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Centro-oeste é a região com a gasolina mais cara do país

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Assessoria GD

O Centro-Oeste registrou na primeira quinzena de fevereiro de 2021 o maior preço médio da gasolina entre todas as regiões brasileiras, com R$ 5,09 por litro. Já a região Norte tem quatro combustíveis entre os mais caros do Brasil no período selecionado: diesel (R$ 4,226, em média, por litro), diesel S-10 (R$ 4,28), etanol (R$ 4,03) e GNV (R$ 3,54).

Os dados são do IPTL (Índice de Preços Ticket Log) da Ticket Log, empresa especializada na análise dos preços dos combustíveis, que coleta a taxa a partir da comparação de 18 mil postos credenciados em todas as regiões do Brasil.

O levantamento da empresa mostra ainda a alta dos preços dos combustíveis, motivo pelo qual o presidente Jair Bolsonaro reclamou publicamente da Petrobras nesta semana. O mandatário enviou na sexta-feira (12) passada um projeto de lei ao Congresso propondo mudanças na cobrança do ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) de combustíveis.

De acordo com os dados da Ticket Log, na comparação entre os primeiros quinze dias de fevereiro e o mês de janeiro de 2021, o preço dos tipos de combustível subiu em todas as regiões, a exceção do GNV na região sudeste (alta de 0,28%).

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Assim, quatro regiões do Brasil tiveram no período o preço médio do litro da gasolina acima de R$ 5: Centro-Oeste, Nordeste, Norte e Sudeste.

O relatório vai ao encontro dos dados da ANP, que apontaram, na última sexta-feira (12), a 11ª semana seguida de crescimento dos preços de diesel e gasolina nos postos do Brasil.

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Cáceres e Região

Secretária de Turismo e Cultura se descontrola ao ser cobrada por vereadores

Publicado

Assessoria

     A secretária municipal de Turismo e Cultura, Alessandra Castilho, se descontrolou ao ser questionada, por um grupo de vereadores, a respeito dos altos valores que estão sendo gastos nas festividades de Natal e Ano Novo, em Cáceres. A visita a secretaria pelos vereadores Marcos Ribeiro, Franco Valério e Professor Leandro ocorreu na terça-feira (07/12).

     Conforme o grupo, a secretária se irritou e demonstrando nervosismo hostilizou os parlamentares ao ser indagada sobre quem seriam e quais os critérios adotados para a contratação das empresas. Além de informações sobre o edital para instalação de barracas na praça de eventos.

    Em resposta, segundo eles, a secretária disse não saber dos valores, e que a secretaria de Turismo e Cultura não irá gastar um centavo com os eventos, que são recursos do Estado e de emendas parlamentares (não soube dizer quais deputados enviaram emendas) e nem como os recursos serão gastos.

    Alessandra, afirmaram eles, também desconversou sobre as prestadoras de serviços. Demonstrando-se irritada com os questionamentos, disse que a mão-de-obra é voluntária e de reeducandos da cadeia pública. “Resta saber como fazer grandes eventos sem gastar” disse um deles.

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    Na ocasião os vereadores decidiram elaborar um requerimento com cópias para o Ministério Público e para o Poder Executivo informando sobre as informações não prestadas pela Secretária de Turismo e Cultura. Pelos cálculos dos vereadores, serão mais de dois milhões de reais, gastos nos eventos mencionados.

     No período da tarde os vereadores Marcos e Leandro foram averiguar uma denúncia de falta de medicamentos na UPA. A denúncia foi constatada pelos parlamentares. Constataram que faltam os seguintes medicamentos: Soro 250, Dipirona injetável, Sulfametoxazol, Paracetamol, Amoxilina, Benzetacil, além de Bisturi e Cateters 18, 22 e 24.

    Os vereadores disseram que estão apenas exercendo o papel de parlamentares que é fiscalizar e continuarão fazendo esse trabalho, defendendo a população, principalmente, a mais carente.

    Procurada a secretária negou que tenha hostilizados os vereadores, mas confirmou que não prestou as informações. “Os eventos são realizados em parceria entre o município e o governo do Estado. As festas estão acontecendo. Não temos ainda como prestar contas. Além disso, se eles têm algumas dúvidas devem requerer oficialmente”.

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Cáceres e Região

Mazéh espera que Águas do Pantanal cumpra recomendações do MP para cessar danos ambientais no aterro sanitário

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Sinézio Alcântara – Expressão Notícias

        As recomendações do Ministério Público Estadual – MPE, através da 2ª Promotoria da Justiça Cível, para que a empresa Loc-Service e a Autarquia Águas do Pantanal façam ajustes no sistema operacional do aterro sanitário, em Cáceres, para que funcione de “maneira satisfatória”, são comemoradas pela vereadora Mazéh Silva (PT).

        “Estamos esperançosos de que a partir dessas recomendações essa empresa e, principalmente, a Autarquia Águas do Pantanal faça cessar os graves danos ambientais e sociais no aterro sanitário” afirmou através de um documento enviado ao site Expressão Notícias, após a divulgação do resultado da inspeção feita no aterro, pela promotora Liane Amélia Chaves, que constatou as irregularidades.

        As primeiras denúncias sobre os “danos ambientais e sociais” no aterro foram feitas pela vereadora e o presidente da Associação de Catadores “Cidade Limpa” Aurino Castro.

         Em uma visita ao local constataram uma série de irregularidades que, segundo eles, caracterizariam supostos danos ambientais ao sistema, apontando lixos recicláveis misturados com não recicláveis, restos de animais mortos sendo alimentados por outros animais; esgotamento falho do local, aumento da altura do aterro, o chamado “bolo de noiva” entre outros.   

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        Após as informações o MPE realizou inspeção e constatou as irregularidades, fazendo várias recomendações para que a coleta de lixo e a educação ambiental passem a funcionar de “maneira satisfatória” ao município.

       Entre as recomendações, a promotora Liane Chaves determinou que a Autarquia Águas do Pantanal “fomente a educação ambiental aos moradores, com distribuição de informativos, orientando sobre a coleta seletiva, explicando sobre a importância da reciclagem e como dever ser separado o lixo”.

      Determinou para que a autarquia providencie meios para que a população separe os materiais recicláveis em recipientes diferenciados de forma a facilitar a identificação dos materiais recicláveis, como forma de evitar que o lixo não reciclável seja encaminhado erroneamente ao aterro.

      Recomendou para que a autarquia fiscalize o aterro para zelar pela compactuação dos resíduos nos locais adequados, devendo ser coberto com material inerente (argila ou similar), principalmente, no período chuvoso, quando a situação se torna mais crítica.

     Determinou para que seja feita a fiscalização e monitoramento das águas subterrâneas de poços no aterro e ainda que implante sistema informático com a finalidade de realizar fiscalização mais eficaz quanto ao registro de pesagem dos resíduos sólidos e, a identificação dos veículos, evitando a entrada irregular de caminhões trazendo resíduos que não devem ser depositados no local.

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     E, por fim, determinou para que, no prazo de 6 meses, a autarquia busque meios para inclusão de cooperativas e associações que não foram contempladas no último chamamento público, com a finalidade de atender a lei Cáceres Recicla.

     Alertou ainda a promotoria que “o não cumprimento das recomendações ensejará a responsabilização do agente recomendado por eventual omissão, sujeitando-o às consequentes medidas judiciais e extrajudiciais cabíveis”.

     Além de enaltecer as medidas determinadas pelo MPE, a vereadora Mazéh destacou, principalmente, a necessidade da retomada dos Projetos de Educação Ambiental e a busca, o mais rápido possível, da inclusão das Cooperativas de Catadores que estão fora do edital. “Trabalhar é tudo que mais querem” diz

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