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Campanha Escola Segura pretende alcançar mais de 5 mil alunos na capital e interior

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Assessoria PC/PJC-MT

Entre os dias 12 e 15 de abril foram atendidos 435 alunos do ensino fundamental e médio das escolas Nova Pedagogia, no bairro CPA III e Escola Espaço do Saber. Os alunos participaram de diálogos formativos com os projetos sociais De Cara Limpa Contra as Drogas, De Bem Com a Vida e Rede Digital Pela Paz, da Polícia Civil, que são executados pela Coordenadoria de Polícia Comunitária.

Já foram mais 2.500 alunos de oito escolas da região metropolitana, atendidos pelos projetos neste ano, nas atividades que têm como foco orientações no campo preventivo da violência no âmbito escolar, inseridos na campanha Escola Segura.

A violência virtual foi foco de ações desenvolvidas pelos projetos também em escolas privadas da região metropolitana. No mês de abril a campanha “Escola Segura”, que visa orientar alunos acerca do cyberbullying, prática que envolve o uso de tecnologias de informação e comunicação para dar apoio a comportamentos hostis com a intenção de ameaçar, como o compartilhamento de fotos ou vídeos que façam menção a supostos ataques alcançou duas escolas particulares de Cuiabá.

A investigadora Laura Léa, gerente do projeto De cara limpa contra as drogas, destacou a parcerias com setores privados, que contribuem para viabilização das ações. Conforme ela, esses parceiros institucionais fortalecem as  ações para comunidade demonstrando assim o compromisso e responsabilidade social.

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“O apoio da Unimed/PróUnim foi extremamente importante uma vez que foram doados quatro pneus novos para uma das nossas viaturas dos projetos como forma de viabilizar os nossos atendimentos também no interior do Estado”, destacou.

Segundo o supervisor Eric Rezende, o PróUnim tem como missão desenvolver projetos e políticas que contribuam para a melhoria da saúde e qualidade de vida das pessoas. “Desta forma, acreditamos que agir com responsabilidade social significa dar um retorno à comunidade apoiando ações preventivas da Polícia Civil”, afirma.

O investigador Edmir Sena explicou que a proposta do projeto social Rede Digital pela Paz é promover ações voltadas para prevenção dasviolências com novas formas de convivência baseadas na conciliação, na generosidade.

O policial disse que a uma das formas de trabalho é por meio de dinâmicas. Na escola Nova pedagogia foi reliazado, em primeiro momento, o diálogo com exposição dos conceitos e, na etapa seguinte os alunos foram desafiados a encher balões na cor vermelha que simboliza sem-atitudes, que até pouco tempo eram comuns no cotidiano da escola que resultavam no bullying.

Na primeira etapa, cerca de 200 balões foram cheios e  desafio era encher outro balão na cor branca como forma de expressar o desejo da escola sem bullying. “Ao final formou-se um cordão com mais de 200 balões, onde foram depositados os anseios de todos os participantes da dinâmica, que posteriormente foi fixado na fachada da quadra esportiva para que todos, ao passarem por ali, pudessem observar os balões brancos da Paz e de uma escola sem bullying”, afirma o policial.

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Para o investigador Ademar Torres de Almeida, o campo de atuação dos projetos sociais, não se limita as escolas públicas, pelo contrário, onde houver adolescentes em situações de vulnerabilidade social, sobretudo pelas violências fomentadas na internet iremos ao encontro deles, uma vez que abordar esses temas, tão emergentes no cotidiano da escola e que afligem a todas as classes, das mais simples até as mais abastadas, é nossa missão principal de polícia que é a proteção.

“Até agora temos um balanço parcial dos nossos atendimentos. Mais de 2.500 alunos foram atendidos em nossos encontros em oito escolas. Esperamos superar o número de 5 mil atendimentos, uma vez que ainda temos mais 08 escolas na capital e duas no interior somente esse mês para atendimento”. Relatou o investigador.

Por conta da campanha “Escola segura”, os investigadores de polícia Ademar Torres e Laura Léia também estiveram no estúdio de uma rádio da capital esclarecendo acerca do tema. A entrevista foi ao ar no dia (18.4) no programa matinal da emissora.

Fonte: PJC MT
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De janeiro a junho, 181 mulheres são vítimas de estupro em MT

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Dados fazem parte de um levantamento divulgado pela Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp-MT). São contabilizados os casos em que as vítimas têm idade entre 18 e 59 anos de idade.

De janeiro a junho deste ano, 181 mulheres foram vítimas de estupro em Mato Grosso, segundo um levantamento divulgado pela Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp-MT), nesta terça-feira (16). São contabilizados na listagem os casos em que as vítimas têm idade entre 18 e 59 anos de idade.

Em comparação do mesmo período do ano passado, quando foram registrados 196 casos, o número de registros diminuiu 8%.

De acordo com o levantamento, o número de vítimas meninas menores de 18 anos de idade diminuiu. Esse ano foram registrados 93 casos. Em contrapartida, 143 registros foram feitos no ano passado.

Essa classificação de faixa etária engloba os sexos feminino e masculino.

No primeiro semestre, Mato Grosso registrou 659 casos. No mesmo período do ano passado, 683 registros foram feitos.

Por G1 MT

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Cachorros salvam homem atacado por onça

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Um homem de 58 anos foi salvo por 5 cachorros de estimação ao ser atacado por uma onça-pintada em uma fazenda de Porto Murtinho, a 440 km de Campo Grande.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o ataque foi no último domingo (14) e a vítima precisou de atendimento médico por conta dos ferimentos. Conforme a ocorrência, o homem levou uma mordida e um tapa do animal na região das costas, o que causou vários arranhões.

Segundo a corporação, o homem foi verificar um mau cheiro em uma mata, acompanhado de seus cães. Ao chegar ao local, constatou que tratava-se de um animal morto, e neste momento, foi atacado pela onça. Os cães começaram a latir e partiram para cima da onça, assustando-a, e ela fugiu.

Segundo o coronel Queiroz da Polícia Militar Ambiental (PMA), em duas outras ocasiões, funcionários de fazenda foram verificar mau cheiro e foram atacados por onças também, porque especialmente a onça pintada costuma defender seu alimento.

“Ela mata a presa, depois fica se alimentando e vigiando essa carne. Essa é uma das formas em que ela pode atacar o ser humano. A onça não encara um ser humano adulto como presa, ela tende a se afastar, mas para defender seu alimento ou seus filhotes ela ataca”, explica.

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De acordo com os bombeiros, o homem foi levado para o hospital da cidade. Ele foi atendido e liberado no mesmo dia. O G1 tentou contato com a vítima, mas até a publicação desta reportagem as ligações não foram atendidas.

fonte: G1

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