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Cáceres e Região

Cáceres – Reeducandos constroem cidade cenográfica da Paixão de Cristo

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O evento reuniu aproximadamente três mil pessoas e teve um espaço construído especialmente para contar a história da paixão e morte de Jesus, com 85 metros de cenário, 150 atores, em uma hora e meia de duração

Reeducandos da unidade prisional de Cáceres (200 km a oeste de Cuiabá) participaram de mais um projeto da área de cultura e turismo desenvolvido pela prefeitura do município. Desta vez, eles construíram a cidade cenográfica para a encenação da Paixão de Cristo, realizada no último fim de semana na praça de eventos da cidade.

O evento reuniu aproximadamente três mil pessoas e teve um espaço construído especialmente para contar a história da paixão e morte de Jesus, com 85 metros de cenário, 150 atores, em uma hora e meia de duração.

Os reeducandos receberam o direito de assistir ao espetáculo, com autorização judicial. Diretor da unidade prisional, Welton Ribeiro explica que a parceria com a prefeitura inclui diversas atividades para ao reeducandos ao longo do ano, como o trabalho na área de serviços urbanos e também a confecção das decorações da cidade para o Festival de Pesca e Natal. “Uma série de atividades desenvolvidas pela unidade permite a qualificação dos reeducandos, além de outras parcerias firmadas com a unidade prisional, empresas e o poder público de Cáceres, como o emprego de mão de obra em atividades da prefeitura e de empresas da cidade”.

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A Secretaria Municipal de Turismo e Cultura organizou o espetáculo em parceria com a equipe do Grupo de Oração Santa Terezinha da Catedral São Luiz de Cáceres. O evento teve o apoio do Sistema Penitenciário, Conselho da Comunidade e Primeira Vara Criminal da Comarca de Cáceres.

“Todos os atores foram voluntários, num esforço muito grande em ensaio e dedicação, durante 30 dias. Graças a Deus levamos para a população um espetáculo de qualidade, num cenário espetacular, digno das grandes produções de cinema”, acentuou Junior.

Com informações da Prefeitura de Cáceres 

Raquel Teixeira | Sesp-MT

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Em mensagem de despedida, Marcinho diz que Adriano deixa um legado de idealismo e perseverança

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A partida prematura do nosso amigo e companheiro Adriano Silva irá proporcionar uma lacuna, não impossível, mas muito difícil de ser preenchida nos meios socais, familiares e políticos, em Cáceres.

Idealista, o professor e ex-reitor da nossa Unemat, Adriano deixa ao povo mato-grossense, um legado de homem público honesto e justo.

A população, as autoridades, mas principalmente, a comunidade acadêmica, certamente, reconhecerá, para sempre, a realização do seu grande sonho de tornar realidade os cursos de Direito e Medicina da instituição.

Mas, não foram só isso, Adriano será lembrado pela sua perseverança, nos meios políticos. O desejo de ajudar no desenvolvimento de sua cidade natal, fez com que ele pleiteasse galgar passos largos no cenário político.

Embora, não tenha obtido sucesso, nos pleitos que disputou, Adriano jamais desistiu em se perseverar. A sua bandeira era estar presente; era somar; era defender os interesses de Cáceres.

O povo mato-grossense, mas, em especial, o cacerense, o terá para sempre no coração e na memória como um grande homem, pai, companheiro, profissional e amigo.

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Que Deus conforte a família.

Marcinho Lacerda!

Assessoria

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OMS decide retomar pesquisas com cloroquina

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METROPOLES

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou, nesta quinta-feira (04/06), que a entidade vai retomar as pesquisas com cloroquina e hidroxicloroquina contra o coronavírus. Tedros Adhanim Ghebreyesus explicou que o Comitê de Segurança e Monitoramento do ensaio clínico Solidaridade revisou os dados e decidiu manter o protocolo original do estudo.

O trabalho havia sido suspenso na semana passada depois que os resultados de uma pesquisa com 96 mil pacientes foram publicados na revista científica The Lancet. Segundo os pesquisadores, o medicamento não tinha eficácia contra a Covid-19 e aumentava o risco de arritmia cardíaca e morte.

Porém, nesta segunda (02/06), a publicação científica anunciou em editorial que os resultados passariam por auditoria e que os editores estariam “preocupados”.

Nos bastidores, governo admite que novo protocolo da cloroquina “fracassou”. Mais de 3.500 pacientes em 35 países farão parte do ensaio clínico da OMS. Segundo Soumya Swaminathan, cientista-chefe da entidade, não há evidência de que qualquer remédio diminua a mortalidade em pacientes com coronavírus.

Ela reforçou que a OMS não está fazendo uma recomendação acerca do uso da medicação, e sim autorizando investigações para descobrir se a cloroquina funciona ou não contra a doença.

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