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Colégio Eleitoral de Cáceres poderá ter 25 mil títulos cancelados

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Se não houver prorrogação de prazo para cadastramento biométrico o Colégio Eleitoral de Cáceres poderá perder cerca de 40% do seu eleitorado, composto de 62.200 eleitores. Previsto para encerrar no próximo dia 29, até na última sexta-feira (15/3), conforme o Cartório Eleitoral, menos de 50% – equivalente a 31 mil eleitores – havia feito o cadastramento. Pelos cálculos poderão ser cancelados, cerca de 25 mil títulos.

O recadastramento biométrico, em todo país, teve início em novembro de 2015. A campanha em Cáceres, conforme o diretor do cartório, Yury da Costa e Faria, começou no dia 3 de dezembro do ano passado. “Infelizmente mais de 25 mil títulos podem ser cancelados, se não houver a prorrogação. A exemplo do que acontece em todo país, os eleitores de Cáceres também deixaram para última hora e correm o risco de cancelamento dos títulos”.

Conforme o chefe do cartório estão sendo realizados, em média, cerca de 500 cadastramentos diários. Sendo 400 no Cartório Eleitoral e cerca de 100 no Ganha Tempo. “Se em mais de dois meses foram cadastrados apenas 50% do eleitorado, dificilmente o restante será feito em 10 dias” diz assinalando que o cartório recebeu apoio da prefeitura e da Câmara que cederam 12 funcionários para auxiliar no trabalho. Mesmo assim, dificilmente alcançará o objetivo.

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Além da zona urbana, na semana passada, as equipes passaram a realizar o cadastramento biométrico na zona rural. Somente, no distrito da Sadia foram realizados 120 cadastramentos. Yuri Faria informou que, após o dia 29 de março, o Cartório Eleitoral voltará o funcionamento normal. “Vamos continuar com o trabalho, mas perderemos a ajuda da prefeitura e da Câmara. Passaremos a atender apenas com a nossa equipe, formada por 3 pessoas”.

Para fazer a revisão com cadastro biométrico é necessário apresentar um documento oficial de identificação (RG, CNH, carteira de trabalho, carteira profissional, dentre outros definidos em lei), e comprovante de residência (conta de luz, água, telefone, boleto de IPTU, contrato de aluguel, dentre outros definidos pelo Juiz Eleitoral). No caso de homens com mais de 18 anos e que irão requerer a primeira via do título (alistamento), é necessário também, apresentar o comprovante de quitação com o serviço militar.

O eleitor com o título cancelado não poderá: se inscrever em concurso ou prova para cargo ou função pública, investir-se ou empossar-se neles; obter passaporte ou carteira de identidade; renovar matrícula em estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo; e participar de concorrência pública ou administrativa da União, dos estados, dos territórios, do Distrito Federal ou dos municípios, ou das respectivas autarquias.

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Editoria – Sinézio Alcântara

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Agressor de violência doméstica terá de reembolsar SUS

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Em esforço concentrado para apreciar propostas de interesse da bancada feminina, Câmara e Senado aprovam projetos para vítimas de violência

O agressor em casos de violência doméstica e familiar será obrigado a pagar os custos com os serviços de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS) e também os dispositivos de segurança usados no monitoramento das vítimas. É o que prevê o projeto aprovado pelos senadores na noite de terça-feira (19).

O projeto modifica trechos da Lei Maria da Penha.

O ressarcimento será revertido ao ente público à qual pertence a unidade de saúde que prestar o serviço.

O texto impede que o agressor utilize o patrimônio da vítima ou dos seus dependentes para efetuar o pagamento.

O projeto volta à Câmara, porque foi alterado no Senado.

Já os deputados federais, aprovaram o projeto de lei que estabelece prioridade de matrícula a filhos de mulher que sofre violência doméstica. Segundo o texto da relatora, deputada Bruna Furlan (PSDB-SP), o juiz poderá determinar a matrícula dos dependentes da vítima em instituição de educação básica mais próxima do seu domicílio, independente da existência de vaga.

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Autora da proposta, a deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), destaca que as matrículas não podem ser negadas “no momento em que a vítima mais precisa”.

O projeto garante a prioridade até a conclusão da educação básica aos 17 anos, contemplando inclusive o ensino médio.

A matéria segue agora para análise do Senado

http://audios.ebc.com.br/7b/7bcee857928b5b99d9cf6518702e4d6f.mp3

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Mirassol D’Oeste (MT) abre processo seletivo com salário de até R$ 17 mil

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A Prefeitura de Mirassol D’Oeste, a 329 km de Cuiabá, divulgou um edital de processo seletivo que prevê 67 vagas no município. Segundo a prefeitura, as inscrições começam no dia 29 de março. Os salários vão de R$ 1.006,28 até R$ 17.512,29.

Os cargos são para todos os níveis de escolaridade: auxiliar administrativo, auxiliar de tributação, agente administrativo, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, médico, merendeira, motorista, psicólogo, técnico em contabilidade, assistente social, auxiliar administrativo, auxiliar de desenvolvimento infantil, cadastrador social do Bolsa Família, educador social, entrevistador social, educador para idosos, monitor de escola, monitor de informática, monitor de recreação, orientador social, enfermeiro, assistente de informática, bioquímico, mecânico de máquinas pesadas, nutricionista, odontólogo, operador de máquinas pesadas, técnico de enfermagem e outros.

Os interessados devem acessar o site da prefeitura até o dia 17 de abril.

Por G1 MT

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