (14.01) duas cargas de madeira extraídas ilegalmente na região. Uma das cargas, da espécie itaúba, foi retirada de uma reserva indígena. A equipe de investigação tomou conhecimento de um acidente envolvendo dois caminhões. Um deles transportava madeira com características de itaúba.
       No local, os policiais civis constataram que a madeira já havia sido retirada por outro caminhão. Em diligências para localizar o destino da madeira e o veículo, os investigadores localizaram um caminhão Mercedes Benz azul estacionado em frente a uma residência que correspondia às características informadas.
       Ao indagar o motorista sobre a carga que havia no caminhão, ele imediatamente confessou que se travava de 30 dúzias de toras de itaúba, extraídas de uma reserva indígena próximo à localidade Padronal, no norte de Comodoro. O veículo e a carga foram apreendidos e levados até a delegacia.
Segunda carga 

Os policiais checaram que a carga apreendida, embora fosse ilícita, não correspondia à madeira cujo caminhão se acidentou. Em continuidade às diligências, foi possível chegar ao motorista e ao dono da carga de madeira que havia tombado na rodovia.

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     Em depoimento, o motorista disse que a madeira foi deixada à beira de uma estrada, na zona rual, a 28 quilômetros de Comodoro. A carag de madeira, lascas para construção de cercas, foi localizada e apreendida.
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