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Campanha de vacinação começa nova fase esta segunda

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Termina neste domingo – dia 17 de maio – a primeira parte da última etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe.

Nessa fase, os alvos são os deficientes, crianças com idades entre 06 meses e menores de seis anos, gestantes e mães que deram à luz a, no máximo, 45 dias. Nesse último caso, é necessário que a mulher leve documentação que comprove a quantidade de dias que se passou após o parto.

E já nesta segunda-feira, dia 18 de maio – tem início a segunda fase desta etapa. Dessa vez, será a hora dos professores e da população entre 55 a 59 anos de idade receberem a vacina.

Quem faz parte do público-alvo da campanha de vacinação e por algum motivo perdeu o prazo, não precisa ficar sem vacina. Essas pessoas terão até o final da campanha, dia 05 de junho para se imunizar contra gripe.

Ao todo,  pessoas foram vacinadas nessa etapa, mas meta é imunizar mais de 36 milhões de pessoas no país. Para atender a toda a demanda de imunização, foram distribuídas mais de 63 milhões de doses da vacina. O investimento total ultrapassou 1 bilhão de reais e garantiu a compra de 79 milhões de doses para toda a campanha.

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A escolha do público-alvo seguiu a recomendação da Organização Mundial de Saúde e priorizou os grupos que têm maiores chances de desenvolver complicações respiratórias graves por causa gripe.

Lembrando que a vacinação contra a gripe não previne contra a Covid 19 mas ajuda os médicos a descartarem outras doenças em caso de contaminação pelo novo coronavírus.

Agencia Brasil

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Cáceres e Região

Em mensagem de despedida, Marcinho diz que Adriano deixa um legado de idealismo e perseverança

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A partida prematura do nosso amigo e companheiro Adriano Silva irá proporcionar uma lacuna, não impossível, mas muito difícil de ser preenchida nos meios socais, familiares e políticos, em Cáceres.

Idealista, o professor e ex-reitor da nossa Unemat, Adriano deixa ao povo mato-grossense, um legado de homem público honesto e justo.

A população, as autoridades, mas principalmente, a comunidade acadêmica, certamente, reconhecerá, para sempre, a realização do seu grande sonho de tornar realidade os cursos de Direito e Medicina da instituição.

Mas, não foram só isso, Adriano será lembrado pela sua perseverança, nos meios políticos. O desejo de ajudar no desenvolvimento de sua cidade natal, fez com que ele pleiteasse galgar passos largos no cenário político.

Embora, não tenha obtido sucesso, nos pleitos que disputou, Adriano jamais desistiu em se perseverar. A sua bandeira era estar presente; era somar; era defender os interesses de Cáceres.

O povo mato-grossense, mas, em especial, o cacerense, o terá para sempre no coração e na memória como um grande homem, pai, companheiro, profissional e amigo.

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Que Deus conforte a família.

Marcinho Lacerda!

Assessoria

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Cáceres e Região

OMS decide retomar pesquisas com cloroquina

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METROPOLES

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou, nesta quinta-feira (04/06), que a entidade vai retomar as pesquisas com cloroquina e hidroxicloroquina contra o coronavírus. Tedros Adhanim Ghebreyesus explicou que o Comitê de Segurança e Monitoramento do ensaio clínico Solidaridade revisou os dados e decidiu manter o protocolo original do estudo.

O trabalho havia sido suspenso na semana passada depois que os resultados de uma pesquisa com 96 mil pacientes foram publicados na revista científica The Lancet. Segundo os pesquisadores, o medicamento não tinha eficácia contra a Covid-19 e aumentava o risco de arritmia cardíaca e morte.

Porém, nesta segunda (02/06), a publicação científica anunciou em editorial que os resultados passariam por auditoria e que os editores estariam “preocupados”.

Nos bastidores, governo admite que novo protocolo da cloroquina “fracassou”. Mais de 3.500 pacientes em 35 países farão parte do ensaio clínico da OMS. Segundo Soumya Swaminathan, cientista-chefe da entidade, não há evidência de que qualquer remédio diminua a mortalidade em pacientes com coronavírus.

Ela reforçou que a OMS não está fazendo uma recomendação acerca do uso da medicação, e sim autorizando investigações para descobrir se a cloroquina funciona ou não contra a doença.

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