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Cáceres registra 4 novos casos de Microcefalia somente no mês de Julho

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Segundo o boletim da SES divulgado na terça-feira (6), 40 recém-nascido

A cidade de Cáceres apurou 53 possíveis casos de microcefalia em julho de 2019. Os dados foram divulgados em um boletim da Secretaria de Saúde do Estado do Mato Grosso (SES-MT) na terça-feira (6).

Destes apenas 4 casos foram diagnosticados como microcefalia, outros 49 foram descartados, 1 provável e 4 estão ainda em investigação.

Ao todo, conforme o boletim, 427 casos foram registrados no Mato Grosso. De acordo com a SES-MT, até agora 40 mortes foram causadas pela doença. Um foi confirmada nesta semana, sendo registradas em Cáceres, segundo o Boletim Epidemiológico Nº 05 da SES-MT.

Após atualização das informações dos casos em investigações até a semana epidemiológica (SE) 31 de 2019, 9,36% (40) notificações referem-se a óbitos em Mato Grosso.

Destas 45% (18) correspondem a abortos espontâneos, fetos e natimortos e os 55% (22) a recém-nascido e crianças. As notificações concentraram-se no ano de 2016 (36), três em 2017 e uma no mês de abril de 2018.

Até o fechamento desta matéria não obtivemos o retorno da Secretária Municipal de Saúde de Cáceres, em relação as indagações a respeito das informações divulgadas no Boletim Epidemiológico Nº 05 da SES-MT.

NAS GESTANTES

O mosquito Aedes aegypti tem assustado as gestantes há alguns anos, quando o surto do zika foi relacionado a casos de microcefalia entre bebês cujas mães foram infectadas na gestação. Porém, esse inseto também ameaça a gravidez de outras formas.

A microcefalia pode ser efeito de uma série de fatores de diferentes origens, como substâncias químicas e infecciosas, além de bactérias, vírus e radiação. Ela não tem uma única causa. Alguns exemplos são o vírus da rubéola, citomegalovírus, herpes, a toxoplasmose e alguns estágios da sífilis. Ela tem sido bastante associada também ao Zika Vírus, uma arbovirose transmitida pelo mosquito Aedes Aegypiti.

Leia mais:   Alunos da Escola Onze de Março,estão sem conseguir assistir aula por falta de transporte

QUAL A RECOMENDAÇÃO PARA AS GESTANTES?

O Ministério da Saúde reforça às gestantes que não usem medicamentos não prescritos pelos profissionais de saúde e que façam um pré-natal qualificado e todos os exames previstos nesta fase, além de relatarem aos profissionais de saúde qualquer alteração que perceberem durante a gestação.

Também é importante que elas reforcem as medidas de prevenção ao mosquito Aedes aegypti, com o uso de repelentes indicados para o período de gestação, uso de roupas de manga comprida e todas as outras medidas para evitar o contato com mosquitos, além de evitar o acúmulo de água parada em casa ou no trabalho. Independente do destino ou motivo, toda grávida deve consultar o seu médico antes de viajar.

Reprodução

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Destes apenas 4 casos foram diagnosticados como microcefalia, outros 49 foram descartados, 1 provável e 4 estão ainda em investigação.

A cidade de Cáceres apurou 53 possíveis casos de microcefalia em julho de 2019. Os dados foram divulgados em um boletim da Secretaria de Saúde do Estado do Mato Grosso (SES-MT) na terça-feira (6).

Destes apenas 4 casos foram diagnosticados como microcefalia, outros 49 foram descartados, 1 provável e 4 estão ainda em investigação.

Ao todo, conforme o boletim, 427 casos foram registrados no Mato Grosso. De acordo com a SES-MT, até agora 40 mortes foram causadas pela doença. Um foi confirmada nesta semana, sendo registradas em Cáceres, segundo o Boletim Epidemiológico Nº 05 da SES-MT.

Após atualização das informações dos casos em investigações até a semana epidemiológica (SE) 31 de 2019, 9,36% (40) notificações referem-se a óbitos em Mato Grosso.

Destas 45% (18) correspondem a abortos espontâneos, fetos e natimortos e os 55% (22) a recém-nascido e crianças. As notificações concentraram-se no ano de 2016 (36), três em 2017 e uma no mês de abril de 2018.

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Até o fechamento desta matéria não obtivemos o retorno da Secretária Municipal de Saúde de Cáceres, em relação as indagações a respeito das informações divulgadas no Boletim Epidemiológico Nº 05 da SES-MT.

NAS GESTANTES

O mosquito Aedes aegypti tem assustado as gestantes há alguns anos, quando o surto do zika foi relacionado a casos de microcefalia entre bebês cujas mães foram infectadas na gestação. Porém, esse inseto também ameaça a gravidez de outras formas.

A microcefalia pode ser efeito de uma série de fatores de diferentes origens, como substâncias químicas e infecciosas, além de bactérias, vírus e radiação. Ela não tem uma única causa. Alguns exemplos são o vírus da rubéola, citomegalovírus, herpes, a toxoplasmose e alguns estágios da sífilis. Ela tem sido bastante associada também ao Zika Vírus, uma arbovirose transmitida pelo mosquito Aedes Aegypiti.

QUAL A RECOMENDAÇÃO PARA AS GESTANTES?

O Ministério da Saúde reforça às gestantes que não usem medicamentos não prescritos pelos profissionais de saúde e que façam um pré-natal qualificado e todos os exames previstos nesta fase, além de relatarem aos profissionais de saúde qualquer alteração que perceberem durante a gestação.

Também é importante que elas reforcem as medidas de prevenção ao mosquito Aedes aegypti, com o uso de repelentes indicados para o período de gestação, uso de roupas de manga comprida e todas as outras medidas para evitar o contato com mosquitos, além de evitar o acúmulo de água parada em casa ou no trabalho. Independente do destino ou motivo, toda grávida deve consultar o seu médico antes de viajar.

Veja o boletim completo abaixo.

Anexos:

Bol N 6 MONIT. CASOS COM ALTERAÇÕES ZIKA VÍRUS E OUTRAS ETIOLOGIAS INFECCIOSAS MT (SE) 27 a 31 de 2019 (1).pdf

Joner Campos

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Politec conclui nesta semana perícia que pode esclarecer o que causou acidente que matou quatro pessoas em Cáceres

Publicado

A Polícia Técnica deverá concluir, no decorrer desta semana, o resultado da perícia realizada no Renault/Duster, que colidiu com uma das paredes de um pontilhão na BR-174, entre Cáceres e o distrito do Caramujo, despencou no rio Paraguai, causando a morte dos quatro ocupantes do veículo. Com o resultado da perícia, de acordo com o diretor da Politec, Ataíde Malheiros, será possível saber o que teria provocado à tragédia.

O acidente aconteceu, por volta das 6h30 da última segunda-feira (12/8). O veículo, conforme pessoas próximas da família, estava sendo conduzido por Luiz da Guia. Comandante da guarnição do Corpo de Bombeiros, que atendeu a ocorrência, sargento Adilson, informou que o impacto do acidente foi tão grande que o Renault/Duster foi arremessado a uma distância de cerca de 12 metros do local, antes de cair no rio.

Pelas circunstâncias, a hipótese até agora, mais provável, é de que veículo trafegava em alta velocidade e o condutor perdeu o controle ao aproximar da ponte. Contudo, são apenas suposições que deverão ser esclarecidas pela perícia. “O levantamento pericial realizado, horas após o acidente, irá esclarecer as circunstâncias e o que ocasionou o acidente se foi falha mecânica ou humana” explica Malheiros.

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Morreram no local Luiz da Guia Cintra de Alcântara, 58 anos, Wilson André de Alcântara, popularmente conhecido como “Baixinho do Espeto”, 39 anos, e Rosenildo do Espírito Santo Bragantini, 40 anos. Alessandro Luis de Alcântara Coelho,40 anos, foi socorrido e levado às pressas pelo Corpo de Bombeiros ao Hospital Regional. Mas, infelizmente, não resistiu aos ferimentos e morreu no dia seguinte. Luiz da Guia era tio de Baixinho e Alessandro.

Os corpos de Luiz da Guia, Baixinho do Espeto e Alessandro Luis foram velados na Paróquia Cristo Trabalhador, localizada na Avenida Talhamares, o de Rosenildo do Espirito Santo, foi levado para a localidade de Caramujo onde residem os familiares. Neste domingo, serão celebradas duas missas de 7º Dia pelas mortes. A primeira no período da manhã, às 8h na Paroquia Nossa Senhora de Aparecida e a segunda às 19 na comunidade de São Francisco, Cohab Velha.

Editoria / Sinezio Alcântara

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Alunos da Escola Onze de Março,estão sem conseguir assistir aula por falta de transporte

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De acordo com a coordenadora da Defesa Civil de Cáceres, Arineia Graciela Ardaia, duas instituições chamaram a atenção do órgão recentemente.

A Seduc diz que o estado é responsável pelo transporte dos alunos que moram na zona rural. Já os que moram na cidade devem ser levados e trazidos com recursos da prefeitura.

Alunos da Escola Estadual Onze de Março, em Cáceres, não estão conseguindo assistir aulas depois que foram transferidos para outro prédio após uma cratera ser aberta em abril deste ano no antigo local onde funcionava a unidade escolar.

Conforme a Secretaria Estadual de Educação (Seduc), a escola esteve sem aulas num período correspondente a 45 dias letivos, sendo 42 por conta da greve dos profissionais da educação.

Na ocasião da mudança de prédio, a Prefeitura de Cáceres se prontificou a fazer o transporte escolar levando os estudantes até o novo prédio.

O prefeito de Cáceres, Francis Maris, afirmou que tem uma reunião agendada com o governador Mauro Mendes (DEM) para esta sexta-feira (16), quando pretende tratar do assunto. Segundo ele, o município não tem condições financeiras de bancar o transporte dos alunos.

O pai de um dos alunos, Sérgio Ortiz, explica que o novo prédio fica a cerca de 4 km do antigo local e que, para chegar à escola, os alunos agora precisam atravessar a BR-070. Antes, quando os alunos tinham aula no prédio onde a cratera foi aberta, segundo Sérgio, a maioria ia de bicicleta para a unidade escolar. Agora, no entanto, precisam de um ônibus.

Já a Seduc diz que o estado é responsável pelo transporte dos alunos que moram na zona rural. Já os que moram na cidade devem ser levados e trazidos com recursos da prefeitura.

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