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Cientistas criaram um pequeno peixe robô que está programado para tirar microplásticos dos mares e oceanos a nadar e absorvê-los no seu corpo.

“É de grande importância desenvolver um robô para recolher com precisão microplásticos poluentes do ambiente aquático”, disse Yuyan Wang, investigador na Universidade de Sichuan e um dos principais autores do estudo. “Até onde sabemos, é o único exemplo de robôs macios”, indicou o cientista ao jornal The Guardian.

O peixe robô tem cerca de 13 mm de comprimento e graças a um sistema de laser na sua cauda, nada e bate as asas a quase 30 mm por segundo, semelhante à velocidade a que o plâncton flutua no mar.

De acordo com o estudo, este peixe consegue puxar até 5 kgs e absorver os microplásticos uma vez que as tintas e metais pesados presentes nestes materiais têm uma interação com os materiais do peixe, que os faz agarrar-se à sua superfície.

“Depois de o peixe recolher os microplásticos na água, os investigadores conseguem analisar a composição e a toxicidade fisiológica dos microplásticos”, disse Wang.

O material de que são feitos este pequenos peixes robos terá habilidades regenerativas, disse o investigador. Por isso o peixe conseguirá regenerar-se até 89% e continuar a absorver mesmo em correntes mais agressivas, o que pode acontecer se ele for procurar microplásticos em águas mais agitadas.

 

Fonte: https://www.dn.pt/sociedade/cientistas-criam-peixe-bionico-para-tirar-microplasticos-do-mar-14960055.html#:~:text=Este%20peixe%20rob%C3%B4%2C%20com%2013,os%20micropl%C3%A1sticos%20no%20seu%20corpo.&text=Cientistas%20criaram%20um%20pequeno%20peixe,absorv%C3%AA%2Dlos%20no%20seu%20corpo.

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Censo 2022 começa nesta segunda; veja como identificar o recenseador

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Censo 2022 começa nesta segunda; veja como identificar o recenseador

Até novembro, serão visitados 75 milhões de domicílios em 5.568 municípios, incluindo aldeias indígenas e quilombolas

ECONOMIA| Do R7

TÂNIA REGO/AGÊNCIA BRASIL-06/09/2021

Censo 2022 começa nesta segunda-feira (1º), com mais de 183 mil recenseadores que visitarão 75 milhões de residências em 5.568 municípios do país, incluindo aldeias indígenas e quilombolas.

Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), além de saber o tamanho da população, estimada, atualmente, em 215 milhões de habitantes, o Censo vai tirar uma fotografia detalhada dos brasileiros para mostrar as principais caraterísticas socioeconômicas: idade, sexo, cor ou raça, religião, escolaridade, renda, saneamento básico dos domicílios etc.

Até o início de novembro, os recenseadores visitarão cada domicílio do país. Os primeiros resultados do Censo 2022 têm divulgação ainda no fim deste ano. Outras análises e cruzamentos de dados serão divulgados ao longo de 2023 e 2024.

No Censo 2022, haverá dois tipos de questionário: o questionário ampliado ou da amostra com 77 perguntas, que será aplicado em 11% dos domicílios do país; e o questionário simplificado ou básico com 26 perguntas, que será aplicado em 89% dos domicílios.

O trabalho contará com três formas de abordagem para preenchimento dos questionários: presencial (Computer-Assisted Personal Interviewing — Capi), por internet (Computer-Assisted Self Interviewing — Casi) e por telefone (Computer-Assisted Telephone Interviewing — Cati).

Para realizar a entrevista, os recenseadores deverão contatar todos os domicílios da sua área de trabalho, visando entrevistar os moradores (se precisar, podendo voltar em dias e horários alternativos, inclusive à noite e/ou nos fins de semana).

Cada visita do agente de coleta fica registrada no DMC (Dispositivo Móvel de Coleta), tipo de smartphone. Ao não encontrar os moradores do domicílio, o recenseador pode deixar um bilhete de recados com seu contato.

Entrevista poderá ser por internet ou telefone

Após realizadas as tentativas de contato pelo recenseador, caso não tenha sucesso, o supervisor deixa uma carta a respeito da obrigatoriedade da prestação de informações estatísticas e das possíveis sanções previstas pela lei do sigilo estatístico. Caso identifique que é um domicílio vago ou de uso ocasional (veraneio), ele registra no DMC.

Já as abordagens alternativas, por internet ou telefone, serão feitas de forma mista com a presencial. A entrevista presencial é importante, pois o recenseador pode esclarecer dúvidas do recenseado durante a conversa.

Para responder pela internet, o informante deverá aguardar a visita do recenseador, que vai cadastrar seu email e seu celular (para recebimento de SMS) no sistema. Para o email e o celular será enviado um token (eticket), que será usado para acessar o questionário do censo. O preenchimento é totalmente online e não é necessário baixar nenhum aplicativo ou documento.

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Cáceres e Região

Especialistas alertam sobre os perigos do uso de cigarros eletrônicos

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Da Redação

O famoso “vape”, como é conhecido popularmente o cigarro eletrônico, tem gerado preocupação da saúde pública, com o aumento do consumo por jovens e adolescentes. Entre os perigos que podem causar, um dos principais problemas constatados é a Lesão Pulmonar Associada a Produto de Vaping ou Cigarro Eletrônico, conhecida como Evali (E-cigarette or Vaping product use-Associated Lung Injury), além de aumentar os riscos para complicações relacionadas à Covid-19.

Os cigarros eletrônicos entraram no mercado americano em 2007 e são conhecidos por vários nomes diferentes, entre eles o vape, e-cigs e pendrive. Estes dispositivos são alimentados por bateria de lítio e contém um refil, que armazena um líquido composto por nicotina, solventes, água e várias outras substâncias, como flavorizantes. Esta bateria, ao aquecer o líquido dentro do dispositivo, gera aerossóis que, além da nicotina, contém outras substâncias que podem ser cancerígenas. 

De acordo com pneumologista e professor da IDOMED, Daniel Messias Martins Alves Neiva, o objetivo principal do vape é gerar vaporização de nicotina, que é uma substância que age sobre o sistema nervoso central gerando dependência. Além da dependência química, a questão comportamental também é um agravante.

“Os cigarros eletrônicos não exalam odores ruins e, por isso, são mais aceitos socialmente e utilizados de maneira descontrolada por adolescentes e adultos. Várias entidades médicas já caracterizam o uso como uma epidemia de saúde pública, devido ao seu abuso, aos efeitos ainda não totalmente elucidados e à pouca (ou nenhuma) regulação da sua comercialização”, alerta. 

A produção, venda, importação e propaganda dos cigarros eletrônicos são proibidas no Brasil, mas a indústria vem utilizando a internet e as redes sociais para vender ilegalmente estes produtos no país.

“Os Vapes estão sendo utilizados com maior frequência com a justificativa de que são socialmente aceitos. A infinidade de sabores, dos mais diversos tipos, dá ao jovem mais motivos para experimentar cada novidade lançada no mercado clandestino. O produto é amplamente divulgado pelos influencers das redes sociais, o que ajuda a validar seu uso pela população jovem, mesmo com tantas evidências dos riscos da sua utilização”, afirma Neiva. 

Segundo o especialista, os efeitos a longo prazo não são ainda todos conhecidos. Os quadros agudos são representados por doenças agudas e crônicas como broncoespasmos, rinite alérgica, irritação na garganta, além de lesão pulmonar associada. O cigarro eletrônico também pode ser responsável por câncer, problemas cardiovasculares e piora na imunidade. 

“Não há evidências suficientes que atestem a favor da segurança do uso dos cigarros eletrônicos para recreação ou da sua eficácia como método adjuvante na cessação do tabagismo. O que se sabe, com grau robusto de evidências, é que estes dispositivos são capazes de gerar doenças e efeitos adversos graves e que podem colocar a população em risco”, esclarece o pneumologista. 

Cigarros eletrônicos e dependência 

Assim como acontece com o cigarro comum, o uso do vape também tem relação direta com aspectos relacionados à dependência. Isso acontece devido à presença da nicotina, substância comum nos dois tipos de cigarros e que, comprovadamente, atua sob importantes áreas do cérebro, produzindo sensação de bem-estar e prazer. 

De acordo com Igor Soares, professor do curso de psicologia da Estácio, a dependência provocada pelos cigarros no organismo humano envolve aspectos comportamentais e psicológicos. “No primeiro temos uma relação direta com fatores sociais, como a atual moda do vape entre os mais jovens, o que faz com o consumo seja associado a status de pertencimento. Já o segundo diz respeito ao efeito da nicotina no sistema nervoso central, que é de intensa, porém momentânea, sensação de prazer”. 

O psicólogo destaca que o efeito de bem-estar sentido pelo fumante dura pouco tempo, o que faz com que ele logo tenha vontade de senti-la novamente. “Assim, a busca por tal sensação leva ao aumento no consumo de mais cigarros, fazendo com que seja preciso doses cada vez mais fortes para conseguir a mesma sensação de prazer”, conclui Igor Soares. 

Sobre a Estácio 

A Estácio é uma das maiores marcas do ensino superior brasileiro e, há mais de 50 anos, enriquece a sua história ao possibilitar o acesso democratizado ao ensino de qualidade e promover a transformação individual e social de seus alunos. Pioneira e um dos maiores players no digital, a instituição desenvolveu um modelo moderno que promove um melhor aproveitamento para os estudantes em aulas dinâmicas em uma plataforma de ensino 100% Digital, com conteúdos que podem ser acessados de qualquer dispositivo, on e offline, garantindo maior mobilidade, com acesso ilimitado. 

Presente em 25 estados e no Distrito Federal, por meio do ensino presencial, e em todo o Brasil com o ensino digital, contando com mais de 700 mil alunos matriculados, a Estácio oferece cursos de graduação em diferentes formatos de ensino, pós-graduação e cursos de extensão. Aposta na tecnologia e na inovação como diferenciais para aprimorar o aprendizado, e seus currículos são alinhados às necessidades do mercado de trabalho. A busca constante pela qualidade acadêmica e os investimentos na área de ensino geraram ótimos resultados nos últimos anos – suas instituições e cursos e são reconhecidos pelo MEC com elevados conceitos de qualidade. 

Além de seu natural poder de transformação, pela entrega à sociedade de milhares de profissionais formados todos os anos, a Estácio tem uma atuação distintiva de diálogo, suporte e promoção das comunidades em que se insere. Com amplo envolvimento dos alunos e docentes, ações como atendimentos gratuitos, palestras e seminários, mutirões e ações de mobilização acabam beneficiando milhões de pessoas. A Estácio possui também um dos mais sólidos e atuantes Programas de Responsabilidade Social do País, e apoia diversos projetos por ano nas áreas de educação, cultura, esporte e cidadania. 

Sobre o IDOMED   

      O IDOMED é um grupo que reúne 17 escolas médicas e consolida a tradição de 25 anos de experiência nesse segmento. Está presente em todas as regiões do país, com aproximadamente 7,5 mil alunos e foco em excelência no ensino, aprendizado prático, tecnologia aplicada, desenvolvimento docente e conexão com a carreira médica. O grupo oferece programas de graduação, pós, especialização e cursos de atualização, e está entre os líderes na incorporação de tecnologia educacional voltada à formação em Medicina. 

Patrícia Belarmino

(67) 9 9221-3227
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