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Mulher

Crimes de feminicídio superam os de homicídio de mulheres no DF

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O Distrito Federal tem registrado mais feminicídios do que homicídios de mulheres. A idade média das vítimas é de 36 anos. Elas possuem o ensino médio completo e são pardas. Já os agressores têm idade média de 38 anos e ensino fundamental, e também são pardos. Um total de 20 mulheres eram mães de crianças, com idade média de 10 anos de idade. Também foi possível definir que o sentimento de posse sobre a mulher é a principal motivação para esse tipo de crime. Os feminicídios no DF são cometidos, na maioria dos casos, com arma branca.

Esses dados são conclusões tiradas a partir do levantamento inédito feito pela Secretaria de Segurança Pública, e que traça um perfil detalhado desse tipo de crime de ódio. As informações divulgadas nesta segunda-feira são parte de um banco de dados minucioso, que conseguiu definir as características das vítimas e descrever os agressores. Todas essas informações foram compiladas em um aplicativo de uso interno da Secretaria.

Desde 2015, com início da vigência da lei de feminicídio, até o dia 18 de março deste ano, 68 mulheres foram vítimas de feminicídio no DF. Quase todos esses crimes são cometidos na primeira quinzena do mês, entre o sábado, domingo e madrugada da segunda. A casa da vítima está no topo de locais em que o assassinato é cometido, e em 58,8% dos casos havia um relacionamento afetivo entre a vítima e o agressor.

Apenas nesse ano, já foram cinco casos, nos três primeiros meses. Um dado alarmante, é que maioria das vítimas, cerca de 72%, nunca apresentaram queixa de agressão contra o autor antes de ser assassinada.

Agencia Brasil
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Mulher

Afinação perfeita: massagem sonora é ideal para realinhar as energias

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Baseado na musicoterapia, o Spa Pandora, do Unique Garden, desenvolveu a Terapia Sonora.

Você consegue imaginar uma massagem em que ninguém toca em você? Na verdade, a terapeuta toca “para” você! É em uma sala equipada com uma mesa lira e tubos sonoros que acontece a Terapia Sonora. O objetivo do tratamento é alinhar o corpo com a vibração dos instrumentos – que, de fato, reverberam seus sons no corpo.

A terapeuta Verena Koch Garcia, do Spa Pandora do Unique Garden, em Mariporã, lembra que a música reflete diretamente na molécula de água. E como o corpo é feito de 70% de água, o som ajuda a reorganizar todo o campo. “Quando uma pessoa chega com alguma dor, algum desequilíbrio, significa que ela saiu de sua frequência. A ideia da terapia é fazer com que o corpo – físico, mental, energético e emocional – volte para sua frequência inicial”, diz Verena.

A Terapia Sonora desenvolvida pela equipe do Unique utiliza uma afinação única. A mesa lira (monochord table) tem todas as suas cordas afinadas em ré e, quando vibra, cria um campo sonoro exatamente nesta nota. O tratamento é baseado na teoria de que o corpo saudável vibra em um som próximo ao ré – a nota do mantra ‘om’, e a pessoa recebe essa vibração direta, deitada sobre a mesa.

A sessão também conta com o toque de tubos musicais, que ressoam em notas específicas e complementam a paisagem sonora para o alinhamento. “É claro que cada um tem a sua própria afinação, sua nota. E dentro da sua própria nota, cada um está afinado à sua maneira. O principal objetivo é que, com tanta movimentação de energia na vida, você consiga sempre voltar para a sua própria nota, onde você se reconhece.E assim a terapia conta com a ajuda de instrumentos musicais por frequência.

Verena explica que a vibração, além de alinhar as frequências, ajuda na conscientização do corpo. “Como não há toque, a mente tem dificuldade de se relacionar com algo que não sente. Isso aumenta a possibilidade da pessoa se distrair, dispersar. Sentir a vibração no corpo ajuda a manter a presença”.

por PAOLA DEODORO/ Marie Claire

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Levantamento aponta que maioria dos agressores de mulheres em Cuiabá são ex-maridos, desempregados e tem entre 35 a 45 anos

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Ainda na análise dos agressores, a delegacia listou as principais profissões dos suspeitos: desempregado, motorista, pedreiro, empresário, vendedor, vigilante, serviços gerais, policial, pintor, mecânico, aposentado, professor e autônomo.

A maioria dos agressores de mulheres vítimas de violência em Cuiabá é ex-marido, desempregado e tem idade entre 35 a 45 anos. É o que aponta um anuário divulgado pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Cuiabá (DEDM), que, em 2018, atendeu 3.054 mulheres vítimas de violência, em Cuiabá.

De acordo com a DEDM, o vínculo do agressor com as vítimas é de ex-companheiro (11,8%), ex-marido (3,4%), vizinho (2,1%), convivente (2%), ex-namorado (1,8%), filho (a) (1,4%), irmão (1,3%) e cunhado (a) (0,7%).

O levantamento indica que 80% dos agressores são do sexo masculino, enquanto 20% são mulheres.

Os agressores são da cor parda (23%), branca (13%), negra (7%) e amarela (0,68%). A faixa etária é de 35 a 45 anos (25%), 30 a 34 anos (15%), 46 a 59 anos (13%) e 15 a 29 anos (11%)

Ainda na análise dos agressores, a delegacia listou as principais profissões dos suspeitos: desempregado, motorista, pedreiro, empresário, vendedor, vigilante, serviços gerais, policial, pintor, mecânico, aposentado, professor e autônomo.

Por Denise Soares, G1 MT

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