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Campanha para confecção de perucas para mulheres com câncer continua

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Nesta terça-feira (22), durante o dia todo, as mulheres, policiais e civis, poderão cortar o cabelo para contribuir para a confecção de perucas que atenderão outras mulheres que passam por tratamento de câncer.

No período da manhã, o salão Velvet Hair Lounge, parceiro da PM nessa campanha, atenderá aquelas que já agendaram horário. Todavia, no período da tarde há vagas para cortes, ou seja, ainda dá tempo de participar dessa ação de solidariedade.

Os telefones para informações e agendamento são: (65) 3613-8880 e (65) 98459-2163. Quem não tiver como ir até esse salão, poderá fazer o corte em outros locais e levar o cabelo para a Coordenadoria de Comunicação e Marketing Institucional da Polícia Militar, na sede do Comando Geral, localziado Avenida Historiador Rubens de Mendonça, 6.135, bairro Novo Paraiso, em Cuiabá, até o dia 30 deste mês.

Além de cabelo, a campanha estimula a doação de acessórios como lenços, boinas, chapéu, bonés, turbantes, laços, fitas, entre outros.

A coordenadora adjunta de Comunicação Social e Marketing Institucional da PM (CCSMI), capitã Raíssa Helena Farinha Amorim, explica que a ação é resultado de uma parceria entre a PM e o projeto Força na Peruca, da Casa da Amizade do Rotary Clube de Lucas do Rio Verde, responsável pela confecção das perucas.

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Cabelos a partir de 15 centímetros, com ou sem química, podem ser doados ao pelotão da solidariedade da PM. No final deste mês, os cabelos coletados serão enviados ao projeto Força na Peruca, em Lucas do Rio Verde, onde voluntárias confeccionarão os acessórios.

Depois de prontas, as perucas serão trazidas para Cuiabá e entregues pela PM ao Hospital de Câncer, principal unidade de atendimento de mulheres em tratamento quimioterápico.

Alecy Alves | Secom-MT

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MT é estado que menos testou para Covid; SES rebate números

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Uma reportagem publicada pelo portal UOL nesta quinta-feira (9) coloca Mato Grosso como o Estado do País, proporcionalmente, que menos testou a população para detectar a presença da Covid-19. Os números, no entanto, foram contestados pela secretaria de Estado de Saúde.

Segundo a publicação, a cada mil mato-grossenses, apenas 3,15 foram testados para o vírus. Os números são relativos até o dia 19 de junho e, conforme o UOL, foram disponibilizados pelo próprio Ministério da Saúde.

A reportagem revela que o índice leva em consideração tanto os exames do tipo RT-PCR (apontado como ideal para o controle da epidemia), quanto os testes rápidos (tidos como ineficazes por médicos e cientistas).

Se levados em consideração apenas os exames RT-PCR, Mato Grosso não chegava a um teste por mil habitantes (0,8).

Outro estado com índices baixos de testagem citados pela publicação é Minas Gerais. Entre os mineiros, a taxa de exames por mil habitantes é de 5,54.

Se considerado apenas o PT-PCR a taxa em Minas cai para 1,3 testes por mil habitantes.

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O Estado com maior taxa foi Rondônia, onde 26,97 em cada mil pessoas foram examinadas.

SES rebate dados

À reportagem, a secretaria de Saúde de Mato Grosso rebateu os dados disponibilizados ao UOL pelo Ministério da Saúde.

“O Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) realizou 487% a mais de exames do que o apontado. Foram 13.847 análises de amostra do PCR em Mato Grosso, até a data em questão, conforme pode ser conferido no Boletim do Coronavírus nº 103, do dia 19 de junho. É importante frisar que esse quantitativo não engloba os testes rápidos e as testagens realizadas em âmbito privado”, afirmou a SES.

Por fim, a secretaria informou que adquiriu 520 mil testes rápidos e 20 mil testes RT-PCR para detecção da doença.

Clique AQUI e confirma reportagem na íntegra.

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Destaque

Sem UTIs, pacientes de MT com planos de saúde são transferidos para outros Estados

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Assessoria

Com o esgotamento das Unidades Terapia Intensiva (UTI) nos hospitais privados, pessoas em estado grave que contraíram a Covid-19 estão sendo transferidas de Mato Grosso para outras cidades e Estados do Brasil. A situação caótica foi destaque na reportagem exibida na edição do Jornal da Globo desta quarta-feira (8).

Há quase duas semanas, as vagas nos hospitais acabaram devido ao alto índice de casos. De acordo com a Secretária Estadual de Saúde, já são 24.804 testes positivos e 921 óbitos pela doença. Diante disso, os pacientes que possuem plano de saúde estão sendo levados de avião para Goiás ou outras unidades hospitalares do Nordeste.

Um dos pacientes transferidos de hospital particular sem leito de UTI foi o irmão de Marcos da Silva Sousa. O homem, que é ajudante geral e recém-chegado ao Mato Grosso após deixar o Maranhão, foi levado de avião para ser internado em UTI no Mato Grosso do Sul.

Ele apresentou sintomas graves da doença e não encontrou unidade intensiva em Mato Grosso. “Ele falou que estava se sentindo muito mal, dor nos pulmões, falta de ar”, comentou Marcos da Silva.
No entanto, a realidade não é a mesma para as pessoas que dependem da rede pública. Prova disso é que, até agora, a Defensoria Pública já entrou com pedido de transferência para 65 infectados. Fátima Pedroso da Silva conta que o marido, Ramon de Oliveira, 66 anos, faz parte do grupo de risco e precisa com urgência de uma vaga na UTI. “Essa doença não é brincadeira, se você pegar, você não tem onde encontrar um socorro maior. Está muito precária a saúde aqui”, lamentou.

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Para amenizar a situação, o governo de Mato Grosso promete ativar 94 leitos de UTI até o fim de julho. Segundo o secretário de Saúde, Gilberto Figueiredo, a demora é pela dificuldade de estruturar os leitos. Citou dificuldade em encontrar respiradores e até na contratação de médicos e outros profissionais de saúde.

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