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Cáceres e Região

Cáceres adota plano de humanização do parto para evitar violência obstétrica

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Gazeta – Expressão Notícias

O município de Cáceres adotou o plano municipal de humanização do parto, na última segunda-feira (10). A intenção é evitar que a violência obstétrica ocorra em atendimentos no Sistema Único de Saúde (SUS), assim como garantir assistência à saúde materna e do bebê.

A lei foi assinada pela prefeita Eliene Liberato. Outros municípios de Mato Grosso, como Juara, Várzea Grande e Rondonópolis, também sancionaram a lei. A violência obstétrica ganhou repercussão nacional após o caso da influencer Shantal Verdelho, que denunciou a relação abusiva contra o médico Renato Kalil.

Segundo a famosa, Renato Kalil chegou a sugerir que ela fizesse o “ponto do marido”, um procedimento em que a vagina é costurada para deixá-la mais estreita, “a fim de proporcionar mais prazer ao companheiro”.

De acordo com o plano municipal, o termo “humanização” diz respeito ao compromisso de autonomia e protagonismo dos sujeitos e de corresponsabilidade entre os profissionais de saúde e a gestante – ou seja, a parturiente pode ter autonomia sobre o seu próprio corpo.

Isso inclui garantir a gestante o direito de optar pelos procedimentos que lhe proporcionem conforto e bem-estar, assim como administração de substâncias analgésicas e anestésicas.

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“O Plano Municipal visa desenvolver ações de promoção, prevenção e assistência à saúde de gestantes e recém-nascidos, promovendo a ampliação do acesso a essas ações, o incremento da qualidade da assistência obstétrica e neonatal, bem como sua organização e regulação para mobilizar e disseminar a importância da humanização da assistência ao parto e nascimento”, explica trecho.

O procedimento deve seguir as orientações da Organização Mundial de Sáude (OMS), especialmente o Manual de Boas Práticas de Atenção ao Parto e Nascimento.

“Respeitar os desenvolvimentos fisiológico e psicológico da gestação, do parto e nascimento e do puerpério, vetados os procedimentos desnecessários ou proscritos e dando-se a preferência pela utilização dos métodos menos invasivos e mais naturais”, orienta.

Fica também a critério da gestante a presença de um acompanhante de livre escolha, o local, posição e uso de intervenções na hora do parto.

Violência obstétrica

A violência obstétrica é um tipo de violência contra a mulher, praticada pelos profissionais da saúde, que se caracteriza pelo desrespeito, abusos e maus-tratos durante a gestação e/ou no momento do parto, seja de forma psicológica ou física.

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Segundo o plano municipal, é tratado com ofensa verbal ou física tratar a parturiente de forma agressiva, não empática, grosseira, zombeteira, ou de qualquer outra forma que a faça sentir-se mal pelo tratamento recebido.

“Fazer graça ou recriminar a parturiente por qualquer comportamento, como gritar, chorar, ter medo, vergonha ou dúvidas; fazer graça ou recriminar a mulher por qualquer característica ou ato físico como, por exemplo, obesidade, pelos, estrias, evacuação e outros”, lista o plano.

Assim como no caso da influencer, é proibido também realizar a episiotomia, quando esse procedimento não é realmente imprescindível. A episiotomia é uma incisão efetuada na região do períneo – entre o ânus e a vagina – para facilitar a passagem do bebê.

Outra observação no plano é fazer a gestante acreditar que precisa de uma cesariana, quando esta não se faz necessária. Fica proibido também manter algemadas as detentas em trabalho de parto.

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Invasão de hackers prejudica enquete sobre reitoria da Unemat

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Sinézio Alcântara – Expressão Notícias

     Uma invasão de hackers no sistema de votação do site Expressão Notícias, prejudicou a realização de uma enquete junto a comunidade acadêmica, sobre a eleição da reitoria da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat).

      A sondagem foi lançada às 12h de quinta-feira (20/05). A proposta seria saber a preferência, principalmente, do eleitor da comunidade acadêmica, sobre em quem votar na eleição da nova reitoria da instituição que acontece no próximo dia 1 de junho.

       Foi instalado um dispositivo para que alunos, professores e técnicos, votassem no candidato de sua preferência.

      A chapa 1 formada pelos professores Roberto Alves de Arruda e professora Rinalda Bezerra; chapa 2, pela professora Vera Maquêa e Alexandre Porto e chapa 3 formada pelos professores Celso Fanaia e Nivaldo Teodoro.

      Os problemas, decorrente dos ataques hackers, começaram menos de duas horas do lançamento da enquete. Às 13h30, quando já haviam sido registrados 893 votos, o sistema começou a ficar lento.

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      As 14h30 quando já haviam sido registrados 1.363 votos – com a votação, praticamente, empatada entre as chapas da professora Vera Maquêa e Celso Fanaia, o sistema travou. Logo em seguida disparou computando quase 13 mil votos, a maioria para chapa da professora Vera Maquea.

     De acordo com o administrador do site, alguém descobriu uma forma de votar diversas vezes no mesmo candidato, ocasionando a fraude. Para evitar maiores transtornos a direção site cancelou o questionário retirando a página do ar.

     Nova enquete sobre a eleição será realizada na próxima semana. A direção do veículo encomendou um dispositivo com maior segurança, que irá impedir ataques e dessa forma levar as informações com segurança à população

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Líder do CV é preso acusado de matar soldado do Exército em Cáceres

Publicado

Redação/Gazeta

Integrante do Comando Vermelho, com atuação em Cáceres, foi preso pela Polícia Civil acusado de envolvimento na morte do soldado do Exército, Thiago de Brito de Almeida, 19 anos, no bairro Cohab Nova, em Cáceres, em janeiro deste ano. O militar teria sido morto por engano.

O acusado, de 39 anos, que não teve o nome revelado, foi preso inicialmente por apresentar documento falso. Contudo, já era  procurado pela Justiça por participação no homicídio do soldado do Exército. A prisão foi cumprida na quinta-feira (19), em Cuiabá.

Só após a prisão por documento falso, os policiais civis da 1ª Delegacia de Cáceres coordenados pelo delegado Marlon Richer Nogueira, deslocaram-se até o Fórum de Cuiabá. Pouco antes do preso ser apresentado em juízo, a equipe de Cáceres deu cumprimento ao mandado de prisão, bem como realizou a apreensão do aparelho celular do suspeito.

Homicídio

Na noite do dia 22 de janeiro deste ano, Thiago de Brito de Almeida, 19 anos, soldado do Exército, foi morto após ser atingido por disparos de arma de fogo, em via pública do bairro Cohab Nova, em Cáceres. O crime foi praticado por 5 indivíduos em um veículo Corsa de cor preta.

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Segundo apurado, a ordem para matar foi do líder da facção, tendo como alvo um integrante de uma organização rival e que sempre usava uma camiseta de time de futebol, semelhante a blusa que a vítima vestia no momento em que foi assassinada.

Investigação

Desde então os policiais civis vinham realizando diligências ininterruptas para esclarecer a ocorrência. Os suspeitos, todos com extensa ficha criminal, também são investigados em outros homicídios ocorridos em Cáceres.

Os criminosos, tanto o mentor como os executores, tiveram os mandados de prisão representados pela Polícia Civil, e decretados pela Justiça da Comarca local.

Além do líder da organização criminosa, que teve a prisão cumprida no Fórum de Cuiabá, outro envolvido de 30 anos e que encontra-se recolhido na Cadeia Pública de Cáceres, teve o mandado de prisão preventiva cumprido na quinta-feira (19), na unidade prisional.

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