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Mundo

Cristiano Ronaldo supera Messi como jogador mais bem pago do mundo

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O status de melhor jogador do mundo pertence hoje a Lionel Messi, mas Cristiano Ronaldo pode se vangloriar de ter sido o mais bem pago no ano passado. Um estudo da revista Forbes colocou o craque do Real Madrid no topo de uma lista com grandes estrelas do futebol – incluindo o brasileiro Neymar.

Cristiano Ronaldo fatura US$ 82 milhões (R$ 285 milhões na cotação atual), sendo US$ 53 milhões em salários e bônus – o restante, portanto, vindo de publicidades. O português tem patrocínios por conta de seu cabelo, chuteira, relógio, abdômen e até possui uma marca de roupas íntimas. É o atleta mais bem pago de esportes coletivos.

O camisa 7 merengue ganhou US$ 5 milhões a mais que o astro do Barcelona, segundo da lista com US$ 77 milhões (R$ 268 milhões). Os dois estão um abismo à frente do terceiro: o sueco Zlatan Ibrahimovic, do Paris Saint-Germain, que ganhou US$ 37 milhões (R$ 129 milhões). Ele, somado a Neymar, quarto, com US$ 36 milhões (R$ 125 milhões), não chegam ao total de Messi.

Um fato curioso sobre o brasileiro: ele é o único a ganhar mais fora de campo do que dentro, já que são US$ 14 milhões (R$ 49 milhões) de salários e bônus e US$ 22 milhões (R$ 76 milhões) em publicidades. Completam o top-10: Gareth Bale, do Real Madrid, Wayne Rooney, do Manchester United, Sergio Agüero, do Manchester City, Luis Suárez, do Barcelona, Eden Hazard e Cesc Fábregas, do Chelsea (veja os valores na tabela abaixo).
Tabela jogadores mais bem pagos do mundo (Foto: GloboEsporte.com / Forbes)
Tabela com os dez jogadores mais bem pagos do mundo (Foto: GloboEsporte.com / Forbes)

Fonte: GE

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Covid-19: Brasil tem 1,5 mil mortes e 25,2 mil casos confirmados

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O número de curados é estimado em cerca de 14 mil

O secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson Kleber de Oliveira e o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, durante a coletiva de imprensa sobre à infecção pelo novo coronavírus

O número de mortes decorrentes do novo coronavírus (covid-19) subiu para 1.532 no país e o de casos, para 25.262. A nova totalização foi divulgada pelo Ministério da Saúde, que, durante entrevista coletiva no Palácio do Planalto, apresentou pela primeira vez dados sobre o número de pessoas curadas. Partindo de estimativas adotadas em outros países, representantes da pasta afirmaram que o índice é de 55% dos casos confirmados, o que significaria um total de 14.026 pessoas.

Segundo as informações do boletim divulgado ontem (14), o total de óbitos marca um aumento de 15% em relação a segunda feira (13), quando foram registrados 1.328. São Paulo concentra o maior número de mortes (695), com mais da metade do total contabilizado na atualização. O estado é seguido por Rio de Janeiro (224), Pernambuco (115), Ceará (107) e Amazonas (90).

Também foram registradas mortes no Paraná (36), Maranhão (32), Minas Gerais (27), Santa Catarina (26), Bahia (22), Pará (19), Rio Grande do Norte (18), Rio Grande do Sul (18), Distrito Federal (17), Espírito Santo (17), Paraíba (16), Goiás (15), Piauí (oito), Amapá (seis), Sergipe (quatro), Mato Grosso do Sul (quatro), Alagoas (quatro), Mato Grosso (quatro), Acre (três), Roraima (três) e Rondônia (dois). Tocantins é o único estado onde ainda não houve morte.

A taxa de letalidade do país está em 6,1%, maior do que a registrada ontem, quando o índice foi de 5,7%.

O Brasil bateu o recorte de mortes em 24 horas: 204. Ontem, haviam sido contabilizados 105 óbitos e, no domingo, 99. No perfil das vítimas, 59,9% eram homens e 40,1%, mulheres. Do total, 73% tinham acima de 60 anos e 73% apresentavam algum fator de risco, como cardiopatia, pneumopatia, diabetes e doenças neurológicas.

O número de casos apresentado hoje (25.262) representa um crescimento de 8% em relação ao de ontem, quando o balanço do Ministério da Saúde registrou 23.430. No comparativo com domingo (12), quando foram identificadas 22.169 pessoas infectadas, o aumento significou 14%.

Os casos confirmados nas últimas 24 horas totalizaram 1.832, mais do que o contabilizado ontem (1.261). O resultado não foi o maior, pois, na última semana, houve um acrésimo de 2.210 novos casos às estatísticas na quarta-feira (8).

Ministério da Saúde/Divulgação

Hospitalizações

As hospitalizações por covid-19 totalizaram 4.926. No entanto, há 31.605 pessoas internadas com Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em investigação, dependendo de testes para averiguar se são casos de infecção por novo coronavírus ou não.

No coeficiente de incidência (número de casos por 1 milhão de habitantes), Amazonas lidera (303), seguido por Amapá (281), Distrito Federal (209), Ceará (196), São Paulo (192) e Rio de Janeiro (186). Todas essas unidades da Federação estão mais de 50% acima da média nacional (111), e entram na categoria de “emergência”, de acordo com a escala do ministério.

As regiões com maior incidência foram identificadas em Fortaleza (608,2), São Paulo (523), Manaus e Entorno (436,7), área central, no Amapá, (369) e Rio Negro e Solimões (325,6).

Ocupação de leitos

O titular da pasta, Luiz Henrique Mandetta, anunciou a edição de uma norma que obriga os hospitais a comunicarem o nível de ocupação de seus leitos. Há cerca de duas semanas, a equipe do Ministério da Saúde havia informado que realizaria um censo sobre o tema, mas o secretário executivo da pasta, João Gabbardo dos Reis, disse que ainda há locais que não repassam a informação.

Com a obrigatoriedade, a promessa do ministério é de que o dado possa ser acompanhado diariamente. Este é um dos indicadores para a avaliação dos gestores estaduais e municipais para definir as medidas de distanciamento social. Segundo a nova orientação do órgão, estados e cidades que possuírem baixa incidência e tiveram pelo menos 50% dos leitos vagos poderiam migrar do isolamento ampliado para uma modalidade denominada seletiva, com retomada dos comércios e mantendo em casa apenas público de risco.

“O Ministério não determinou, a gente está criando critérios para que gestor possa ter de guia. Precisamos ganhar tempo para que os sistemas de saúde consigam se ampliar. Se o vírus se comportar aqui como se comporta em outros países, não queremos ver situação de drama que se repitam”, declarou Mandetta.

Testes e equipamentos

O ministro informou que foi aberto um chamado público para formar um grupo de laboratórios que produziria os testes (RT-PCR) de forma centralizada e coordenada em São Paulo e distribuiria para outras localidades. A intenção é produzir 3 milhões de testes, chegando a uma produção de pelo menos 30 mil por dia.

Questionado sobre o fato de outros países terem taxas de testagem maior em relação à população, Mandetta argumentou que o Brasil adotou essa estratégia no mesmo momento de Europa e Estados Unidos. “Mas quando você consegue para país com população menor, você testa mais”, justificou, em referência a nações menores, como as europeias.

Ele aventou a possibilidade de permissão de comercialização de testes rápidos em farmácias. “Vamos padronizar para que farmácias possam fazer. Temos aí várias ferramentas para aumentar este tipo de informação importante para tomada de decisão”, comentou.

Ciência e Tecnologia

O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Marcos Pontes, também anunciou medidas na entrevista coletiva. Uma delas foi a permissão, em caráter excepcional, de que emissoras de TV transmitam mais de uma programação por canal, a chamada multiprogramação. Assim, um veículo poderia ter uma faixa no canal 4, por exemplo, mas outras nos canais 4.1, 4.2 e 4.3.

O intuito da medida é permitir que emissoras possam transmitir teleaulas nos estados que decidirem contar com este tipo de recurso diante das dificuldades para concluir o calendário escolar em razão da suspensão de aulas, por causa da pandemia da covid-19. Pontes citou como o exemplo o Paraná, que já teria começado a transmitir as aulas pela televisão.

O ministro anunciou também um edital da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) de R$ 5 milhões voltados a projetos de fabricação de equipamentos de proteção individual e coletiva. Além disso, foram disponibilizados R$ 600 milhões em crédito para companhias que queiram ajustar sua produção para alguma nova área demandada pelo combate ao coronavírus, como equipamentos de proteção ou para profissionais de saúde.

* Matéria atualizada às 18h17 e às 19h36 para acréscimo de informação. Texto alterado novamente às 21h03 para mudança na estrutura

Agência Brasil

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Cáceres e Região

Prefeito assina novo decreto com medidas de combate ao coronavirus

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Editoria – Sinézio Alcântara

Além de evitar aglomerações, os estabelecimentos comerciais, em Cáceres, terão que disponibilizar um funcionário, com termômetro, para aferir a temperatura corporal dos clientes, antes de adentrar, principalmente, nos mercados, agências bancárias, casas lotéricas e demais locais de grande fluxo de pessoas. Essa é uma das medidas que foram inseridas no novo Decreto Municipal, que foi baixado na tarde desta quarta-feira pelo prefeito Francis Maris Cruz.

A decisão foi tomada, na manhã de hoje, em reunião entre o prefeito, os promotores Augusto Lopes Santos, Rinaldo de Almeida Segundo e o procurador-geral do município Bruno Cordova.  De acordo com o novo decreto, as pessoas que apresentarem temperatura corporal acima do normal, serão encaminhadas imediatamente a uma unidade de saúde do município.

O rigor nas ações para evitar a disseminação do coronavirus, partiu dos ministérios públicos estadual e federal. Cáceres é um dos municípios do Estado, onde o prefeito se mantém de pensamento alinhado com o governo federal, no sentido de manter as normas de segurança de combate a pandemia, mas contrário ao posicionamento de fechar os estabelecimentos comerciais, para evitar o colapso da economia.

No novo decreto, inclui-se também a obrigatoriedade dos estabelecimentos de fornecer álcool em gel para higienização dos clientes na entrada dos comércios; limitar o número de uma pessoa por família no interior do estabelecimento, para evitar aglomerações. E, ainda delimitar – com pinturas em faixas -, de uma área na entrada do comércio, de modo que cada cliente fique em uma distância mínima de um metro e meio um do outro.

Além das medidas imediatas, a principal e de maior dificuldade, proposta pelos representantes do MP e MPF, de acordo com o prefeito, será a criação de novos leitos hospitalares e aquisição de equipamentos como ventiladores e monitores mecânicos e luvas e máscaras, para socorrer eventuais vítimas do coronavirus. Eles sugerem a disponibilidade de, pelo menos, 50 leitos. A expectativa é de que de 6 a 20 de abril, será o “pico” da pandemia no país.

Em Cáceres, segundo eles, os hospitais São Luiz e Regional, contam com apenas 26 leitos disponíveis e serão necessários, no mínimo, mais 24 para totalizar os 50 e, dessa forma dobrar a capacidade dos atendimentos. A princípio, a ideia será transformar apartamentos e enfermarias em UTIs. Para suprir a necessidade de novos equipamentos a proposta será a aquisição dos ventiladores e monitores mecânicos que custam, atualmente, R$ 130 mil cada.

Para adquirir os ventiladores e demais equipamentos, a administração municipal já está mantendo contatos com o governo do estado e governo federal viabilizando emendas parlamentares para aquisição dos equipamentos da UTI.

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