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Com promoção, Atlético-PR vê renda e público duplicarem na Baixada

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Arena da Baixada Atlético-PR Chapecoense (Foto: Fernando Freire)Com promoção, média é de 27 mil pagantes; sem, cai para 13 mil (Foto: Fernando Freire)

As promoções realizadas pelo Atlético-PR em 2016 têm dado resultado. Mesmo com ingressos mais baratos, como nos jogos contra Criciúma (pela Primeira Liga) e Chapecoense (pela Copa do Brasil), tanto o público quanto a renda duplicaram (confira a lista abaixo).

Considerando os dois jogos com ingressos a R$ 50, a média é de 27.725 pagantes e de R$ 513 mil de renda. Nas outras partidas, com valores tradicionais, de R$ 100 a R$ 500, os números caem para 13.505 pagantes e R$ 234 mil de renda.

A diretoria rubro-negra, porém, evita realizar muitas promoções para não desvalorizar seus planos de sócios. As principais categorias custam R$ 100 (nos setores atrás dos gols) e R$ 150 por mês (nas retas). Os associados têm acesso a todos os jogos do Furacão como mandante, e o preço fica, em média, na casa dos R$ 35 por jogo.

Na venda de ingressos para a partida contra a Chape, inclusive, os torcedores realizavam um cadastro para que o clube pudesse, na sequência, procurá-los para oferecer os planos de sócios. O Atlético-PR conta atualmente com 22 mil sócios. O objetivo é chegar, até o final do ano, aos 30 mil. Mas o discurso, desde a reinauguração da Baixada, é conquistar 40 mil sócios.

Os ingressos para a partida contra o Fluminense já estão à venda. Nos setores Coronel Dulcídio inferior, Buenos Aires superior, Brasílio
Itiberê e Getúlio Vargas, a entrada custa R$ 100, e a meia, R$ 50. Na
área VIP, a inteira sai por R$ 350, e a meia, R$ 175. O clube não
comercializa bilhetes para o setor Buenos Aires Inferior, que tem acesso
biométrico. Os bilhetes para a torcida do Fluminense também custam R$
100 a inteira e R$ 50 a meia. A venda ocorre nas bilheterias da Baixada, pelo Disk Ingressos e também pelo site do clube.

Confira os números em jogos com e sem promoção na Arena da Baixada:

Com promoção (inteira por R$ 50 e meia por R$ 25)

Atlético-PR 1×0 Criciúma (Primeira Liga): 33.270 pagantes; R$ 546.824,96
Atlético-PR 0x0 Chapecoense (Copa do Brasil): 22.181 pessoas; R$ 479.740,00

Sem promoção (ingressos de R$ 100 a R$ 500 a inteira)

Atlético-PR 1×1 Foz do Iguaçu (Campeonato Paranaense): 8.677 pagantes; R$ 84.521,44
Atlético-PR 4×0 PSTC (Campeonato Paranaense): 7.900 pagantes; R$ 85.491,70
Atlético-PR 0x2 Coritiba (Campeonato Paranaense): 22.597 pagantes; R$ 562.163,58
Atlético-PR 2×0 Londrina (Campeonato Paranaense): 12.471 pagantes; R$ 190.111,94
Atlético-PR 1×0 Brasil de Pelotas (Copa do Brasil): 9.394 pagantes; R$ 114.010,00
Atlético-PR 2×1 Paraná (Campeonato Paranaense): 14.796 pagantes; R$ 250.632,47
Atlético-PR 3×0 Coritiba (Campeonato Paranaense): 26.357 pagantes; R$ 749.330,46
Atlético-PR 5×0 Dom Bosco ( Copa do Brasil): 8.213 pagantes; R$ 95.680,00
Atlético-PR 1×1 Atlético-MG (Campeonato Brasileiro): 11.804 pagantes; R$ 112.141,24
Atlético-PR 2×1 Figueirense (Campeonato Brasileiro): 10.479 pagantes; R$ 172.350,00
Atlético-PR 1×0 Santa Cruz (Campeonato Brasileiro): 11.863 pagantes; R$ 64.039,87
Atlético-PR 1×0 Santos (Campeonato Brasileiro): 15.369 pagantes; R$ 395.520,00
Atlético-PR 2×0 Grêmio (Campeonato Brasileirão): 16.838 pagantes; R$ 426.600,00
Atlético-PR 1×0 América-MG (Campeonato Brasileiro): 10.137 pagantes; R$ 35.103,70
Atlético-PR 1×1 Vitória (Campeonato Brasileiro): 15.683 pagantes; R$ 175.213,08

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Depois de rodada polêmica, Autuori elogia arbitragem em jogo tranquilo

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Em meio a tantos ataques em relação à arbitragem no Campeonato Brasileiro, a categoria do apito ganhou elogios do técnico Paulo Autuori, depois da derrota do Atlético-PR por 1 a 0 para o América-MG. Na Arena Independência, a facilidade da disputa não minimizou os comentários positivos do treinador sobre o paulista Luiz Flávio de Oliveira. 

Luiz Flávio de Oliveira ilha do retiro (Foto: Aldo)Luiz Flávio de Oliveira recebeu elogios nominais do técnico Paulo Autuori (Foto: Aldo)

? Não poderia sair daqui sem fazer um elogio ao árbitro. Quando se fala tanto de arbitragem. do Luiz Flávio, era assim com o Paulo César, irmão dele, também. Não posso deixar de realçar aqui a qualidade, a categoria e a sobriedade dele. Em um momento de muitos problemas, ter um árbitro desse, para nós profissionais, quando entramos em campo, ter uma figura como o Luiz Flávio nos dá total garantia de que vai ser um jogo tranquilo em relação às decisões que um trio de arbitragem tem que ter. Parabéns a ele.

Ao contrário de pelo menos quatro partidas da 32ª rodada do campeonato, o jogo do Furacão com o time mineiro deu pouco trabalho para o árbitro. Foram apenas 14 faltas ? a partida menos faltosa dentre todas as disputadas nesta fase. Em toda a rodada, a média foi de 29,5 faltas por confronto. Nenhum cartão foi aplicado. 

Na rodada, a questão da arbitragem foi central em pelo menos quatro confrontos. Em Curitiba, o rival Coritiba reclamou do critério para expulsão do atacante Kleber contra o Fluminense, em um lance supostamente desmedido. No Maracanã, no empate em 2 a 2 entre Flamengo e Corinthians, o atacante Paulo Guerrero marcou um gol em posição de impedimento. Na partida entre Palmeiras e Sport, em São Paulo, o time visitante reclamou de um pênalti não marcado. A briga entre Edílson e Rodrigo Dourado, no clássico Grenal, também colocou a arbitragem em discussão.  

Tranquilo em campo, ruim para a tabela do Furacão. A derrota deixou o time na sétima colocação, com 48 pontos. O próximo confronto é no sábado, contra o Cruzeiro, na Arena da Baixada. A partida está marcada para às 16h30 (horário de Brasília). 

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De volta ao time, Nikão diz não saber motivos de atuações ruins fora de casa

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A derrota por 1 a 0 para o América-MG, na Arena Independência, pela 32ª rodada do Campeonato Brasileiro, foi a oitava seguida do Atlético-PR fora de casa. O time está o mesmo tempo sem balançar as redes como visitante. O meia Nikão, que retornou ao elenco em Belo Horizonte, depois de três meses de recuperação, criticou o retrospecto, mas disse não saber o que precisa ser feito para motivar o time longe de seus domínios. (confira acima o vídeo dos melhores momentos)

? Se eu soubesse como, a gente já tinha resolvido. É uma situação que não dá para falar que é A ou B. Os nossos números são tão bons dentro de casa que a gente continua brigando pelo G-6, mesmo perdendo tanto fora de casa. Temos que procurar um jeito de vencer. O time está tentando de todas as maneiras. Tem dias que as coisas não acontecem. E é justamente fora de casa que são os momentos que as coisas não estão acontecendo. A gente tá procurando uma explicação para poder vencer. Temos que procurar um jeito de somar pontos. Se a gente quer brigar pelo G-6, temos que somar pontos fora de casa ? decretou o jogador. 

américa-mg x atlético-pr brasileiro (Foto: Marco Oliveira/Atlético-PR)Atlético-PR quase não atacou durante o jogo contra o América-MG (Foto: Marco Oliveira/Atlético-PR)

Pelo Brasileiro, a última vez que o Furacão venceu sem mandar a partida foi contra o Cruzeiro, no Mineirão. Na 14ª rodada, o Atlético fez 3 a 0 no time mineiro. Foi também a última vez que a equipe fez gols fora de casa. Para Nikão, o desempenho reflete na tabela, mas não afeta os jogadores de forma negativa.

? Em números, se for pensar, afeta sim. Mas a gente, como jogador, não. A gente está procurando jogar, procurando vencer. A gente jogou na Vila o último jogo e vencemos. Em casa, estamos há muitos jogos sem perder. Só que fora a gente não está conseguindo ganhar, fazer gols e repetir as atuações que a gente tem tido dentro de casa quando jogamos fora ? avaliou. 

Esse assunto já está ficando repetitivo. A equipe veio com propósito de jogo, mas isso não nos levou a concluir gols. 

Lucas Fernandes, meia do Atlético-PR

 Titular da partida, o meia Lucas Fernandes ficou em campo até os 10 minutos do segundo tempo, antes de dar lugar para Giovanny. De acordo com o jogador, o erro do Atlético-PR em Belo Horizonte foi não cumprir o que havia sido proposto. Para a sequência, Lucas Fernandes aponta uma solução. 

? Complicado falar, porque esse assunto já está ficando repetitivo. A equipe veio com propósito de jogo, mas isso não nos levou a concluir gols. Tem que levantar a cabeça. Contávamos com essa vitória pelo trabalho que vínhamos fazendo. Nossa equipe controlou o jogo. Infelizmente, não conseguimos concluir a gol. Quando isso não acontece, a gente tem que lamentar e continuar trabalhando ? disse o meia. 

Na sétima colocação, a derrota deixou o Furacão fora do G-6, com 48 pontos na tabela. O próximo confronto é no sábado, contra o Cruzeiro, na Arena da Baixada. A partida está marcada para 16h30 (horário de Brasília). 

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