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Estadual

Cuiabá repatria zagueiro campeão do Mato-Grossense

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O Cuiabá garantiu mais um reforço para o setor defensivo da equipe na Série C do Campeonato Brasileiro 2016.

Trata-se do zagueiro Samuel Teram, capitão do título Mato-grossense pelo Dourado em 2014 e atual campeão pelo Santo André na Série A2 do Campeonato Paulista, também conquistando o acesso para primeira divisão do Paulistão 2017.

“É muito bom voltar a um lugar que você foi feliz. Fui campeão aqui e tive uma temporada muito importante na carreira naquele ano. Pretendo nesse ano ser muito mais feliz, para isso, temos que chegar no final da temporada classificados para a Série B ou quem sabe com o título”, afirmou o zagueiro.

Samuel foi o capitão do Cuiabá na reta final da Série C do Campeonato Brasileiro de 2014, quando o time da capital mato-grossense ficou a apenas uma vitória da classificação.

“Apesar da conquista do estadual e dos bons jogos que fizemos naquele ano, eu sai do Cuiabá chateado, até porque o objetivo principal nós não conseguimos por pouco, ficamos a um passo da classificação para as quartas de final do Brasileiro. Agradeço essa nova oportunidade e vamos lutar pelo acesso que esse clube merece”, completou Samuel.

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O Cuiabá estreia na Série C do Campeonato Brasileiro no próximo sábado, dia 21 de maio, contra o Remo, a partir das 18 horas, na Arena Pantanal. O jogo promete, pois será o primeiro encontro das equipes depois da final histórica na Copa Verde 2015.

Os ingressos custam R$20 e R$10(meia). Mulheres e crianças até 12 anos acompanhadas de um pagante tem direito a entrada grátis.

Fonte: Cuiabá E.C

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Cáceres e Região

A maioria dos vereadores é contra instalação da CPI para investigar aplicação dos recursos da covid-19 em Cáceres

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Sinézio Alcântara – Expressão Notícias

     Dificilmente o vereador Lacerda do Aki (PRTB) conseguirá, entre os demais membros da Câmara Municipal, as cinco assinaturas necessárias para instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar aplicação dos recursos enviados pelo Governo Federal para ações de prevenção e combate a covid-19 em Cáceres.

    Com exceção do autor do requerimento, Lacerda do Aki, até nesta quinta-feira (22/04) apenas os vereadores Flávio Negação (DEM) e Marcos Ribeiro, o Marquinhos (PSDB) se manifestaram a favor da investigação.

   Em uma enquete realizada pelo site Expressão Notícias, a maioria diz que é contra porque “não há indícios de irregularidades nas ações da administração”; outros dizem que o requerimento “não passa de politicagem” e outros dizem que votam a favor desde que “a comissão investigue desde a administração do ex-prefeito Francis Maris Cruz”.

    Líder do governo na Câmara, vereador Cesare Pastorello (Solidariedade) diz que, o legislativo tem que exercer seu papel de fiscalização e a CPI é uma das formas, após estarem esgotados os institutos do requerimento e da convocação, quando há um objeto certo e determinado a ser esclarecido. “Não há indícios de irregularidades. Está tudo esclarecido no Portal de Transparência da Prefeitura”.

    Presidente da Comissão de Saúde, vereador Luiz Landim (PV) adiantou que aprova a instalação da CPI, desde que seja para investigar, desde o início da vinda dos recursos do governo federal para o município, no ano passado, ainda na gestão do ex-prefeito Francis Maris. “Sou de acordo para que investiguemos desde o início das vindas dos recursos no ano passado”.

    No entendimento do vereador Franco Valério (Pros), não há materialidade nas denúncias para fundamentar a instalação da CPI e que vê indícios de politicagem. “Eu sou contra. O momento é de unirmos para resolver os problemas, não criar dificuldades. Eu vejo nesse pedido indícios de politicagem. Se fosse uma CPI séria eu entraria”.

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    “Não sou a favor. Primeiramente porque não houve tempo para a prefeitura ao menos fazer os investimentos autorizados pela Câmara. Outro motivo é o momento que estamos vivendo, causando danos muito maiores a população, pois não tem fato certo. O que deve ser feito é a prestação de contas que já foi apresentado pelo vereador Franco Valério”. Essa é a opinião do vereador Celso Silva (Republicano)

   A vereadora Valdeníria Dutra Ferreira (PSC) segue a mesma linha de raciocínio do vereador Franco Valério e Cesare Pastorello. Ela diz que “não há indícios de irregularidades nas ações da prefeitura no pedido” resume.

   Também contrário, o vereador Pastor Júnior (Cidadania) diz que “eu acredito que é muito cedo. A prefeita só tem quatro meses de mandato. Deveria ser feita na gestão passada, não nesta. A Câmara está agora deliberando dinheiro para as ações de saúde. Como vamos cobrar alguma coisa se o dinheiro nem foi gasto. Para se instalar uma CPI tem que ter provas concretas”.

    O vereador Isaias Bezerra (Cidadania) não quis se manifestar. Mas, adiantou ao site que não vê materialidade dos fatos que justificam a instalação da CPI. O vereador Manga Rosa (PSB) também vislumbra jogo político na ação. “Sou contra porque não vejo indícios de desvio de verba. Mas, sim uma ação política localizada”.

   “Os argumentos apresentados pelos autores do pedido (da CPI) não se sustentam. Não tem nenhum fato concreto. Além disso, abrir uma CPI neste momento irá travar todos os processos no âmbito da saúde. Por isso sou contra” justifica o vereador Leandro dos Santos (DEM). Os vereadores Rubens Macedo (PTB) e Mazéh Silva (PT) foram contatados, mas não responderam as ligações.

   Presidente da Câmara, vereador Domingos dos Santos (PSB), mesmo partido da prefeita Eliene Liberato, diz que “o pedido de instalação de Comissão Parlamentar de Inquérito é uma prerrogativa do vereador. E, vamos cumprir o que determina o Regimento Interno da Câmara”. O pedido para a instalação da CPI será apresentado nesta sexta-feira (23).

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Os argumentos dos autores 

    Os vereadores Flávio Negação e Lacerda do Aki autores do requerimento argumentam que o município está em estado de calamidade pública desde o mês de janeiro. E, que de lá para cá pouca coisa foi feita pela administração para combater a pandemia. E, que enquanto isso, segundo eles, mais de 100 pessoas já morreram decorrente do covid-19.

    “Não podemos tapar o sol com a peneira. Estamos em estado de calamidade pública, desde o mês de janeiro, e pouca coisa tem sido feita para combater o avanço dessa doença. Enquanto isso, mais de 100 pessoas, amigos e familiares, já morreram somente neste ano” justifica Flávio Negação.

   Inconformado ele assinala que “o que dá a entender é que não estão priorizando as ações de combate ao coronavirus. Para se ter ideia, existe apenas um médico para atender os infectados” diz acrescentando que “recursos existem. A Câmara já aprovou para a administração, somente neste ano, abertura de crédito suplementar de R$ 6 milhões”.

    E, desabafa “ Temos que saber a verdade. É um jogo de empurra. O governo empurra para o município e o município empurra para o governo. Os leitos pactuados entre os governos estadual e municipal com o hospital São Luiz ficaram só na conversa. Os 20 respiradores viabilizados pelo deputado doutor Leonardo estão parados no Hospital São Luiz. Alguém vai ter que pagar por essas mortes”.

   Mais comedido, o vereador Lacerda do Aki diz que “as eleições já passaram e é hora dos vereadores, em Cáceres, assumirem sua função que é investigar” e que está colhendo assinaturas dos demais membros da Casa para instar a CPI-Covid. “Estamos falando com todos os vereadores. Creio que não teremos dificuldades em conseguir assinaturas para instalação da CPI”

 

 

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Cáceres e Região

Infraestrutura e Logística : Agenda Regional Oeste projeta encontro entre municípios para discutir demandas

Publicado

Por – Sérgio Robertp

A importância do sistema intermodal de transportes para o desenvolvimento socioeconômico da macrorregião oeste-sudoeste de Mato Grosso, a assimilação do conceito de hinterland e a compreensão dos benefícios e da participação de cada município da área de abrangência.

Este é o tripé ideológico que embasa o planejamento de um grande debate sobre infraestrutura e logística para cerca de 30 municípios que comporão a área geográfica de influência do sistema intermodal rodo-hidroviário que está em fase de viabilização nas regiões polarizadas por Cáceres e Tangará da Serra.

Estradas que integram a macrorregião oeste-sudoeste estiveram em pauta no encontro virtual.

Uma vez agendado, o evento reunirá as lideranças políticas e empresariais dos municípios envolvidos com objetivo de definir estratégias para agilização das obras do sistema intermodal, além de identificar os benefícios de cada município de acordo com suas respectivas demandas e vocações socioeconômicas. O encontro resultará na redação de um documento com encaminhamentos às autoridades das esferas estadual e federal.

Terminais portuários são engrenagens fundamentais no sistema intermodal de transporte.

A possibilidade de organização do encontro foi levantada durante a 1º Reunião Ampliada de Trabalho da Agenda Regional Oeste (ARO), que envolveu representantes dos municípios de Cáceres e Tangará da Serra, na tarde da última quinta-feira, através da plataforma digital google meet.

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A data, a programação e o formato ainda serão definidos, conforme proposta a ser apresentada pela advogada e mestranda em Economia Adriane Nascimento, integrante da ARO que sugeriu a realização do encontro.

Reunião

Além dos membros da ARO, participaram o secretário de Agricultura e Desenvolvimento Econômico de Cáceres, Vilson Sato; o superintendente de Governo de Tangará da Serra, Alysson Vargas; o Capitão-tenente Sérgio Sales, comandante da Agência Fluvial de Cáceres da Marinha do Brasil, e a advogada e professora universitária Linnet Mendes Dantas, do campus Cáceres da Unemat.

Reunião foi realizada em plataforma virtual no último dia 15, com representantes de Cáceres e Tangará da Serra.

Os trabalhos foram liderados pelo coordenador do escritório da ARO em Tangará da Serra,  engenheiro civil, economista e especialista em logística Silvio Tupinambá, e pelo coordenador do escritório da ARO em Cáceres, engenheiro civil Adilson Reis. Ambos apresentaram, na oportunidade, um relatório técnico-analítico sobre o sistema logístico da região polarizada pelos dois municípios.

Também foram apresentados os atuais estágios das obras de pavimentação das rodovias estaduais MT-339 (Tangará-Panorama) e MT-343 (Cáceres-Barra do Bugres), das obras de extensão e pavimentação da BR-174 (que corta a região oeste do estado), dos terminais portuários APH, Paratudal e Barranco Vermelho (no trecho do rio Paraguai entre Cáceres e Corumbá), da hidrovia do rio Paraguai e, também, da Zona de Processamento de Exportação (ZPE) de Cáceres.

ARO

A Agência Regional Oeste (ARO) é um movimento apartidário, de natureza privada, que tem por objetivo acompanhar as obras de integração logística e de desenvolvimento socioeconômico da mesorregião sudoeste do estado de Mato Grosso, colaborando com a sociedade e os poderes constituídos no que for possível e necessário para que os trabalhos tenham continuidade e a devida celeridade.

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Compõem a ARO representantes da sociedade civil organizada, através de profissionais de logística, engenharia civil, ciência da informação, direito, administração, comunicação e imprensa, além de representantes do agronegócio, do ambiente universitário e da iniciativa privada.

ZPE de Cáceres está em construção e impulsionará o setor industrial da região.

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