conecte-se conosco


Cáceres e Região

Blitz da Lei Seca prende sete por embriaguez e apreende 22 veículos em Cáceres

Publicado

Uma blitz da operação Lei Seca, realizada na madrugada deste sábado (16), na Avenida 7 de Setembro, em Cáceres, realizou 97 testes do bafômetro que resultaram na prisão de sete motoristas e na autuação de 14 por dirigir sob efeito de álcool.

Segundo o Coordenador da 4ª Ciretran em Cáceres, Marcos Ribeiro, a operação resultou na apreensão de 22 veículos, sendo 10 carros e 12 motos. Foram recolhidas 8 Carteiras Nacionais de Habilitação (CNH) e 22 Certificados de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLVs). Além disso, 7 condutores se recusaram a realizar o teste de alcoolemia, sendo registrado autos de infração de trânsito.

Leia mais

Operação Lei Seca apreende mais de 30 veículos e autua sete motoristas por embriaguez em Cáceres

Juiz não irá baixar portaria que estabelece “lei seca” em Cáceres nas eleições

Blitz da Lei Seca apreende 6 veículos durante fiscalização no centro de Cáceres

As prisões ocorreram pelo descumprimento do Artigo 306 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), que proíbe conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência. Para este crime, a pena é de detenção de seis meses a três anos, multa e suspensão ou proibição de se obter a permissão ou a habilitação para dirigir veículo automotor.

Leia mais:   Câmara realiza primeira Sessão Itinerante do ano em escola municipal nesta terça-feira

Integração entre os órgãos

A Operação da Lei Seca foi Coordenada pela 4ª Ciretran de Cáceres e contou com o envolvimento da Polícia Militar (PM-MT), por meio do 6º Batalhão de da Polícia Militar (6ºBPM), Polícia Judiciária Civil, Policia Rodoviária Federal e pela Coordenação Municipal de Trânsito de Cáceres (CMTC).

Foram obtidos os seguintes resultados:

Testes de Alcoolemia: 97

Recolhimento CNH: 08

Recolhimento CRLV: 22

Recolhimento de Veículos: 22 (10 Carros e 12 motos)

Recusa Alcoolemia – 07

Alcoolemia – 14

Alcoolemia Crime – 02

Direção Perigosa – 01

Desobediência – 02

Sem Placa – 01

Transferência de Município – 03

Por: Joner Campos I Cáceres Notícias

Comentários Facebook

Cáceres e Região

Pai e filho pescam juntos e se consagram campeões da pescaria em canoa durante o Fipe 2019

Publicado

38 FIPe

dupla de canoeiros “Pai e filho” foram os vencedores da 38º Festival Internacional de Pesca Esportiva de Cáceres (FIPE), na categoria pesca em canoa.

Enoque Araújo Faria e Vinicius de Souza Faria, respectiva pai e filho capturaram 4 exemplares e totalizaram 7700 pontos, e foram premiados com o prêmio principal da categoria, um barco de 6 metros e um motor 30 HP.

De acordo com o patriarca da equipe, Enoque Araújo, a inscrição foi feita como presente ao filho que havia feito aniversário a poucos dias.

“Dei de presente a ele a inscrição da pescaria em canoa, e agora somos os campeões do FIPe, e agora ele recebe mais um presente, desta vez um barco de 6 metros e um motor. Só tenho a agradecer, o evento foi perfeito e a premiação é muito boa, estou muito feliz”, afirmou.

Foram capturados e soltos, 29 exemplares durante as 4 horas de pescaria da categoria canoa, das espécies pintado, cachara, jurupoca, Jurupensém e palmito. Estiveram na raia de pesca 142 equipes, totalizando 284 pescadores.

Para o Secretário de Turismo e Cultura, Junior Dias Trindade, o evento foi marcado pela premiação atrativa aos participantes da pesca em canoa e embarcada.

“Colocamos a disposição uma premiação superior a 250 mil nas duas principais categorias, a equipe campeã da pesca em canoa está levando para casa um kit com um barco de 6 metros e um motor 30 HP. Quero agradecer a Deus, aos nossos servidores, patrocinadores e voluntários, por tornar este FIPe o melhor de todos os tempos”, finalizou.

 

 

 

1º Lugar (Pai e Filho) – Cáceres – 4 peixes – 7700 Pontos

Enoque Araújo Faria e Vinicius de Souza Faria

Prêmio: 1 Barco de 6 metros e 1 motor 30 HP

 

2º Lugar (Linha Forte) – Cáceres – 2 peixes – 7140 Pontos

Joacir Horn e Leandro Lourenço da Silva

Prêmio: 1 Barco de 6 metros e 1 motor 15 HP

 

3º Jambeirão – Cáceres – 1 peixe – 5110 Pontos

Clodoaldo Luiz da Silva e Márcio da Silva Queiroz

Prêmio 1 Barco de 6 metros e 1 Gerador

 

4º Barqueiro – Cáceres – 1 peixe – 4480 Pontos

Lindomar Santos da Silva e Adonias Antonio Veiga

Prêmio 1 Barco de 6 metros

 

5º Deus Vivo – Cáceres – 1 peixe – 3570 Pontos

Alex Flaviano da Silva e Odair Bispo da Cruz

Prêmio: 1 Carretinha P/Barco

 

6º Lava Jato – Cáceres – 2 peixes – 3225 Pontos

Eder Max da Silva e Alex Brasilino da Silva

Prêmio: 1 Rabeta

 

7º Os Docinhos – Cáceres – 1 peixe – 3360 Pontos

Cleonice Buck Leite e Adilson Buck

Prêmio: 1 Gerador

 

9º JL e Pantanal – Cáceres – 1 peixe – 3150 Pontos

José Roberto da Silva Santos e Eliandro Antonio Miranda

Prêmio: 2 Caixas Térmicas

Assessoria

Leia mais:   Raiva bovina infecta e mata seis animais na região de Cáceres
Comentários Facebook
Continue lendo

Cáceres e Região

Raiva bovina infecta e mata seis animais na região de Cáceres

Publicado

Seis casos de raiva bovina foram registrados, em propriedades rurais na região de Cáceres, nos últimos três anos. Uma média de duas mortes por ano. O maior índice foi registrado em 2018 com três casos. Além de um resultado positivo, mais um caso está em análise, neste ano, no município. Ao todo, conforme o Instituto de Defesa Agropecuária – Indea foram realizados entre os anos de 2017 e 2019, 40 exames, dois quais, seis deram positivos e 34 negativos.

A situação é preocupante, de acordo com o gerente-regional do Indea, Adriano Garcia Araújo, levando em conta que o município detém o maior rebanho bovino do Estado, com cerca de 3,5 milhões de cabeça. E, o surgimento frequente de casos da doença pode comprometer a pecuária mato-grossense, sem contar que também é um grave problema de saúde pública.

A raiva é transmitida pela mordedura de morcegos hematófagos. Eles são hospedeiros e transmissores do vírus, por meio da saliva infectada. Pela mordedura ou lambida em alguma ferida aparente do animal ele transmite a doença. O vírus não tem tratamento. Por isso, a  alternativa é a vacinação.  O ser humano também pode ser infectado.

Os animais devem ser vacinados a partir de 3 meses de idade e fazer o reforço nos primovacinados após 30 dias. Nesse período, eles desenvolvem os sintomas da raiva como isolamento, agressividade, salivação e dificuldade ao andar.

O gerente do Indea afirma que os campos das propriedades rurais, com plantio de árvores, em meio à pastagem, vêm se tornando um habitat perfeito para os morcegos. “Os bovinos, geralmente, usam as sombras das árvores, durante o dia para descansar e a noite para dormir. Por isso se tornam presas fáceis para os morcegos que ficam nas árvores. Eles só têm o trabalho de descer, morder ou sugar o animal, e voltar” explica Adriano.

Leia mais:   Pai e filho pescam juntos e se consagram campeões da pescaria em canoa durante o Fipe 2019

De acordo com o Indea, para que o controle da raiva dos herbívoros seja efetivo, é importante que o Serviço Estadual de Defesa Sanitária Animal mantenha uma rotina de cadastro dos refúgios/abrigos dos morcegos, com monitoramento respeitando as características regionais de cada estado. Ele apresenta uma alta versatilidade na utilização de abrigos, podendo ser naturais, como grutas e ocos de árvore, ou artificiais, constituídos por casas abandonadas, pontes, bueiros, fornos de carvão, etc.

Orientações:

Cabe ao proprietário notificar imediatamente ao Serviço Veterinário Oficial a suspeita de casos de raiva em herbívoros, bem como a presença de animais apresentando mordeduras por morcegos hematófagos, ou ainda informar a existência de abrigos desses morcegos. A não notificação coloca em risco a saúde dos rebanhos da região, podendo expor o próprio homem à enfermidade. Sendo a raiva uma enfermidade de notificação compulsória, caberá sanção legal ao proprietário que não cumprir com esta obrigatoriedade.

Comunique sua vacinação contra Raiva no escritório do Indea. Na suspeita de um animal acometido pela doença: – Isolar o animal do restante do rebanho; – Nunca manipular o animal; – Não consumir a carne do animal; – Procurar imediatamente um escritório do Indea do seu município;  – No caso de mordedura no homem ou contato com animais suspeitos;  – Lavar com água e sabão o ferimento. – Procurar a Secretaria Municipal de Saúde. – Comunicar ao Indea do seu município.

Leia mais:   Câmara realiza primeira Sessão Itinerante do ano em escola municipal nesta terça-feira

Os abrigos devem ser georreferenciados com o auxílio de GPS. O controle dos morcegos deve ser executado de forma correta e seletiva, atingindo somente morcegos da espécie Desmodus rotundus, não causando nenhum dano ou transtorno a outras espécies de morcegos, como insetívoros, frugívoros, polinívoros, carnívoros e ictiófagos, pois estes últimos constituem fator primordial para o equilíbrio ecológico.

Conforme a biologia, habitat, área de ação, padrões alimentares, hábitos, organização social e comportamentos específicos dos Desmodus rotundus, desenvolveram-se técnicas para o controle de suas populações, mediante o emprego de anticoagulantes.

Nos refúgios frequentados por morcegos hematófagos Desmodus rotundus, sempre que possível, o INDEA coleta espécimes para envio ao laboratório. No caso de suspeita de esses morcegos estarem acometidos por raiva, devem ser coletados e encaminhados ao Laboratório de Apoio a Saúde Animal (LASA), para diagnóstico. Este trabalho (o controle populacional de morcegos) pode ser realizado apenas pelo INDEA-MT com profissionais treinados e habilitados.

A colheita das amostras de animais suspeitos de estar acometidos de raiva deverá ser efetuada por médico veterinário que esteja devidamente imunizado. Do herbívoro suspeito de raiva deverão ser coletadas amostras do Sistema Nervoso Central (SNC). No caso de ruminantes, o encéfalo (córtex, cerebelo e tronco cerebral), já no caso dos eqüídeos, deve ser coletado o encéfalo e a medula. Deverão ser coletadas e enviadas ao laboratório, para diagnóstico, amostras de todos os animais mortos com sinais clínicos compatíveis com encefalites.

Editoria – Sinézio Alcântara

Comentários Facebook
Continue lendo

Cáceres e Região

Policial

Política MT

Mato Grosso

Entretenimento

Mais Lidas da Semana