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Conheça Maia Boitrago, a trancista carioca preferida das celebridades

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A carioca Maia Boitrago tem entre suas clientes mais fiéis Taís Araújo, Jennifer Nascimento, Iza e Lellê – e é destaque nas páginas da Vogue de abril!

Com apenas 3 anos de experiência, a carioca Maia Boitrago é, hoje em dia, um dos nomes mais procurados de celebridades brasileiras para trançar seus cabelos.

Taís Araujo é uma de suas maiores entusiastas e incentivadoras, foi ela quem levou Maia foi ao Projac, na Rede Globo, pela primeira vez. Durante um período, Maia ficou responsável por todos os penteados da atriz e apresentadora no programa Popstar. “Coloco minha personalidade no que faço, cada trança leva a minha assinatura”, diz a trancista.

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Dona de tranças volumosas, que ostenta no tom de rosa, especialmente escolhido para a o shooting da revista, Maia conta que nem sempre exibiu seus cabelos com orgulho, “Me achava horrível, não aceitava meus fios crespos e só convivia com gente de cabelo liso”, lembra. “Decidi usar as tranças pela primeira vez para encobrir uma coisa que eu não gostava, mas hoje as enxergo de uma forma completamente diferente. Não é só um fator estético, elas carregam cultura, aceitação e identidade”, conta.

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Uma das primeiras clientes de Maia, a cantora Iza, estava no mesmo processo de aceitação capilar quando começou a trançar seus cabelos. “Vinha redescobrindo o valor dos meus fios como eles são – e Maia teve tudo a ver com esse processo”, diz Iza. Todas essas transformações tiveram como palco o salão improvisado de Maia, que fica em seu apartamento, na Zona Norte do Rio de Janeiro. Maia conta para a Vogue que agora deseja abrir um salão especializado em crespos, além de ministrar cursos de cabelos afros e tranças. “Sempre penso que, se eu tivesse nascido com os fios lisos, nunca teria encontrado a minha vocação na vida”, finaliza.

Todos os detalhes você confere na matéria “A dona das tranças”, de Bárbara Öberg, na edição de abril da Vogue Brasil, que chega às bancas no dia 28 de março.

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‘Quando parei de alisar o cabelo, entendi meu lugar como cidadã negra no Brasil’, diz a cantora Lellê

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Prestes a participar de um filme da Netflix e de série do GNT, ex-integrante do Dream Team do Passinho lança o primeiro single de sua carreira solo RIO — O black power da menina, que até os 14 anos teve o cabelo alisado pela mãe, foi crescendo junto com seu orgulho negro — à medida que entendia quem era e a importância de valorizar suas raízes, a juba aumentava. Agora, sete anos depois, ela aparece mais armada do que nunca no clipe “Mexe a raba”, primeiro single da carreira solo de Lellê, ex-Lellêzinha do Dream Team do Passinho, que será lançado nesta quinta-feira na internet, pelo selo Blacktape, de Preta Gil.

Dirigido por Lellê (em parceria com Jeff), que assina também o roteiro, o vídeo tem um elenco 100% negro, dançando como se não houvesse amanhã. Antes, ela já havia lançado a música  “Nega braba” para o filme “Correndo atrás”, de Jeferson De. Era ela essa nega braba?

— A letra é o resumo da minha vida: sou favelada, quero dançar funk e tenho orgulho das minhas raízes. Coloquei minha história ali porque as nossas histórias ( da mulher negra no B rasil) são parecidas mesmo. A partir da música, ganhei o apelido. A nega braba é foda, não aceita certas coisas. Sou a nega braba, sim, pela minha história, meu caráter.

Voltando ao cabelo, hoje cada vez mais black, Lellê diz que ele teve papel fundamental na construção da sua autoestima como mulher negra.

— Eu não conhecia meu cabelo. Quando eu era criança, o cabelo natural do negro, o volume, não era considerados legal, aceito. Sempre senti que faltava algo em mim, não me encontrava porque me anulava. — recorda. — A partir do meu cabelo, brincando com ele, comecei a entender o meu lugar como cidadã negra no Brasil. Ao abandonar a química, passei a me olhar e aquilo me deu horizonte. Nunca tinha tido aquela sensação,bom que foi bem cedo.

ascida na Praça Seca, criada pela mãe manicure (o pai morreu quando ela tinha sete anos), Alessandra Aires Landin, a Lellê, de 21 anos, aprendeu a dançar lá pelos 6, graças ao irmão de criação, que aprendia os passos nos bailes funks e os ensinava a ela. Foi descoberta numa batalha de passinho e escolhida para integrar o grupo de dança que a projetou.

Com o primeiro salário, comprou uma geladeira para a mãe e outra para a avó. Ganhou papel em “Malhação”, fez comercial com o cantor colombiano Maluma e cantou com Alicia Keys no Rock in Rio 2017. Agora, ela fará seu próprio show no Palco Sunset (é a atração de abertura). “Vou cantar ‘Proud Mary”, de Tina Turner, e homenagear artistas negros que influenciaram a minha carreira e a minha vida”, conta.

Ela também vai atuar no filme da Netflix “Ricos de amor”, de Bruno Garotti (o mesmo de “Cinderela pop”) e, em agosto, estará em “Autênticas”, série do GNT sobre os bastidores da vida de vários artistas.

Nesta entrevista, ela fala também sobre a mudança de nome e mais sobre.

Maria Fortuna/ Globo

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Bruna Marquezine celebra Dia dos Namorados em jantar dos solteiros

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A atriz reuniu amigos solteiros para um jantar nesta noite do Dia dos Namorados em São Paulo

Depois de passar o dia fotografando para uma campanha em São Paulo, Bruna Marquezine reuniu amigos para um jantar dos solteiros. A atriz e seus amigos escolheram fondue para a noite do Dia dos Namorados

Entre os integrantes do grupo está João Figueiredo, que viajou com a atriz para a África em março. “Nunca mais chamo esses solteiros pra comemorar o Dia dos Namorados”, brincou a atriz ao mostrar um vídeo do grupo cantando no restaurante. “Que vergonha”, divertiu-se (veja vídeos abaixo).

Bruna está solteira desde o fim de seu namoro com Neymar, em outubro de 2018.

Redação Marie Claire

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