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Coronavírus: higienização dos cabelos também deve ser considerada, diz especialista

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Lavar os cabelos diariamente e evitar o contato freqüente das mãos aos fios são uma das recomendações para combater o vírus

Entre os muitos cuidados para evitar a contaminação pelo coronavírus, lavar os cabelos com freqüência e evitar o contato das mãos nas madeixas pode ser mais uma iniciativa para manter a higiene e evitar contrair a doença.

Segundo o angiologista Álvaro Pereira, foi constatado pelo Medscape que o vírus se mantém vivo por períodos de tempo diferentes, variando de acordo com a superfície em que ele está. No cabelo e nas roupas, por exemplo, estima-se que ele sobrevive por cerca de seis horas.

O especialista afirma que os hospitais já seguem protocolos de higienização dos cabelos. Os profissionais de saúde que possuem cabelos longos devem prender os fios e, se em algum momento estiverem em contato com algum paciente com suspeita de Covid-19, usar toucas apropriadas.

Para a população em geral, uma boa higienização, lavagem dos fios diariamente, distanciamento das mãos no cabelo, além de prendê-lo, se for longo, é suficiente para afastar o vírus.

Algumas notícias circularam pela internet recomendando que as pessoas evitassem usar shampoos, ao alegar que o produto não tem pH suficiente para matar o vírus, no entanto, o Doutor Álvaro salienta que não há nenhum fundamento ou estudo científico que comprove isto, muito pelo contrário, o ideal é sempre higienizar os fios e deixá-los limpos.

Preocupada com este momento de pandemia, a Cosmedical disponibiliza no mercado a linha Capellux de dermocosméticos feitos com ingredientes 100% naturais, que atuam não só na limpeza profunda dos cabelos – sendo grandes aliados no combate ao coronavírus, como também ajudam a tratar a queda dos fios e o seu envelhecimento.

Entre os shampoos, destacam-se o Capellux Antiqueda: capaz de reduzir a perda capilar em até 60%, além de aumentar a espessura dos fios, graças à combinação de três ativos botânicos: baicalina (extrato de planta comumente utilizado pela medicina oriental), germinados de soja e trigo e a cafeína; juntos, eles agem diretamente no couro cabeludo, estimulando o crescimento, a força e o brilho dos fios.

Já o shampoo Capellux Anti-Aging auxilia os fios grisalhos e enfraquecidos para que recuperarem rapidamente a cor original perdida por conta do envelhecimento e da menor produção de melanina (pigmentação natural do corpo). Através da combinação de bio nutrientes como arginina, citrulina, e taurina associados à cafeína, é possível acelerar o crescimento dos fios, protegendo a queratina (proteína que compõe os cabelos) além de escudar também o couro cabeludo contra a radiação ultravioleta e contra os radicais livres, que ajudam no envelhecimento celular.

Dr. Álvaro Pereira: Angiologista formado na FMUSP em 1978, residência em Cirurgia Vascular no HCFMUSP, Doutorado em Cirurgia Vascular na Divisão de Bioengenharia do INCOR – HCFMUSP, pós-doutorado no B&H Hospital – Harvard.

Cosmedical 
Empresa especializada em oferecer tratamentos seguros e inovadores aos seus clientes, desde terapia capilar à recuperação de musculatura pós esforço físico com o intuito de promover qualidade de vida, sem dor e sem esforço, tudo ao toque de um botão. Atuando com a alta tecnologia e a eficácia da fotobiomodulação por meio de LEDs, a empresa se tornou referência em equipamentos home device. A COSMEDICAL fabrica, comercializa e importa equipamentos para a saúde, desde 2008

Caroline Carpi

Equipe Agência Contato Comunicação

comunicacao5@contatomcg.com.br

carpicaroline@gmail.com

Tel:  (11) 3251-2359 / 3288-7108

WhatsApp Redação: (11) 9.4565-9078 / (11) 9.9279-6713 / (11)99007-2877

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Transição capilar: Se livrar da química e assumir os cachos pode ser libertador, porém demorado

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Especialista dá 6 dicas preciosas para acelerar o processo de crescimento dos fios durante a transição

Não é novidade que nesta quarentena muitas pessoas estão aproveitando o confinamento para mudar alguns hábitos. Assumir os cachos, aderir à transição capilar, se livrando de tratamentos de alisamento como progressiva/relaxamento e uso de chapinha é um deles.  Entre as adeptas da prática, destacam-se celebridades como a apresentadora Maísa, que não escondeu sua felicidade nas redes sociais. “Aconteceu! Meu primeiro grande corte para eu arrasar no meu programa! Vocês sabem o quanto eu esperei por esse momento e o quanto ele significa para mim e para minha transição capilar”, escreveu a adolescente em seu Instagram. Assim como ela, fazem parte da lista a ex BBB Paula Amorim, além das atrizes, Juliana Paes e Bruna Marquezine.

Adotar o cabelo natural pode ser uma experiência libertadora, mas também muito demorada, afinal é preciso cortar as madeixas para que os fios se livrem de toda química. É comum que o processo de transição do cabelo relaxado para o crespo natural ou cacheado deixe muitas mulheres impacientes e ansiosas, por isso, o angiologista e especialista a em LEDterapia Capilar, Dr. Álvaro Pereira, separou 6 dicas preciosas para aquelas que pretendem acelerar o processo de crescimento dos fios durante a transição. Confira abaixo!

  1. Investir em LEDterapia 

Investir neste tipo de terapia é muito indicado no mundo inteiro para o combate da queda de cabelo e crescimento acelerado dos fios. Essa tecnologia de luz não invasiva estimula os folículos capilares e induz cientificamente o crescimento de cabelos mais grossos, cheios e vistosos. O tratamento vem no formato de capacetes e bonés de LED  Capellux certificados pela ANVISA e com ótimos resultados aos pacientes. Na prática, com apenas 12 minutos diários de uso do boné, ou 7 minutos diários de uso do capacete, o folículo piloso converte a luz vermelha em energia que estimula a circulação sanguínea do couro cabeludo, aumenta a ingestão e otimização de nutrientes no cabelo, resultando no crescimento rápido de fios mais bonitos, vistosos, encorpados, além de reparar danos, combatendo o ressecamento e a queda capilar.

2 – Ficar longe de fontes diretas de calor 

Evitar secadores de cabelo e chapinhas neste período de transição é essencial O calor direto torna o cabelo em transição suscetível a quadras. Quase todo cabelo relaxado apresenta algum nível de dano pelo calor e a exposição ao mesmo de forma prolongada torna o problema pior. Optar pela secagem natural.

3 –  Tomar vitaminas 

Para acelerar a transição capilar,  investir em vitaminas essenciais como biotina e vitamina A; substâncias que aumentam  significativamente o crescimento dos fios.

4- Massagear o couro cabeludo! 

Isto mesmo, pode parecer estranho, mas durante o banho o ato de massagear o couro cabeludo aumenta o fluxo sanguíneo da região, acelerando o crescimento do cabelo.

5- Hidratar o cabelo 

Hidratar o cabelo com mais frequência do que apenas uma ou duas vezes por semana. Durante a transição capilar, o condicionador é o mais novo melhor amigo de toda mulher, isto porque ele funciona como um desembaraçador, algo crucial para  um cabelo saudável em transição.

6 – Aparar o cabelo regularmente 

Reparar regularmente o  cabelo remove as pontas duplas, contribuindo para que os fios cresçam de forma acelerada e saudável; o que os aproxima mais rápido do aspecto natural.

Dr. Álvaro Pereira – Angiologista formado pela FMUSP em 1978, com residência em Cirurgia Vascular no HCFMUSP, Especialista em oferecer tratamentos capilares com LEDterapia, Doutorado em Cirurgia Vascular na Divisão de Bioengenharia do INCOR – HCFMUSP, pós-doutorado no B&H Hospital – Harvard.

Cosmedical  

Empresa especializada em oferecer tratamentos seguros e inovadores aos seus clientes, desde terapia capilar à recuperação de musculatura pós esforço físico com o intuito de promover qualidade de vida, sem dor e sem esforço, tudo ao toque de um botão. Atuando com a alta tecnologia e a eficácia da fotobiomodulação por meio de LEDs, a empresa se tornou referência em equipamentos home device. A COSMEDICAL fabrica, comercializa e importa equipamentos para a saúde, desde 2008.

https://cosmedical.com.br/

https://capellux.com.br/

Abraços, 

Caroline Carpi

Equipe Agência Contato Comunicação

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Mais de 3 mil mulheres são vítimas de violência doméstica e sexual em 2019

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Número representa um aumento de 4% se comparado a 2018. Na maioria dos casos, as vítimas relatam que não há motivos para a violência.

A Delegacia da Mulher de Cuiabá atendeu 3.022 vítimas de violência doméstica e sexual em 2019, conforme dados do Anuário divulgados pela Polícia Civil nessa quinta-feira (20). Esse número representa um aumento de 4% se comparado a 2018, quando foram registradas 2.914 ocorrências.

De acordo com a polícia, o mês de novembro foi o período com mais procedimentos, chegando a 305. Já o dia da semana com mais número de ocorrências é a quarta-feira, com 15,7%, o que representa 464 ocorrências registradas, seguido pela segunda-feira, com 15,1%.

Os dados apontam ainda que o período da noite é quando ocorre a maioria dos casos de violência contra a mulher.

Na Delegacia da Mulher, 936 (31,6%) ocorrências foram registradas entre 18h e 23h59. Se somados às ocorrências da madrugada (8,9%), esse percentual alcança mais de 40% dos registros.

Conforme o Anuário 2019, o crime de ameaça continua sendo o de maior incidência entre as denúncias registradas na Delegacia da Mulher de Cuiabá, com 58,9%, seguido por injúria, que representa 54,4% e lesão corporal, com 16,5%.

A partir do momento em que o descumprimento de medidas protetivas foi tipificado criminalmente, conforme a Lei 13.641/2018, que alterou dispositivos da Lei Maria da Penha, esse crime passou a figurar nas estatísticas e o fato deve ser comunicado pela vítima na Delegacia, quando um novo inquérito policial é instaurado e, imediatamente, comunicado ao juiz sobre a quebra da medida.

Sem motivo

De acordo com o levantamento e os atendimentos realizados pela equipe da delegacia, não há elemento que possam potencializar a prática da violência contra a mulher.

A polícia informou que os registros com o campo da motivação ‘a apurar’ chegam a 58%, seguido pela motivação ‘passional’, com 25,9%.

Para a delegada e coordenadora da Câmara Temática de Defesa da Mulher da Sesp-MT, Jozirlethe Criveletto, a maioria das vítimas não indica que tenha havido um motivo para a prática da violência. Segundo ela, o machismo é o fator principal considerado pela vítima, seguido de sentimentos como ciúmes, posse e pertencimento.

Por G1 MT

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