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Mato Grosso

Conselho de Direitos da Mulher realiza evento para debater políticas públicas

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Assistência, proteção, acolhimento e outros assuntos que remetem aos direitos das mulheres serão temas discutidos durante o 7º Seminário Estadual de Políticas para as Mulheres. O evento, coordenado pelo Conselho Estadual de Direitos da Mulher (CEDM) que é vinculado a Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania, será realizado no dia 3 de maio, das 08h ás 17h30, no auditório da Ordem dos Advogados do Brasil- OAB/MT.

De acordo com a presidente do Conselho, Glaucia Amaral, durante o encontro serão abordados assuntos como a consolidação das metas, compromissos e ações do Plano Estadual de Políticas para Mulheres que irão compor o Plano Plurianual 2020-2023 do estado de Mato Grosso. “Discutindo com a sociedade e a Administração Pública, objetivos concretos de implementação de políticas de igualdade, segurança, saúde, educação todas voltadas para o tema”, pontua.

A secretária da Setasc, Rosamaria Carvalho, destaca a importância discussão do tema para a promoção da defesa dos direitos das mulheres. Conforme ela, o propósito de promover melhorias no atendimento às mulheres, principalmente aquelas que foram vítimas de violência, é uma das bandeiras defendidas pela primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas neste link.  

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Programação

07h30 às 08h00 – Credenciamento 

08h10 às 08h20 – Formação da Mesa de Abertura e Hino Nacional Brasileiro 
Cerimonialista: Glória María Grández Muñoz
Relatora das Mesa 01 e 02: Luciléia Assunção dos Santos e Laura Santiago de Fraga

08h20 às 08h30 – Mesa de Abertura

08h30 às 09h30 – Solenidade de Entrega do Prêmio Estadual “Ruth Marques
Corrêa da Costa”. Coordenadora: Rosana Leite Antunes de Barros – CEDM

09h30 às 11h30 – Mesa 02: Processo de construção do PPA e inserção de Políticas Públicas para Mulheres
Coordenadora: Glaucia Anne Kelly Rodrigues do Amaral – CEDM

1 – Rosana Leite Antunes de Barros – Avanços e Desafios quanto ao Plano Estadual de Políticas Públicas para Mulheres em MT 

2 – Rosamaria Ferreira de Carvalho – Direitos Humanos das Mulheres na Gestão Públicas

3 – Anildo Cesário Correia – PPA: o que é, para que serve e como inserir prioridades no orçamento?

11h30 às 12h – – Debate

13h00 às 13h10 – Apresentação do grupo de dança do ventre terapêutica do Mtmamma

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13h10 às 15h30 – 4 Grupos de Trabalho/GT´s para definição das ações do Plano no PTA e PPA (** cada grupo precisará nomear uma coordenadora e uma relatora)

GT1 – Educação – Coordenação das Conselheiras: Leliane Cristina Borges e Angelina de Oliveira Costa

GT2 – Enfrentamento à violência contra as mulheres – Coordenação das Conselheiras: Rosana Leite Antunes de Barros e Jozirlethe Aparecida Magalhães Criveletto

GT3 – Autonomia e igualdade no mundo do trabalho e cidadania – Coordenação das Conselheiras: Clarissa Lopes Dias e Margarethe Alves Nunes Dias

GT4 – Saúde das mulheres, direito sexual e reprodutivo – Coordenação das Conselheiras: Adriana Catelli Correa e Angela Mesquita 

15:30 às 16:30 – Plenária – Debates
Relatoras da Plenária: Adriana Catelli e Laura Santiago de Fraga

17h00 às 17h30 – Encerramento (certificados enviados posteriormente por e-mail)

Fonte: GOV MT
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Mato Grosso

Polícia Militar forma 56 policiais em curso de Media Training e Mídias Sociais

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Cinquenta e seis policiais militares concluíram o 1º Curso de Media Training e Mídias Sociais oferecido pela Polícia Militar por meio do 1º Comando Regional, no auditório Licínio Monteiro, na Assembleia Legislativa, em Cuiabá.

Durante uma semana, policiais de 11 Comandos Regionais da PM no estado, puderam aprender sobre mídias sociais, propaganda e publicidade, relações públicas, cerimonial e protocolo militar, práticas de entrevistas, seja TV, rádio ou impresso. O curso também apresentou o funcionamento dos veículos de comunicação e o relacionamento com a imprensa.

A coordenadora do curso, tenente-coronel Emirella Martins conta que a iniciativa é inédita na instituição e que o objetivo é dar transparência as ações da Polícia Militar pelas ferramentas digitais e da imprensa.

“O curso permitiu um treinamento muito importante e útil, no dia-a-dia do policial, como conceder entrevistas. Fizemos exercícios sobre isso. Como explicar uma ocorrência de forma que o cidadão possa compreender que estamos nas ruas combatendo o crime, promovendo a segurança de todos. Queremos melhorar sempre nosso desempenho, seja por entrevistas, declarações a mídia, para nos certificarmos que a nossa comunicação com a sociedade esteja ocorrendo de forma assertiva”, explicou a tenente-coronel.

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Para tenente Paulo Jatobá, do 6° Comando Regional em Cáceres, a oportunidade contribui para a boa comunicação e ajuda a mostrar para a população como os policiais combatem a criminalidade no estado, por meio de notícias na imprensa e postagens nas redes sociais.  “Essa capacitação veio na hora certa, e só melhora o nosso trabalho nos 141 municípios do estado de MT. No interior, a imprensa nos dá visibilidade para reforçar para àqueles que insistem em cometer crimes, que a PM é atuante e está trabalhando em prol do cidadão de bem”, contou o tenente.

Palestrantes militares e civis que atuam na Comunicação Social e Marketing Institucional da Polícia Militar colaboraram na formação dos policiais e compartilharam experiências profissionais com os alunos. A capacitação contou também com a participação do tenente do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Minas Gerais, Douglas Constantino Fernandes.  O bombeiro que atuou na catástrofe do rompimento da barragem da Vale, na cidade de Brumadinho, em Minas Gerais, compartilhou experiências de atendimento à imprensa durante a tragédia.

Fonte: GOV MT
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Após dois anos, penitenciária retoma projetos de ressocialização

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Depois de um hiato de dois anos, a Penitenciária Dr. Osvaldo Florentino Leite Ferreira (Ferrugem), em Sinop (500 km ao Norte de Cuiabá), retoma projetos de ressocialização. Nesta sexta-feira (20.09), 18 reeducandos receberam certificados de conclusão do projeto Sinop Bolas. O curso foi iniciado há 45 dias e teve 80 horas de duração. Orientados pelo instrutor Paulo Pacheco, os presos aprenderam a costurar diversos tipos de bolas, sacos de boxe, redes, dentre outros apetrechos esportivos.

Os projetos são todos desenvolvidos pelo Conselho da Comunidade, em parceria com a Secretaria de Estado de Segurança Pública e a Vara de Execuções Penais da comarca. O projeto de Corte e Costura também foi lançado e vai utilizar a mão de obra de 20 presos do regime fechado na confecção de uniformes prisionais e uniformes da rede municipal de ensino.

No mês de agosto foi retomado o projeto Semear, com a participação de 10 recuperandos do regime fechado na produção de 10 mil mudas de abacaxi pérola, além de outros hortifurti como pimentão, jiló, quiabo, batata doce. A comercialização será por meio do Conselho da Comunidade e parceria firmada com cooperativa do município.

Fábrica de produtos de concreto

Outra ação que deve fazer a diferença é a fábrica de artefatos de concreto que deve ser implantada na Penitenciária de Ferrugem, por meio de uma parceria com uma indústria local. Os produtos serão fabricados dentro da unidade pelos presos. As prefeituras da região poderão comprar manilhas, meio fio, vasos de concreto, bancos de praça, dentre outros.

Parte dos recursos arrecadados com a venda dos produtos será aplicada no próprio projeto, na manutenção da penitenciária. Os presos participantes serão remunerados conforme a produtividade. Contudo, o maior benefício será a remição, pois a cada três dias trabalhados um é reduzido na pena.

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O secretário adjunto de Administração Penitenciária da Secretaria de Estado de Segurança Pública, Emanoel Flores, destaca que o trabalho, a qualificação e o estudo são os pilares da ressocialização e que este preso, que deseja deixar a vida do crime, vai retornar uma pessoa melhor, assim que deixar a unidade.

“Mato Grosso é referência no país na qualidade técnica dos agentes penitenciários, no percentual de presos estudando e trabalhando. Temos projetos de ressocialização aos que desejam sair do crime, mas sem esquecer também da disciplina e hierarquia nas nossas 55 unidades prisionais”.

Escolha criteriosa

O diretor da Penitenciária de Ferrugem, João Batista Alves Borba, informa que após a rebelião ocorrida na unidade em abril de 2017, os projetos foram interrompidos. Outro motivo foi uma decisão judicial que proibia que os presos trabalhassem em atividades apenas com o uso de tornozeleira eletrônica, como ocorre em cidades como Cuiabá, Rondonópolis, Cáceres e Água Boa.

“Primeiro que o preso precisa ter interesse de mudar de vida, deixar o crime. Temos realizado uma seleção rigorosa, passa por análise laboral, psicológica, antes de ser autorizado a trabalhar. Não basta só querer, tem que fazer a diferença. O conselho da comunidade também acompanha esse processo”, explicou.

O juiz da Execução Penal da Comarca de Sinop, João Guerra, reforçou que há muito critério na escolha dos presos que vão sair da unidade para fazer os trabalhos extramuros, como no projeto Escola Limpa. De forma voluntária, 25 recuperandos realizam a limpeza e manutenção das escolas públicas de Sinop. O projeto é desenvolvido aos sábados, como a limpeza dos pátios, poda de árvores, limpeza de ar condicionado, manutenção hidráulica e elétrica, pintura e outros pequenos reparos.

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“Quando essas pessoas são levadas a trabalhar numa escola, por exemplo, é porque tem condições, foram escolhidos a dedo. A triagem é muito bem-feita, e a pessoa precisa estar dando um testemunho há muito tempo que nos ajude a formar um juízo de valor que deseja a mudança e terminar a pena e conviver a sociedade”.

Manutenção e investimentos

Cerca de R$ 100 mil são arrecadados mensalmente por meio da cantina  instalada na Penitenciária de Sinop – com previsão legal por meio da Lei de Execução Penal – e os recursos são investidos na manutenção da unidade prisional e nos projetos sociais em prol dos presos, compra de passagens para retorno do egresso do sistema penitenciário para a família, medicamentos, dentre outras ações.

O diretor executivo do Conselho da Comunidade, José Magalhães, explica que desde 2010, a cantina é administrada pelo Conselho e não há circulação de dinheiro entre os reeducandos. A família deposita o dinheiro na conta indicada pelo conselho e o valor fica vinculado à matrícula do preso, que utiliza do crédito para a compra dos produtos no mercado. Os valores são definidos pelo magistrado da Execução Penal.

“A cantina foi criada em 2010 com recursos e sob gestão do Conselho da Comunidade aqui em Sinop. Diferentemente de outras unidades, aqui não circula dinheiro. Do valor arrecadado mensalmente pela cantina, 70% do valor é usado para aquisição de novos insumos da própria cantina, 25% para benfeitorias da unidade prisional e os outros 5% para o custeio administrativo do próprio conselho, com despesa com energia e secretária”, explicou. 

Fonte: GOV MT
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