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Confira lista de municípios com classificação de risco muito alto de contaminação

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Assessoria

A Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT) divulgou nesta sexta-feira (26.06), o Boletim Informativo n°110com o panorama da situação epidemiológica da Covid-19 em Mato Grosso. O documento mostra (a partir da página 9) que 15 municípios do Estado configuram na classificação com risco “muito alto” para o novo coronavírus: Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis, Sorriso, Primavera do Leste, Lucas do Rio Verde, Nova Mutum, Tangará da Serra, Campo Verde, Cáceres, Matupá, Querência, Pedra Petra, Nossa Senhora do Livramento e Porto Esperidião.

Ainda de acordo com informações contidas no boletim, outros 64 municípios estão na classificação de risco “alto” para a disseminação do coronavírus: Pontes e Lacerda, Sinop, Barra do Garças, Marcelândia, Campo Novo do Parecis, Guarantã do Norte, Poconé, Vila Rica, Vila Bela da Santíssima Trindade, Peixoto de Azevedo, Jaciara, Água Boa, Diamantino, Nova Ubiratã, Poxoréu, Canarana, Mirassol do Oeste, Feliz Natal , Sapezal, Santo Antônio do Leste, Juína, Porto do Gaúchos, Santa Carmem, Juscimeira, Pontal do Araguaia, Ribeirão Cascalheira, Vera, Alto Araguaia, Chapada dos Guimarães, Jangada, Gaúcha do Norte, Santo Antônio do Leverger, Nova Santa Helena, Barra do Bugres, Ipiranga do Norte, Juara, Campinápolis, Colíder, Lambari D’ Oeste, Terra Nova do Norte, Claudia, General Carneiro, Juruena, São José dos Quatro Marcos, Curvelândia, Santa Cruz do Xingu, São José do Rio Claro, Tabaporã, Alto Garças, Itiquira, São Felix do Araguaia, Arenápolis, Nova Maringá, Novo Santo Antônio, São José do Povo, Alto Paraguai, Dom Aquino, Rio Branco, Serra Nova Dourada, União do Sul, Brasnorte, Porto Alegre do Norte, Nortelândia e Nova Brasilândia . Todos os municípios listados acima devem adotar medidas restritivas de circulação local de pessoas, para conter o avanço da doença.

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O Governo de Estado publicou novo decreto restringido ainda mais as medidas que devem ser adotadas pelos municípios, com base na classificação de risco para prevenir a disseminação da Covid-19. O Decreto n° 532 foi publicado na edição extra do Diário Oficial de 24 junho. O documento altera as tabelas de classificação de risco, criando uma terceira tabela. Para saber mais  clique AQUI .

O sistema de classificação que indica o nível de risco é definido por cores: muito alto (vermelho), alto (laranja), moderado (amarelo) e baixo (verde). De acordo com a definição dos riscos é necessária a adoção de medidas restritivas para o controle da propagação do coronavírus nas cidades. Os indicadores de classificação de risco são atualizados duas vezes por semana e os resultados são divulgados nos Boletins informativos da SES-MT disponíveis neste link.

Veja a tabela de classificação de risco por município

Recomendações e cuidados

– Evitar contato próximo com pessoas que sofrem de infecções respiratórias agudas;

– Usar máscara quando sair de casa;

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– Evitar aglomerações;

– Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;

– Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;

– Evitar contato próximo com pessoas doentes. Ficar em casa quando estiver doente;

– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;

– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

Secretaria Adjunta de Comunicação (Secom)
Governo do Estado de Mato Grosso


Tel.: (65) 3613-4300
www.mt.gov.br


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Confundida com animal, índia de Barra do Bugres leva tiro durante caçada na aldeia e morre

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Indígena da etnia Bororo, identificada como Marinalva Zaqueimae Corezomae, 33, morreu após levar um tiro durante uma caçada dentro das terras da Aldeia Umutina, em Barra do Bugres. Vítima estava com a família durante a caça e acabou sendo confundida com possível animal.

Ela chegou a ser socorrida, mas não resistiu e morreu em uma unidade de saúde da cidade. Conforme as informações da Polícia Civil, a caça ocorria por volta das 12h de quinta-feira (25).

Os indígenas saíram em caça por dentro das suas terras, quando o grupo se dividiu. Em determinado momento, Marinalva foi atingida por um tiro na clavícula. Ela foi socorrida pelos familiares e levada até uma unidade de saúde que atende os índios, na região da Aldeia Piapó.

Lá, foi colocada em uma ambulância e encaminhada em estado grave para o Pronto-Socorro de Barra do Bugres. Quando a equipe médica se preparava para o atendimento, perceberam que a vítima já estava sem sinais vitais.

Polícia Civil esteve no local  e, por se tratar de uma indígena, acionaram os órgãos federais. Família deve ser ouvida ainda nesta sexta-feira (25).

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yuri@gazetadigital.com.br

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Chuvas esparsas interrompem queda do volume de água no rio Paraguai; sobe 1 centímetro em cada 24 horas

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As chuvas esparsas verificadas em algumas regiões do Estado interrompem, lenta e gradativamente, a queda acentuada do volume de água, no rio Paraguai, em Cáceres. O nível do rio vem subindo em média, um centímetro, por dia. Na quinta-feira (24/9) estava com 55 centímetros, nesta sexta-feira, está com 56 centímetros.

De acordo com a Agência Fluvial, responsável pela aferição, o aumento do volume de água ocorre desde o último final de semana, quando choveu, em várias regiões do Estado, inclusive, na capital. A estiagem de quase quatro meses, fez com que o rio tivesse um dos menores níveis desde o início da aferição, pela agência fluvial desde 1966, há 54 anos.

 Neste ano, o menor volume, em Cáceres, ocorreu nos dias 19 e 20 de setembro quando se estacionou em 52 centímetros.

A situação é semelhante, no Mato Grosso do Sul. Lá a aferição é feita pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM). E, aponta que no dia 14 de setembro, o rio na região de Ladário mediu 29 centímetros, o menor volume da história. O CPRM monitora o rio há 26 anos. Em anos normais, nessa mesma época do ano, o rio em Ladário, passa dos três metros.

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Pesquisador sul-matogrossense Marcelo Parente Henrique afirma que, desde o mês de junho, o monitoramento já indicava a tendência de uma seca severa na região pantaneira. De acordo com o registro do histórico de dados nas estações, os meses de junho e julho concentram dois terços do auge das cheias anuais da região.

“No final de junho, quando ocorrem normalmente os picos das cheias na região, neste ano, a bacia do rio Paraguai já apresentava cotas de nível d’água dos rios muito abaixo do normal em Cáceres, Porto Conceição, Ladário, Porto Murtinho e Cuiabá, o que já sinalizava para a possibilidade de ocorrência de uma vazante mais rigorosa”, explica Henriques.

Diz que sem a cheia, os campos pantaneiros não alagaram e a vegetação aquática secou e virou combustível para as chamas, o que justifica o número excessivo de queimadas em todo Pantanal Mato-grossense. O especialista afirma que o pantanal não passa por uma seca como a atual há 50 anos.

Sinézio Alcântara – Expressão Notícias

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