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Polícia Federal

Bolsonaro nomeia secretário da Abin para a direção-geral da PF

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Ato foi publicado em edição extra do Diário Oficial da União

O presidente Jair Bolsonaro nomeou o delegado Rolando Alexandre de Souza para o cargo de diretor-geral da Polícia Federal (PF). O decreto foi publicado em edição extra do Diário Oficial da União na manhã desta segunda-feira (4).

A assinatura do termo de posse também foi hoje, em reunião fechada no gabinete do presidente Jair Bolsonaro, no Palácio do Planalto. Souza ocupava a Secretaria de Planejamento e Gestão da Agência Brasileira de Inteligência (Abin).

A nomeação do delegado ocorre após o Supremo Tribunal Federal (STF) suspender a nomeação e a posse de Alexandre Ramagem para a diretoria-geral da PF. Na decisão, o ministro Alexandre de Moraes, do STF, citou declarações do ex-ministro da Justiça Sergio Moro que, ao deixar o cargo, acusou o presidente Bolsonaro de tentar interferir politicamente no órgão.

Após a decisão de Moraes, o próprio presidente tornou sem efeito a nomeação do delegado e manteve Ramagem como diretor-geral da Abin, cargo que ocupa desde o início do governo.

O presidente da República Jair Bolsonaro, durante assinatura do Termo de posse do Diretor-geral da Polícia Federal,Rolando Alexandre de Souza
O presidente da República Jair Bolsonaro, durante assinatura do termo de posse do novo diretor-geral da Polícia Federal, Rolando Alexandre de Souza – Isac Nóbrega/PR

Souza ocupava a Secretaria de Planejamento e Gestão da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) desde setembro de 2019 e já foi superintendente Regional da Polícia Federal em Alagoas, de 2018 a 2019.

Rolando Souza é ex-aluno da Academia Militar das Agulhas Negras (Aman), graduado em direito e em ciências contábeis, é delegado de carreira da PF desde 2005. Na corporação foi chefe do Serviço de Repressão a Desvio de Recursos Públicos e ocupou cargos de chefia na Divisão de Combate a Crimes Financeiros e na superintendência em Rondônia.

Agência Brasil

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Nacional

Brasil tem mais de 400 mortes por covid-19 em 24 horas

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Total de mortes chega a 3.313 e de casos confirmados, a 49.492

O Brasil teve 407 novas mortes nas últimas 24 horas em razão da pandemia do novo coronavírus (covid-19), o maior número neste período desde o início da contagem. No total, o país soma 3.313 óbitos, 49.492 mil casos confirmados da doença e 26.573 pacientes recuperados. Ainda de acordo com os dados divulgados ontem (23) pelo Ministério da Saúde, 19.606 casos estão em acompanhamento.

As novas mortes marcaram um aumento de 14% em relação a ontem quando foram registrados 2.906 falecimentos. O percentual de acréscimo foi mais do que o dobro do divulgado ontem em relação a terça-feira, de 6%.

Já a quantidade de pessoas infectadas teve uma elevação de 8,2% em relação a ontem, quando foram contabilizados 45.757 pacientes nessa condição.

São Paulo se mantém como epicentro da pandemia no país, concentrando o maior número de falecimentos (1.345). O estado é seguido pelo Rio de Janeiro (530), Pernambuco (312), Ceará (266) e Amazonas (234).

atualização

Ministério da Saúde/Divulgação

Agência Brasil

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Polícia Federal

Bolsonaro sugere adiamento de protesto por causa do coronavírus

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O presidente Jair Bolsonaro sugeriu o adiamento dos protestos marcados para domingo (15) por causa do coronavírus . Ele participou de live nesta quinta-feira (12) ao lado do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, usando máscara.

A live foi realizada antes do pronunciamento do presidente em rede nacional de rádio e televisão, marcado para às 20h30. Na manhã desta quinta-feira, Bolsonaro, a primeira-dama Michelle e toda a equipe do governo que foi para os EUA fizeram testes para detectar ou descartar infecção pelo coronavírus. Os resultados sairiam só nesta sexta-feira.

Leia também – Bolsonaro e família são monitorados para risco de coronavírus após viagem aos EUA

O secretário de Comunicação da Presidência, Fabio Wajngarten, testou positivo para coronavírus.

“Se der positivo, o presidente vai ter que despachar daqui (Palácio da Alvorada). Vamos recomendar o isolamento domiciliar. Se não der positivo ou se der outro vírus, que é mais comum, o influenza, a gente libera e vida que volta ao normal”, afirmou o ministro da Saúde.

“A gente pede a Deus que esse problema logo se dissipe em nosso país e que volte à normalidade”, disse Bolsonaro. Em seguida, o presidente comentou os efeitos econômicos do coronavírus.

“Bolsa de valores que despenca, dólar que sobe, isso está acontecendo no mundo todo. As medidas econômicas estão sendo tomadas, mas não somos uma potência com recursos abundantes como os Estados Unidos”, acrescentou.

Em seguida, ponderou sobre a manifestação marcada para ocorrer no domingo, dia 15. “Mas cautela e canja de galinha”, disse Mandetta interrompendo Bolsonaro. O presidente disse, então, que o povo nas ruas, manifestando como sempre se manifestou, de forma ordeira, pacífica e democrática, é um direito dele, contra ou a favor quem quer que seja”.

Na visão do presidente, as manifestações são legítimas e as instituições devem ser preservadas. “Ninguém pode atacar o Parlamento, o Executivo e o Judiciário”, disse.

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