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“Capitã Marvel” motiva discussão sobre gênero na web no Dia da Mulher

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Parece que a estreia de “Capitã Marvel” também rendeu muitos comentários negativos por aí. O longa, que estreou na última quinta-feira (7) nos cinemas, vem sofrendo ataques em um site agregador de críticas, o “Rotten Tomatoes”.

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Cena de Capitã Marvel
Divulgação

Cena de Capitã Marvel


Capitã Marvel ” já conta com 81% de aprovação de críticos especializados, porém, o número cai para 34% quando se trata da opinião popular. Os comentários partiram, principalmente, de usuários masculinos, que criticaram Brie Larson por sua atuação.

“Eu sou um homem branco de 41 anos. Eu teria visto esse filme, mas aparentemente não sou bem-vindo”, escreveu um internauta. “A posição anti-homem branco dela me desanimou no filme. Não estou interessado”, revelou outro.

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Em outro site, o “Metacritic”, as opiniões foram semelhantes. “As declarações feministas dela foram desdenhosas e essa personalidade detestável se refletiu na personagem”, disparou um outro rapaz.

As críticas se deram após declarações da própria atriz, que pediu por inclusão também fora do cinema. Brie Larson pediu para que os eventos de divulgação da produção também incluíssem jornalistas mulheres e de diversas origens, com um discurso feito em junho de 2018, pedindo maior representatividade entre os críticos de cinema.

“Estou dizendo que odeio caras brancos? Não. Mas se você faz um filme que é uma carta de amor à mulheres negras, há grandes chances de que uma mulher negra não tenha acesso ao filme para resenha-lo. Não digam que essas pessoas não estão aí, porque elas estão”, declarou durante a premiação Women in Film.

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Nas redes sociais, principalmente no Twitter, o público que já assistiu ao filme defendeu a produção dos comentários negativos. “Nem preciso ler as críticas do filme pra saber que foi sucesso. Brie é dona da atuação”, brincou um internauta.

“Homens criticando um filme com uma protagonista feminina bem no Dia da Mulher. Que coisa, não?”, ironizou outra. “Assisti hoje e ainda não estou entendendo as críticas. É incrível”, elogiou outro usuário

Ganhadora do Oscar de Melhor Atriz em 2016, por sua atuação em “O Quarto de Jack”, Brie Larson interpreta a primeira heroína da Marvel Studios, em ” Capitã Marvel “. No longa também atuam nomes como Samuel L. Jackson, Jude Law, Clark Gregg, Anette Benning e Lee Pace.

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‘Quando parei de alisar o cabelo, entendi meu lugar como cidadã negra no Brasil’, diz a cantora Lellê

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Prestes a participar de um filme da Netflix e de série do GNT, ex-integrante do Dream Team do Passinho lança o primeiro single de sua carreira solo RIO — O black power da menina, que até os 14 anos teve o cabelo alisado pela mãe, foi crescendo junto com seu orgulho negro — à medida que entendia quem era e a importância de valorizar suas raízes, a juba aumentava. Agora, sete anos depois, ela aparece mais armada do que nunca no clipe “Mexe a raba”, primeiro single da carreira solo de Lellê, ex-Lellêzinha do Dream Team do Passinho, que será lançado nesta quinta-feira na internet, pelo selo Blacktape, de Preta Gil.

Dirigido por Lellê (em parceria com Jeff), que assina também o roteiro, o vídeo tem um elenco 100% negro, dançando como se não houvesse amanhã. Antes, ela já havia lançado a música  “Nega braba” para o filme “Correndo atrás”, de Jeferson De. Era ela essa nega braba?

— A letra é o resumo da minha vida: sou favelada, quero dançar funk e tenho orgulho das minhas raízes. Coloquei minha história ali porque as nossas histórias ( da mulher negra no B rasil) são parecidas mesmo. A partir da música, ganhei o apelido. A nega braba é foda, não aceita certas coisas. Sou a nega braba, sim, pela minha história, meu caráter.

Voltando ao cabelo, hoje cada vez mais black, Lellê diz que ele teve papel fundamental na construção da sua autoestima como mulher negra.

— Eu não conhecia meu cabelo. Quando eu era criança, o cabelo natural do negro, o volume, não era considerados legal, aceito. Sempre senti que faltava algo em mim, não me encontrava porque me anulava. — recorda. — A partir do meu cabelo, brincando com ele, comecei a entender o meu lugar como cidadã negra no Brasil. Ao abandonar a química, passei a me olhar e aquilo me deu horizonte. Nunca tinha tido aquela sensação,bom que foi bem cedo.

ascida na Praça Seca, criada pela mãe manicure (o pai morreu quando ela tinha sete anos), Alessandra Aires Landin, a Lellê, de 21 anos, aprendeu a dançar lá pelos 6, graças ao irmão de criação, que aprendia os passos nos bailes funks e os ensinava a ela. Foi descoberta numa batalha de passinho e escolhida para integrar o grupo de dança que a projetou.

Com o primeiro salário, comprou uma geladeira para a mãe e outra para a avó. Ganhou papel em “Malhação”, fez comercial com o cantor colombiano Maluma e cantou com Alicia Keys no Rock in Rio 2017. Agora, ela fará seu próprio show no Palco Sunset (é a atração de abertura). “Vou cantar ‘Proud Mary”, de Tina Turner, e homenagear artistas negros que influenciaram a minha carreira e a minha vida”, conta.

Ela também vai atuar no filme da Netflix “Ricos de amor”, de Bruno Garotti (o mesmo de “Cinderela pop”) e, em agosto, estará em “Autênticas”, série do GNT sobre os bastidores da vida de vários artistas.

Nesta entrevista, ela fala também sobre a mudança de nome e mais sobre.

Maria Fortuna/ Globo

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Bruna Marquezine celebra Dia dos Namorados em jantar dos solteiros

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A atriz reuniu amigos solteiros para um jantar nesta noite do Dia dos Namorados em São Paulo

Depois de passar o dia fotografando para uma campanha em São Paulo, Bruna Marquezine reuniu amigos para um jantar dos solteiros. A atriz e seus amigos escolheram fondue para a noite do Dia dos Namorados

Entre os integrantes do grupo está João Figueiredo, que viajou com a atriz para a África em março. “Nunca mais chamo esses solteiros pra comemorar o Dia dos Namorados”, brincou a atriz ao mostrar um vídeo do grupo cantando no restaurante. “Que vergonha”, divertiu-se (veja vídeos abaixo).

Bruna está solteira desde o fim de seu namoro com Neymar, em outubro de 2018.

Redação Marie Claire

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