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Buscas por pilotos de avião que sumiu em MT chegam ao quarto dia sem vestígio de sobreviventes

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O avião, prefixo PT-ICN, decolou da cidade de Pimenta Bueno (RO) no sábado (1º) com destino a Cuiabá, mas não chegou a capital.

Há quatro dias o Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) faz buscas pelos pilotos John Cleiton Venera e Marcelo Balestrin e pelo avião de pequeno porte que sumiu no último sábado (1º) na Serra do Mangaval, próximo a Cáceres, a 280 km de Cuiabá.

Avião está desaparecido desde sexta-feira em Mato Grosso

Avião está desaparecido desde sexta-feira em Mato Grosso

O avião, prefixo PT-ICN, decolou da cidade de Pimenta Bueno (RO) com destino a Cuiabá, mas não chegou a capital e perdeu o contato com os órgãos de controle a aproximadamente 120 km de Cuiabá.

O último sinal da aeronave captado pelo radar ocorreu na sexta-feira. Como não chegaram ao destino, a própria empresa proprietária da aeronave fez sobrevoos na região, mas não conseguiu localizá-los.

Piloto e do copiloto John Cleiton Venera (à esquerda) e Marcelo Balestrin (à direita) — Foto: Arquivo pessoal

Piloto e do copiloto John Cleiton Venera (à esquerda) e Marcelo Balestrin (à direita) — Foto: Arquivo pessoal

Inicialmente a busca é feita apenas pelo ar. Ainda não há buscas por terra. A operação foi comprometida por conta da chuva e forte neblina que cercam a região da Baixada Cuiabana.

O helicóptero do Ciopaer conseguiu sobrevoar a região nesta segunda-feira (3), mas ainda não há informações se o avião ou o piloto e copiloto foram localizados.

Recompensa

Os familiares e amigos dos dois pilotos oferecem uma recompensa por informações sobre a aeronave ou sobre os tripulantes.

A recompensa é organizada pelas famílias, amigos, colegas e pela empresa. O valor não foi divulgado, mas garante recompensa em dinheiro por quem passar informações precisas sobre a localização da aeronave ou dos pilotos.

Por Flávia Borges, G1 MT

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Cáceres e Região

Corpo do idoso trocado no hospital São Luiz foi exumado na tarde de hoje por determinação judicial

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Editoria – Sinézio Alcântara

O corpo do idoso Adelio João de Souza, de 66 anos, que foi trocado, no sepultamento, pelo da idosa Alaíde Rosa de Aquino, 81 anos, que morreu no mesmo dia (terça-feira), no Hospital São Luiz, foi exumado na tarde desta quarta-feira, no cemitério Park dos Ipês, em Cáceres.  

A exumação foi determinada pela juíza da 5ª Vara da Comarca, Hanae Yamamura de Oliveira, após reclamações das duas famílias.

O desenterro do corpo foi realizado por uma equipe da Perícia Criminal, acompanhado pelo delegado Alex de Souza Cuyabano e familiares do idoso. O delegado diz que “a exumação foi apenas para desenterrar e enterrar no local certo”.

Adelio de Souza deu entrada no hospital no dia 20 de maio, após sofrer um infarto e morreu na terça-feira, momentos antes da morte de Alaíde Rosa. Moradora de São José dos IV Marcos, a idosa era cardíaca e deu entrada no hospital no dia 23 de maio com suspeita de Covid-19.

A confusão foi feita pela equipe do hospital. Ao serem informados da morte do idoso os familiares foram ao hospital. Lá receberam a informação de que ele já havia sido sepultado com suspeita de Covid-19. Na verdade, ele havia sido enterrado no lugar de Alaíde.

Por outro lado, familiares da idosa choraram e oraram pelo corpo errado. Uma neta da idosa, reclama que além da confusão teria sido maltratada pela equipe do hospital. Porém, a direção da Casa nega. Em uma Nota a direção informa que irá instaurar uma sindicância para apurar o ocorrido.

Outro lado

A direção do Hospital São Luiz informa que abriu sindicância para apurar o ocorrido e adotará todas as medidas cabíveis. A gestão mantém, de forma contínua, a revisão de protocolos de segurança e o caso mencionado não está de acordo com o rigor dos procedimentos do São Luiz.

Os familiares dos pacientes envolvidos foram informados, imediatamente, após identificada a situação, sendo oferecido todo o suporte para a resolução dos trâmites necessários.

Neste momento, o Hospital São Luiz lamenta o ocorrido e reitera seu compromisso com a população, amparado por seus princípios e a busca permanente pela qualidade, humanização e segurança nos serviços oferecidos.

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Prefeito cobra auditoria após troca de corpos em Hospital São Luiz

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Alaíde Rosa de Aquino, de 81 anos, morreu com suspeita de Covid-19 em Cáceres

O prefeito Francis Maris Cruz (PSDB), determinou auditoria no Hospital São Luiz, que atende ao Sistema Único de Saúde (SUS) e é administrado pela empresa Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar, após acusação de troca de corpos na unidade. O gestor também requer que o Estado assuma o local, pois a empresa não está atendendo conforme estabelecido em contrato.

Segundo o gestor, as reclamações quanto ao atendimento oferecido na unidade de saúde ocorrem há meses e se agravaram na essa semana, após denúncia de troca de corpos de pacientes. O idoso A.J.S. 66 foi internado com problemas cardíacos. Já a senhora A.R.A. estava hospitalizada com suspeita da covid-19.

Ambos morreram no dia 26 de maio, no entanto o idoso cardíaco foi sepultado como se tivesse sido vítima do coronavírus, com todas as especificações que o Ministério da Saúde (MS) exige. Já a idosa com suspeita da doença permanecia na unidade à espera dos procedimentos fúnebres.

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“Nós que estamos tendo que correr atrás para desfazer essa situação, é um absurdo, o que estão fazendo com nossa família. Nosso pai morreu de infarto e foi enterrado como se fosse de covid-19, e por outra família”,, disse o filho do idoso, Roberto Fernandes de Souza, ao site Expressão Notícias.

De acordo com o prefeito, além da troca de corpos, as queixas contra a unidade preenchem uma lista extensa. “As reclamações são de falta de atendimento, demissão de mais de 100 funcionários, médicos que prestavam serviços deixaram de atender por falta de pagamento, falta de comida. A situação é grave”, informou o prefeito.

O gestor relata que um grupo filantrópico da cidade tem arrecadado alimentos e levado ao hospital para que sejam servidos aos pacientes, pois o hospital não tem.

“Já mandamos a Vigilância Sanitária fazer uma auditoria lá e vamos alertar o governo do Estado sobre isso. Provavelmente terá que assumir o hospital, assim como fez com a Santa Casa. Nessa época de pandemia o hospital não pode parar e a empresa está deixando a desejar”, declara Francis Maris.

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O São Luiz presta atendimento a pacientes de 23 cidades da região e o dinheiro para manutenção e pagamento da empresa Pró Saúde é repassado pelo Estado e governo Federal. Segundo o prefeito, a empresa havia alegado que os atendimentos estavam comprometidos por falta de repasse do Estado. No entanto, foi comprovado que os pagamentos estavam regulares

jessica@gazetadigital.com.br

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