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Com mais de 5 mil focos de incêndio no ano, MT começa período proibitivo das queimadas

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O período de proibição das queimadas em zona rural começou neste domingo (15) e vai durar 90 dias, até o dia 15 de outubro, podendo ser prorrogado.

Mais de 21 mil focos de incêndio já foram registrados no país neste ano. Desses, mais de 5 mil foram registrados em Mato Grosso, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

O período de proibição das queimadas em zona rural começou neste domingo (15) e vai durar 90 dias, até o dia 15 de outubro, podendo ser prorrogado.

De acordo com o Inpe, do dia 1º de janeiro ao 14 de julho foram registrados 5,2 mil focos de queimadas em Mato Grosso.

Os mato-grossenses devem se preparar para dias mais secos nas próximas semanas depois de enfrentar, em mais de três ocasiões, temperaturas baixas causadas por frentes frias.

Prevenção

Um plano de ação com medidas de prevenção e combate a incêndios elaborado pela Concessionária Rota do Oeste para ampliar a segurança na BR-163 e evitar a incidência de queimadas e fumaça ao longo do trecho sob concessão.

Entre as ações preventivas adotadas rotineiramente pela Rota do Oeste estão a formação de aceiros, roçadas e supressão vegetal.

A Concessionária dispõe ainda de equipamentos para combate das chamas, como caminhões-pipa e abafadores em todos os veículos de inspeção da rodovia, além de estrutura para acionar o Corpo de Bombeiros de forma mais célere para atendimento em ocorrências de maiores proporções.

Em 2018, a Rota do Oeste atendeu 74 ocorrências relacionadas a queimadas. No período proibitivo de 2017 foram registrados 268 casos.

Cuidado e prevenção

Além de prejudicar o meio ambiente com a morte de espécies da fauna e da flora, as queimadas colocam em risco a segurança de quem trafega pela rodovia. Algumas dicas podem evitar as queimadas:

  • Não jogue lixo na rodovia, principalmente latas, vidros e bitucas de cigarro
  • Evite descartar tecidos sujos com material combustível (graxa, gasolina, querosene, etc);
  • Acione a PRF (191) ou Rota do Oeste (0800 065 0163) em caso de fumaça às margens da rodovia;
  • Alerte a Concessionária sobre incidência de fogo ou fumaça nas bases de atendimento ou praças de pedágio;
  • Nunca tente apagar incêndio às margens da rodovia. O correto é acionar a concessionária para que as providências sejam adotadas com segurança.
  • Por G1 MT
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MPF aciona IPHAN, governo do Estado e prefeitura para tomar providências sobre prédios tombados abandonados em Cáceres

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Ministério Público Federal em Cáceres (MPF/MT) ingressou com Ação Civil Pública (ACP) na Justiça Federal contra o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o Estado de Mato Grosso e o Município de Cáceres. A ação objetiva a imposição aos réus da obrigação de planejar e executar uma política pública dirigida ao conjunto arquitetônico, paisagístico e urbanístico tombado de Cáceres.

De acordo com a ACP, conforme constata qualquer pessoa que transita pelas ruas centrais de Cáceres, o estado de abandono de inúmeros imóveis localizados na poligonal tombada pelo Iphan e o Estado de Mato Grosso revela a inexistência de uma política pública, isolada ou integrada, de gestão do patrimônio material cacerense. Inclusive a administração municipal de Cáceres tem exposto uma intenção latente de destombar a região central, fomentando na comunidade local a tese de que tombamento seria um atraso para a cidade.

O descaso com o patrimônio cultural cacerense é tão profundo que a administração municipal conseguiu permitir que o prédio do antigo governo municipal fosse atingido por um grave incêndio na manhã do dia 07/10/2015, dia seguinte ao aniversário de 237 anos de fundação de Cáceres. O edifício é uma das obras de maior vulto da região central, e com importância histórica para a sociedade local indiscutível.

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Além disso, o Iphan, estado e município, não conseguem dialogar e estabelecer uma política pública coordenada e integrada de proteção e promoção do conjunto tombado. As atividades de fiscalização realizadas são insuficientes e colocam o bem tombado em risco.

A intervenção urbana se faz necessária, na qual é importante a implementação de um projeto-piloto de recuperação de fachadas, que pudesse ter início em curto espaço de tempo, com o objetivo de incentivar a comunidade a zelar pelo patrimônio edificado.

Há de se reconhecer que diversas ações no campo patrimonial dependem de recursos. No entanto, não se pode admitir que a inexistência de recursos infindáveis possa comprometer a elaboração e implementação de uma política pública no campo da preservação.

Diante disso, o MPF requer que o Iphan, Estado de Mato Grosso e Município de Cáceres instituam um grupo de trabalho integrado e definam uma política pública coordenada de proteção e promoção do conjunto arquitetônico, urbanístico e paisagístico tombado de Cáceres, contendo as ações de curto, médio longo prazo, pelo menos pelos próximos cinco anos e os meios de formalização da gestão tripartite.

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Por Assessoria/MPF

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MPE-MT acompanha investigações para descobrir motivo de mortandade de peixes no Rio Paraguai

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Pescadores encontraram diversos peixes mortos nesse domingo (17) no Rio Paraguai. Os peixes mortos estavam tanto dentro quanto fora do rio.

O Ministério Público Estadual (MPE) monitora a coleta e análise de amostras do Rio Paraguai, na região da APA Nascentes do Rio Paraguai, em Alto Paraguai, a 219 km de Cuiabá, para verificar as causas da mortandade de peixes divulgada nas redes sociais desde esse domingo (17).

Os próprios moradores coletaram água do rio suspeitando que houve contaminação no local e o material deve ser analisado. De acordo com a prefeitura, o abastecimento de água em Alto Paraguai foi suspenso no mesmo dia por conta da contaminação da água.

O que se especula é que a contaminação tenha ocorrido no interior da referida unidade de conservação.

Na ocasião, foram detectados princípios ativos de substâncias para os quais não há limites de segurança previstos no Brasil, tanto para água potável quanto para água superficial, como o Clomazone, Imidacloprido, Propoxur e Tiametoxam.

De acordo com informações da 2ª Promotoria de Justiça de Diamantino, a 229 km de Cuiabá, o relatório técnico foi anexado aos autos das ações civis públicas já propostas, bem como nos recursos interpostos pelo MPE. Atualmente, existem 19 processos em tramitação na 1ª Vara Cível do município sobre o assunto.

Por G1 MT

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