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Cáceres e Região

Da Silva é condenado pela Justiça Eleitoral ao pagamento de multa de R$ 5 mil por distribuição de Fake News

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A distribuição de notícias falsas, em redes sociais, as chamadas “Fake News” utilizadas, geralmente, para enganar ou denigrir a honra de adversários, rende mais uma condenação, pela Justiça Eleitoral, em Cáceres. O ex-apresentador de televisão, Francis da Silva, foi sentenciado ao pagamento de multa de R$ 5 mil, por espalhar esse tipo de notícia.

A princípio ele foi obrigado a retirar das mídias, um vídeo de autor não identificado, de caráter depreciativo e conteúdo eleitoral, contra o prefeito Francis Maris Cruz e o candidato do PSDB, Paulo Donizete. Agora, a juíza da 6ª Zona Eleitoral, Graciene Pauline Mazeto Corrêa da Costa, em consonância com parecer do Ministério Público Eleitoral (MPE), o condenou pelo crime.

Entenda o caso.  

Da Silva, como é conhecido, no início do mês, postou no grupo de whatsapp denominado “Cáceres em debate!”, um vídeo não identificado com caráter depreciativo e conteúdo eleitoral, com os dizeres de Francis Maris: “PESSOAL NÃO SE PREOCUPEM TÁ, EU VOU GANHAR NA ELEIÇÃO DE QUALQUER MANEIRA, OU EU GANHO COM CARA OU COM A COROA”, apresentando juntamente fotos dos candidatos Paulo Donizete e Eliene.

A justiça e o MPE entenderam que o vídeo compartilhado por Da Silva, no qual contém o áudio mencionado, juntamente com as imagens dos candidatos Paulo Donizete e Eliene, durante o pleito eleitoral, possui teor ofensivo a imagem e honra do prefeito e está em desacordo com os dispositivos legais acima citados.

A juíza assinala que “em que pese às alegações e documentos encartados pela defesa, entendo que o vídeo em comento possui caráter nitidamente eleitoral, pois foi produzido durante o processo eleitoral, sem a devida identificação de seu autor, com o intuito de denegrir a imagem e ofender a honra do representante, configurando propaganda eleitoral negativa e ultrapassando os limites da livre manifestação do pensamento”.

Terceira condenação.  

            A condenação do ex-apresentador de televisão é a terceira aplicada pela Justiça e MPE, em Cáceres, para combater os Fake News, principalmente, durante a campanha eleitoral.

O primeiro sentenciado foi o publicitário Jonas Alves Cardoso Júnior. Juninho como é conhecido, foi condenado ao pagamento de multa no valor de R$ 53 mil por espalhar uma pesquisa eleitoral irregular, sem registro, com números, amplamente favoráveis a candidata Eliene Liberato Dias (PSB), em detrimento aos demais concorrentes.

            Posteriormente, foi à vez do esposo da candidata Eliene Liberato Dias (PSB), Felintho Cavalcante Dias Filho, o conhecido “Felintinho” e do ex-coordenador da Secretaria Municipal de Agricultura, Ronaldo Damascena, conhecido “Iturama”.

            A dupla foi condenada ao pagamento de multa no valor de R$ 5 mil, também por espalhar notícias falsas contra o candidato adversário Paulo Donizete.  Felintinho e Iturama espalharam um vídeo “Fake News” onde alguns supostos moradores do Distrito Nova Cáceres (Sadia) estariam reclamando da sujeira da água que chega às torneiras da comunidade. Contudo, sem identificação do autor, tampouco a data da suposta ocorrência.

            No entendimento do candidato Paulo Donizete, uma clara e evidente forma de “desabonar” sua conduta, levando em conta ter sido ele gestor da Autarquia Águas do Pantanal, responsável pelo tratamento e distribuição de água à população.

            A defesa de Felintho Dias e Ronaldo Damascena alegou que o vídeo “trata de mera critica a pessoa pública que goza de notoriedade e que, por tal razão, deve suportar comentários negativos acerca de sua atuação”. Porém, a justiça não entendeu dessa forma ao assinalar que “(o vídeo) se constata, na verdade, é o abuso da liberdade de expressão, cometido sob a égide do anonimato, que culminou em ofensa à honra e à imagem de candidato”.

Abaixo a íntegra da representação e decisão judicial  

JUSTIÇA ELEITORAL

 006ª ZONA ELEITORAL DE CÁCERES MT

REPRESENTAÇÃO (11541) Nº 0600384-80.2020.6.11.0006 / 006ª ZONA ELEITORAL DE CÁCERES MT

REPRESENTANTE: ELEICAO 2020 PAULO DONIZETE DA COSTA PREFEITO

Advogados do(a) REPRESENTANTE: RICARDO FRANCISCO DIAS DE BARROS – MT18646/O, NESTOR FERNANDES FIDELIS – MT6006/O, MARCELO GERALDO COUTINHO HORN – MT13522/B, HAMILTON LOBO MENDES FILHO – MT10791/O

REPRESENTADO: FRANCISCO DA SILVA

SENTENÇA

Vistos, etc.

Cuida-se de REPRESENTAÇÃO ELEITORAL C/C PEDIDO LIMINAR promovida pela COLIGAÇÃO GARANTIR AS CONQUISTAS, AVANÇAR NAS MUDANÇAS, representada por seus procuradores, em desfavor de FRANCISCO DA SILVA, qualificado nos autos, alegando em suma, o que segue. Aduz que o Representado veiculou no grupo de WhatsApp denominado “Cáceres em debate!” vídeo Fake News, no qual não traz a identificação de seu autor, com conteúdo editado de um suposto áudio atribuído ao Sr. Francis Maris Cruz, com o fito de confundir o eleitor acerca do apoio eleitoral ao candidato Paulo Donizete.

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Pelo exposto, requereu a concessão de liminar com o fito de determinar a imediata retirada, das mídias sociais do vídeo em questão, bem como a suspensão da disseminação do referido vídeo nas redes sociais, e em qualquer outro meio de divulgação de propaganda eleitoral, devendo ser cominada multa de R$ 10.000,00 (dez mil reais) por descumprimento nos termos do Art. 497 do Novo Código de Processo Civil. Outrossim, pleiteou pela notificação do Representado, e no mérito, seja julgada procedente esta representação, confirmando-se a liminar deferida. Com o pedido constante no id. 15913150, vieram os anexos id n. 15915508, 15915523, 15915525, 15915526 e 15915527.

Instado a se manifestar, o representante do Ministério Público Eleitoral pugnou pelo deferimento do pedido de liminar (id. 16611401). A liminar foi deferida (id. 17003538).

O representado Francisco da Silva apresentou defesa no id. 17838501 e anexos ids. 17838508, 17838515, 17838519 e 17838522, 17838523 e 17838526, oportunidade que requereu que seja julgada totalmente improcedente a presente representação, bem como seja revogada a liminar anteriormente deferida.

Instado a se manifestar, o Ministério Público Eleitoral pugnou pela procedência da presente representação, com a confirmação da decisão liminar imposta, bem como com a imposição da multa prevista no §º 1º, do artigo 30, da Resolução TSE 23.610/2019 (id. 19266049).

É o relatório. Fundamento e decido. 

A representação comporta julgamento no estado em que se encontra. Observou-se o rito processual previsto na Resolução TSE n. 23.608/2019 e não há nenhum vício ou irregularidade a ser sanado, muito menos demanda o pleito a realização de qualquer outra diligência.

No mérito, deve ser julgada PROCEDENTE. 

Pois bem, consta nos autos que o Representado Francisco da Silva publicou vídeo em grupo de WhatsApp denominado “Cáceres em debate”, contendo propaganda eleitoral, em desacordo com o disposto no art. 57-D, da Lei das Eleições e artigos 27 e 28 da Resolução TSE n. 23.610/2019, vejamos: Art. 57-D. É livre a manifestação do pensamento, vedado o anonimato durante a campanha eleitoral, por meio da rede mundial de computadores – internet, assegurado o direito de resposta, nos termos das alíneas a, b e c do inciso IV do § 3º do art. 58 e do 58-A, e por outros meios de comunicação interpessoal mediante mensagem eletrônica. (Incluído pela Lei nº 12.034, de 2009). (…) §3º Sem prejuízo das sanções civis e criminais aplicáveis ao responsável, a Justiça Eleitoral poderá determinar, por solicitação do ofendido, a retirada de publicações que contenham agressões ou ataques a candidatos em sítios da internet, inclusive redes sociais. (Incluído pela Lei nº 12.891, de 2013)

Art. 27. É permitida a propaganda eleitoral na internet a partir do dia 16 de agosto do ano da eleição (Lei nº 9.504/1997, art. 57- A). §1º A livre manifestação do pensamento do eleitor identificado ou identificável na internet somente é passível de limitação quando ofender a honra ou a imagem de candidatos, partidos ou coligações, ou divulgar fatos sabidamente inverídicos.

Art. 28. A propaganda eleitoral na internet poderá ser realizada nas seguintes formas (Lei n° 9.504/1 997, art. 57-13, 1 a IV): (…) §6º A manifestação espontânea na internet de pessoas naturais em matéria político-eleitoral, mesmo que sob a forma de elogio ou crítica a candidato ou partido político, não será considerada propaganda eleitoral na forma do inciso IV, desde que observados os limites estabelecidos no § 1º do art. 27 desta Resolução e a vedação constante do § 2º deste artigo.

A análise pela Justiça Eleitoral da utilização dos meios de divulgação de informação na internet deve ser realizada com a menor interferência possível no debate democrático em respeito ao direito de livre manifestação do pensamento e de informação assegurados constitucionalmente (art. 220 da Constituição Federal). De efeito, as manifestações identificadas de eleitores na internet somente serão passíveis de limitação nos casos em que a manifestação transpasse os limites da mera crítica, própria do salutar processo democrático, para ingressar no campo da ofensa à honra de terceiros ou da divulgação de fatos sabidamente inverídicos.

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Consigno que o c. Tribunal Superior Eleitoral possui entendimento no sentido de que o princípio da livre manifestação do pensamento, que não é absoluto, deve ser relativizado nos casos em que a expressão do pensamento atinja a honra de terceiros na seara eleitoral (TSE, Recurso Especial Eleitoral n. 186819, Rel. Min. Henrique Neves da Silva, DJE 05/11/2015) In casu, como consignado na decisão que concedeu a liminar, verifico que, através dos documentos encartados aos autos, o Representado Francisco da Silva postou no grupo de WhatsApp denominado “Cáceres em debate!”, vídeo não identificado com caráter depreciativo e conteúdo eleitoral, com os dizeres do Sr. Francis Maris: “PESSOAL NÃO SE PREOCUPEM TÁ, EU VOU GANHAR NA ELEIÇÃO DE QUALQUER MANEIRA, OU EU GANHO COM CARA OU COM A COROA”, apresentando juntamente fotos dos candidatos Paulo Donizete e Eliene.

Imperioso mencionar que a veracidade do áudio não afasta a ilicitude da conduta do Representado, pois o vídeo compartilhado pelo senhor Francisco da Silva, no qual contém o áudio mencionado, juntamente com as imagens dos candidatos Paulo Donizete e Eliene, durante o pleito eleitoral, possui teor ofensivo a imagem e honra do Representante e está em desacordo com os dispositivos legais acima citados.

Deste modo, em que pese as alegações e documentos encartados pela Defesa, entendo que o vídeo em comento possui caráter nitidamente eleitoral, pois foi produzido durante o processo eleitoral, sem a devida identificação de seu autor, com o intuito de denegrir a imagem e ofender a honra do Representante, configurando propaganda eleitoral negativa e ultrapassando os limites da livre manifestação do pensamento.

Nesse sentido:

(…) Em se tratando de propaganda eleitoral, os princípios constitucionais da livre manifestação do pensamento e da liberdade de expressão (art. 220, § 1.º) não podem sobressair ao da inviolabilidade da honra e da imagem das pessoas (art. 5.º, inciso X), sob pena de a veiculação de publicidade ofensiva à honra do candidato prevalecer sobre a regularidade do pleito e a dignidade da pessoa humana (art. 1.º, III). De efeito, na colisão de direitos fundamentais, o juiz, de forma ponderada e considerando os interesses envolvidos no caso concreto, pode atenuar a incidência de determinado princípio em prol da melhor justiça, não havendo qualquer ilegalidade nisso.

Não prospera a alegação da recorrente ao dizer que se trata de mera critica a pessoa pública que goza de notoriedade e que, por tal razão, deve suportar comentários negativos acerca de sua atuação. O que se constata, na verdade, é o abuso da liberdade de expressão, cometido sob a égide do anonimato, que culminou em ofensa à honra e à imagem de candidato. (…)

A multa prevista pelos arts. 57-F e 57-D, § 2.º, da Lei n.º 9.504/97, em caso de descumprimento da determinação judicial, não se confunde com as astreintes. (RECURSO ELEITORAL n 26420, ACÓRDÃO n 7768 de 11/03/2013, Relator(aqwe) LUIZ CLÁUDIO BONASSINI DA SILVA, Publicação: DJE – Diário da Justiça Eleitoral, Tomo 778, Data 20/03/2013, Página 12/14)

Ante o exposto, em consonância com o parecer ministerial, JULGO PROCEDENTE o pedido formulado na representação ajuizada pela COLIGAÇÃO GARANTIR AS CONQUISTAS, AVANÇAR NAS MUDANÇAS em desfavor de FRANCISCO DA SILVA, qualificado nos autos, para o fim de: a) Confirmar os efeitos da liminar que determinou a retirada das mídias sociais do vídeo em questão, bem como a suspensão da disseminação do referido vídeo nas redes sociais, e em qualquer outro meio de divulgação de propaganda eleitoral, sob pena de multa diária que fixo em R$ 500,00 (quinhentos reais) e demais consequências legais.

b) Condenar o Representado FRANCISCO DA SILVA, ao pagamento de multa no valor mínimo legal, equivalente à quantia de R$ 5.000,00, nos termos do art. 30, §1º, da Resolução n. 23.610/19 e art. 57-D, § 2º, da Lei n. 9.504/97;

c) Declarar encerrada a atividade cognitiva, resolvendo-se o mérito do feito, com supedâneo no art. 487, inciso I, do Código de Processo Civil/2015. Sem condenação de custas ou honorários advocatícios.

Publique-se. Registre-se. Intimem-se.

Cumpra-se.

Cáceres-MT, 22 de outubro de 2020.

Graciene Pauline Mazeto Corrêa da Costa

Juíza Eleitoral

Sinézio Alcântara – Expressão Notícias

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Com maior número de votos entre os reeleitos, Pastorello diz que o povo soube julgar

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Sinézio Alcântara – Expressão Notícias

            Com 684 votos, maior número de aceitação popular entre os reeleitos, o vereador Cesare Pastorello (Solidariedade), diz que o povo soube julgar. Afirma que o Pastorello de 2020, não é igual ao Pastorello de 2016. Entrevistado pelo sie Expressão Notícias, ele diz que neste mandato tem a obrigação de fazer mais porque adquiriu mais experiência. Destacou que manterá o mesmo posicionamento de independência, em relação a administração, e que não ficará “em cima do muro” pois quem se omite já está do lado errado.

            Sobre a fórmula de ser um dos mais votados, em uma eleição onde apenas quatro vereadores se reelegeram, Pastorello diz que focou em usar as redes sociais para divulgar os trabalhos realizados durante os últimos quatro anos. “Fiz uma campanha totalmente diferente de todos os demais. Sem fazer nenhum arrastão ou visita a eleitores, foquei em usar as redes sociais e divulgar os trabalhos realizados”.

Ressaltou que “o candidato à reeleição não tem que criar expectativa e nem prometer nada. Tem que mostrar o que fez, como se posicionou, e deixar a população decidir se aprovou o modelo ou não. E, para isso, eu apenas disponibilizei nas redes sociais o meu trabalho. O resultado foi a aprovação, tanto que sem fazer reunião na casa de ninguém, nem arrastão e nem porta a porta, tive a 4ª maior votação no geral e a primeira entre os reeleitos. Ou seja, eu confiei no julgamento do povo, e o povo soube julgar”

Ao contrário de a maioria Cesare diz que não teve gastos excessivos para se reeleger: “não contratei nenhum cabo eleitoral, não gastei gasolina e nem material excessivo. Porém, tive uma coisa que me valeu todo o mandato: voluntários, que fizeram toda a distribuição dos nossos kitizinhos, que deram nosso nome para os amigos, que compartilharam nossas publicações. Chegar ao fim de um mandato e se sentir querido, até por pessoas que eu nunca vi, foi uma das coisas mais emocionantes da minha vida”

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Afirmou que fará ainda mais neste mandato porque adquiriu experiência. “O Pastorello de 2020 não é mais o Pastorello de 2016. Meus princípios são os mesmos, a seriedade com a coisa pública é a mesma e o ideal de fazer pelo coletivo, igual. Porém, a vontade e a disposição são muito maiores agora. Neste mandato tenho a obrigação de fazer mais do que no primeiro, pois tenho a experiência. O povo, insatisfeito com a política, em modo geral, sempre fala em renovação para melhorar. Não vejo assim. Na vida pública, deve haver é um melhoramento da qualidade representativa.”

Ao contrário de a maioria ele diz não ter a ambição de presidir a Câmara. “Eu nunca entendi, sob o ponto de vista republicano, essa vontade que têm alguns parlamentares para ocupar presidência, seja na Câmara ou na Assembleia. Eu entendo que é um cargo que exige conhecimento e experiência, pois além de ser vereador, o presidente ainda exerce a “gerência” sobre a Câmara. E essa gerência administrativa é traiçoeira.”

Entre os projetos para a nova legislatura destacou a modernização do Código Tributário: “Tenho vários projetos para a próxima legislatura, claro. Como disse, não fiz “campanha” com os projetos porque eu tive uma grande produção legislativa para mostrar. Mas, na nossa pauta estão a modernização legislativa dos nossos códigos, principalmente o Tributário e o de Obras e Posturas, além de um projeto que eu tenho de aproximar o cidadão das ações de fiscalização. O cidadão tem que parar de bater palmas em inauguração e cobrar porque a pia está torta. Serviço público não é favor, é obrigação, e vamos trabalhar essa conscientização.”

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Reafirmou a proposta de defender os direitos do servidor público. “Como eu não me canso de dizer, o cidadão tem direito a um serviço público condizente com os altos impostos que paga. E para ter serviço público de qualidade o servidor público tem que ser reconhecido e valorizado. Então, na nossa pauta está a regularização da situação de alguns cargos públicos como os Agentes de Saúde, Auxiliares de Desenvolvimento Infantil, horas atividade dos interinos, insalubridade e periculosidade de quem tem direito, dsr, etc… E tenho certeza que vamos avançar muito mais nessas pautas com a nova administração e os novos colegas de parlamento.”

Em relação a prefeita eleita Eliene Liberato Dias disse que irá atuar de forma independe mas que pretende ajudar na solução dos problemas.“Eu já me ofereci à prefeita eleita, Eliene, para ajudar, no que puder, na sua transição, inclusive, com a minha visão, pelo lado de vereador, dos principais problemas a serem enfrentados. Além disso, pessoalmente pedi que ela averiguasse, com a sua equipa, a LOA/2021 que está para ser apreciada e aprovada na Câmara. Meus votos são de que a administração dê certo e seja boa pro meu povo. Jamais eu iria torcer contra.

Destacou a pecha de vereador de oposição. “Esse conceito de “situação ou oposição” é da velhíssima política. Eu só tenho um lado, é o do povo. Naquilo que eu entender ser bom para o povo, para a cidade, a administração vai ter meu total apoio, defesa e empenho. No que for onerar ou prejudicar a população, vai receber o mesmo tratamento que a atual recebeu nessas questões. A única coisa que a população nunca vai me ver é omisso ou em cima do muro. Quem se omite já está do lado errado.

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Unemat inaugura hoje o Centro de Inovação e Redes Inteligentes

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Assessoria
A Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) inaugura nesta sexta-feira (27) o Centro de Inovação Redes inteligentes e Soluções Criativas (Risc). O prédio localizado no Câmpus Jane Vanini, no centro de Cáceres, com cerca de 450 metros quadrados de área construída segue um conceito sustentável, todo feito com conteiners, é fruto de parcerias com diversos entidades e empresas.
O coordenador do Risc, professor Robson Gomes de Melo, explica que a construção do espaço físico foi possível graças a aprovação de projetos desenvolvidos por professores ligados ao Centro que acabaram gerando parcerias e convênios com entidades e órgãos públicos como a Prefeitura Municipal de Cáceres  e Caixa Econômica Federal com a intermediação da Fundação de Apoio ao Ensino Superior Público Estadual (Faespe).  “Esse prédio totalmente sustentável, com construção mais rápida e barata já que utiliza materiais reciclados. Além disso, as parcerias permitiu uma construção sem que impactássemos os recursos da universidade”, afirma.
O novo espaço que está sendo inaugurado nesta sexta-feira é um ambiente destinado a promoção da inovação, tecnologia e empreendedorismo . A ideia é que o espaço atenda não só a comunidade acadêmica, mas também a comunidade externa. “Após esse período de pandemia, esperamos que a sociedade possa nos procurar para que possamos dar auxilio, assessoria, e fazermos o trabalho de mentoria,  de incubação  de projetos e fomento ao empreendedorismo e a inovação tecnológica para a comunidade local. Então o foco é promover e desenvolver tecnologia, inovação e soluções  tecnológicas que possam ser utilizadas por empreendedores local e comunidade acadêmica”, diz o professor Robson.

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Estrutura física: 

O Risc, tem cerca de 450 metros quadrados área construída, e cerca de 400 metros quadrados de área externa. O espaço conta com um auditório com capacidade para até 100 pessoas; laboratório de desenvolvimento, que vai permitir até 30 pessoas trabalhando;  sala de reunião e vídeo conferência;  sala de uso compartilhado, uma espécie de co-working para atendimento a comunidade que necessita de atendimento e mentoria; sala para orientações e atendimento individualizado, além de uma sacada ou área de descompressão, destinada a atividades mais recreativas. , uma espécie de terraço.

Atendimento: 

O Risc também será o ponto de apoio ao empreendedorismo e Inovação da mesorregião centro-sul de Mato Grosso, que compreende 17 municípios. O local servirá como ambiente físico e virtual de incentivo à inovação e ao empreendedorismo para a promoção, o desenvolvimento e a realização de negócios e empreendimentos inovadores em redes inteligentes e soluções criativas.

“Esse atendimento que se estenderá para além da população de cáceres, mas deve beneficiar moradores de 17 cidades só é possível, graças ao financiamento de um projeto inovador pela Fundação de Amparo a Pesquisa de Mato Grosso, que abriu edital específico para as diferentes regiões de Mato Grosso a fim de apoiar os empreendedores,  principalmente no  almejam no período pós-COVID19”, explica.

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