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Defensoria atenderá na Pestalozzi uma vez por mês a partir de março

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Os pais de 120 frequentadores da escola Nova Esperança Pestalozzi, no município de Água Boa, 738 km de Cuiabá, contarão, uma vez por mês, com orientação jurídica e extrajudicial de uma equipe da Defensoria Pública de Mato Grosso, no local. A ação, intitulada “Defensoria Inclusiva” pela autora da iniciativa, defensora Carolina Weitkiewic, pretende levar serviços do órgão até aqueles com maior dificuldade de acesso.

A Nova Esperança, instituição filantrópica que atende há 32 anos na cidade, funciona o dia inteiro ofertando atividades socioeducativas e serviços na área de saúde, para crianças, adolescentes e adultos com diagnósticos de algum tipo de deficiência, física, mental ou ambas. Lá, eles recebem o café da manhã, almoço e lanche da tarde.

“A ideia surgiu depois que fiz uma palestra para os pais que têm filhos matriculados na escola, sobre os direitos das pessoas com deficiência. Apresentamos o tema de forma bastante abrangente e a partir dai, surgiu a ideia de atendermos lá. Hoje demos início ao projeto, com a intenção de facilitarmos a vida dessas famílias, carentes materialmente, de ajuda, de informação, e também com o propósito de desempenharmos nossa maior razão de existir”, afirma a defensora.

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Carolina informa que no primeiro dia de atendimento recebeu pedidos de ajuda para viabilizar medicamentos de uso contínuo, que não estão sendo fornecidos; para que os pais consigam acompanhamento especializado para os filhos que frequentam a escola; para entrar com o pedido de benefício de prestação continuada no Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), entre outros.

“Percebemos que muitas dessas crianças, adolescentes e adultos são cuidados por avós, bisavós, e que essas pessoas não têm a curatela, ou seja, autorização judicial para ser o curador e isso os impossibilita de tomar medidas em nome dessas pessoas. Um de nossos trabalhos aqui será o de regularizar essa situação”, afirma a defensora.

Para o coordenador pedagógico da Nova Esperança, Emerson Godoy e para a assistente social Silvana Maria Mazzonetto, a ida da Defensoria até o público da Instituição agilizará o alcance dessas pessoas a serviços jurídicos que elas teriam que esperar por meses, caso fossem atendidas individualmente.

“Para sermos atendidos na sede, por agendamento, a data mais próxima seria no mês de abril. Agora, com essa parceria, vamos fazer uma espécie de mutirão. Vamos reunir as necessidades e documentações previamente e no dia que a Defensoria vier, já estaremos com as demandas organizadas e pré-prontas para que a defensora e sua equipe tomem as medidas cabíveis”, explica a assistente social.

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A Nova Esperança, apesar de atender o seu público o dia inteiro, se propõe a prestar um serviço complementar ao da escola regular, explica Silvana. “As famílias que têm filhos aqui são muito pobres e aqui recebem atendimento de fonoaudiólogo, psicólogo, fisioterapeuta, técnico de enfermagem, de educador físico, mas não o de alfabetização. Para os que são menores, buscamos que a família tente as escolas, mas elas percebem muitas dificuldades e desistem”, explica.

Para essa demanda, a defensora afirma que poderá auxiliar as famílias, buscando apoio do município na oferta de auxiliares para acompanharem esses alunos durante as aulas. “Para nós também é muito importante poder fazer esse tipo de ação, ajudar de forma mais completa possível, a um público tão vulnerável como o dos deficientes físicos, cuja legislação protege e ampara”, conclui a Carolina.

Márcia Oliveira
Assessoria de Imprensa

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IBOPE inicia na próxima semana a segunda fase da pesquisa COVID-19

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Como parte da pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatísticas (IBOPE), referente ao COVID-19, informamos que a segunda parte da coleta de análise acontecerá na próxima semana, entre os dias 4 a 6 de junho, em toda a cidade de Cáceres.

O objetivo desta pesquisa é medir o nível de imunização da população brasileira e identificar de que forma o vírus está se propagando por todo o território brasileiro, a fim de ajudar na criação de políticas públicas mais eficientes no combate à pandemia baseadas em critérios científicos sobre como o vírus se comporta e se manifesta.

A pesquisa é coordenada pela Universidade Federal de Pelotas, realizada pelo IBOPE e financiada pelo Ministério da saúde, que consiste de um breve questionário a respeito da existência e possíveis sintomas de coronavírus nos últimos 30 dias, além de um teste de sangue rápido através de uma picada no dedo.

Todos os entrevistadores passaram por testes e treinamento metodológico e de biossegurança e, nesta etapa contarão também com uma enfermeira local, que acompanhará o grupo de pesquisa.

Para maiores dúvidas, é só entrar em contato, via e-mail, com as seguintes instituições para o esclarecimento da mesma. 

IBOPE: pesquisa.covid-19@ibopeinteligencia.com

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COORDENAÇÃO DA PESQUISA: pesquisa.covid-19@ufpel.edu.br.

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Destaque

Prefeito distribui cloroquina nas unidades de saúde, em Cáceres, para tratamento do Covid-19

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Editoria – Sinézio Alcântara

Vários pacientes com casos confirmados e suspeitos de contaminação pelo novo coronavirus, em Cáceres, já podem ser tratados com Cloroquina. A prefeitura, através da Secretaria de Saúde, está distribuindo o medicamento nas unidades de saúde do município. A informação foi dada pelo prefeito Francis Maris Cruz.

“A Cloroquina já está disponível nas unidades de saúde da rede municipal. Porém, só é fornecida ao paciente do SUS que estiver prescrição médica para o medicamento” garantiu o prefeito. Atualmente, em Cáceres, conforme a SES, existem 21 casos confirmados e, dezenas de outros suspeitos de contaminação pelo Covid-19. Seis pessoas já morreram.

O prefeito revelou que, em razão de vários pedidos, principalmente, de familiares de pessoas com suspeita de contaminação pela doença, a administração teve que emprestar o medicamento de um hospital local. “Diante da demora do nosso pedido, resolvemos tomar emprestado. Tínhamos que atender as famílias que nos recomendam”.

Polêmica

O uso da cloroquina para tratamento do Covid-19 é bastante polêmico. Um grupo de profissionais da saúde assegura que não há eficácia, para a doença. E, que são grandes os efeitos colaterais. Por outro lado, a maioria da população defende o tratamento com a droga. Acredita que, a questão é política, levando em conta que, o presidente Jair Bolsonaro é um defensor do uso da cloroquina.

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Francis é um dos prefeitos do Estado a incentivar o tratamento do novo coronavirus com o medicamento. No entanto, antes de fornecer as unidades de saúde, ele se reuniu com a equipe médica do município para avaliar em que circunstâncias os pacientes poderão fazer uso do medicamento, levando em conta que,  alguns defendem o uso da droga no início da doença, outros somente, em casos mais graves.

Um dos principais defensores do medicamento, o presidente Jair Bolsonaro, divulgou neste mês orientações para médicos que tratam pacientes com a covid-19, reconhecendo a possibilidade de riscos colaterais graves e admitindo que não possui respaldo técnico sobre a utilidade da cloroquina. O documento assinado pelo Ministério da Saúde, afirma que a droga pode ser receitada até no caso de sintomas leves da doença.

Para isso, entretanto, o paciente precisa assinar um termo de consentimento em que afirma expressamente que ele sabe que não há estudos conclusivos de que a cloroquina melhoraria seu quadro de saúde e conhece os inúmeros efeitos colaterais que o medicamento pode causar, como problemas cardíacos, disfunção do fígado e problemas de visão. Logo, só terão acesso as medicações somente quem obtiver a prescrição médica.

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