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Mulher

Banco de perfil genético tem mais de 17 mil presos cadastrados

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O Banco Nacional de Perfis Genéticos já conta com 17.361 perfis de condenados cadastrados, um crescimento de 165% em relação ao último relatório, de novembro de 2018. Os dados são do relatório semestral da Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos, publicado na terça feira (11).

De acordo com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, os números revelam o comprometimento e a força tarefa dos estados em coletar e inserir no banco o material biológico dos condenados. A meta do ministério é alcançar 65 mil cadastros até o final do ano.

Os dados do banco genético auxiliam peritos nas investigações criminais, em nível nacional e estadual. O relatório revela que em 825 investigações os dados foram utilizados, incluindo crimes contra a vida, crimes sexuais e crime organizado, e que foram processados mais de nove mil vestígios de local de crime no Banco Nacional de Perfis Genéticos.

Cada laboratório pertencente à Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos foi responsável por coletar amostras de DNA dos condenados nas penitenciárias, analisar os perfis genéticos oriundos em locais de crimes, processar as informações e incluir em seus respectivos bancos de dados. Os materiais foram enviados ao banco nacional e são confrontados para busca de coincidências e relação de suspeitos em locais de crime.

Para alcançar a meta de 65 mil cadastros, a Secretaria Nacional de Segurança Pública investiu R$ 9 milhões para aquisição de kits de coletas de amostras biológicas, reagentes, picotadores semiautomáticos e analisadores genéticos.

A Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos foi criada com objetivo de manter, compartilhar e comparar perfis genéticos para ajudar na apuração criminal e no processo de investigação. Atualmente, 18 laboratórios estaduais, o do Distrito Federal e o laboratório da Polícia Federal fazem parte da rede.

A obrigatoriedade da identificação do perfil genético de condenados por crime doloso, praticado com violência de natureza grave contra pessoa, está prevista desde 2012. A estimativa do comitê gestor e secretaria executiva da rede é que existam 137,6 mil condenados nessas condições e que deveriam ser identificados pelo perfil genético.

Edição: Valéria Aguiar

Por Da Agência Brasil

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Estadual

Campanha para confecção de perucas para mulheres com câncer continua

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Nesta terça-feira (22), durante o dia todo, as mulheres, policiais e civis, poderão cortar o cabelo para contribuir para a confecção de perucas que atenderão outras mulheres que passam por tratamento de câncer.

No período da manhã, o salão Velvet Hair Lounge, parceiro da PM nessa campanha, atenderá aquelas que já agendaram horário. Todavia, no período da tarde há vagas para cortes, ou seja, ainda dá tempo de participar dessa ação de solidariedade.

Os telefones para informações e agendamento são: (65) 3613-8880 e (65) 98459-2163. Quem não tiver como ir até esse salão, poderá fazer o corte em outros locais e levar o cabelo para a Coordenadoria de Comunicação e Marketing Institucional da Polícia Militar, na sede do Comando Geral, localziado Avenida Historiador Rubens de Mendonça, 6.135, bairro Novo Paraiso, em Cuiabá, até o dia 30 deste mês.

Além de cabelo, a campanha estimula a doação de acessórios como lenços, boinas, chapéu, bonés, turbantes, laços, fitas, entre outros.

A coordenadora adjunta de Comunicação Social e Marketing Institucional da PM (CCSMI), capitã Raíssa Helena Farinha Amorim, explica que a ação é resultado de uma parceria entre a PM e o projeto Força na Peruca, da Casa da Amizade do Rotary Clube de Lucas do Rio Verde, responsável pela confecção das perucas.

Cabelos a partir de 15 centímetros, com ou sem química, podem ser doados ao pelotão da solidariedade da PM. No final deste mês, os cabelos coletados serão enviados ao projeto Força na Peruca, em Lucas do Rio Verde, onde voluntárias confeccionarão os acessórios.

Depois de prontas, as perucas serão trazidas para Cuiabá e entregues pela PM ao Hospital de Câncer, principal unidade de atendimento de mulheres em tratamento quimioterápico.

Alecy Alves | Secom-MT

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Mato Grosso

Diretora regional da Acrimat concorre a prêmio nacional

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Busco fazer mais dentro das possibilidades que o meio ambiente nos dá, e eu sinto que faço parte da população que está preocupada com o futuro”, diz a produtora indicada na categoria Grande Propriedade.

A diretora regional da Associação dos Criadores de Gado de Mato Grosso (Acrimat), Maria Ester Tiziani Fava, é uma das indicadas este ano ao Prêmio Mulheres do Agro, que valoriza práticas de gestão inovadora de produtoras rurais e pecuaristas brasileiras. A iniciativa foi idealizada pela multinacional alemã Bayer em 2018, em parceria com a Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG).

Maria Ester, conhecida como Teia, concorre na categoria Gestão Inovadora em Grande Propriedade, que reconhece inovações para boas práticas agrícolas focadas na gestão de recurso hídrico, uso correto de defensivo agrícolas e conservação do meio ambiente (seu caso), respeitando os pilares da sustentabilidade – econômico, social e ambiental. As três melhores em pequenas, médias e grandes propriedades são premiadas.

“A edição deste ano do Congresso está incrível, a variedade de temas é enorme. Este ano fui indicado ao prêmio Mulheres do Agro, o que me honrou muito, pois credita à minha história algo de significativo, dentro de um universo de quase 250 outras histórias de mulheres do agro; eu já me sinto vitoriosa por estar entre as três finalistas”, diz Maria Ester Fava.

Pecuarista, Teia acredita que foi indicada por levar à risca a questão da sustentabilidade em suas terras. “Estou realizando um trabalho, há três anos, focado na sustentabilidade do meu negócio; eu intensifico as minhas áreas degradadas, ao invés de projetar e abrir novas áreas, não que eu não vá faze-lo quando as licenças saírem, mas fomos em busca de formas de aproveitar as que já foram abertas”.

A produtora rural contou com apoio de uma organização não governamental, que a auxiliou com questões de natureza ambiental, fornecendo estrutura técnica para que fosse possível executar o trabalho. “Foi uma junção de valores que resultou no que eu penso que foi um sucesso, fazer mais dentro das possibilidades que o meio ambiente nos dá, e eu sinto que faço parte da população que está preocupada com o futuro”.

Prêmio

O objetivo do prêmio é reconhecer a contribuição da mulher nas atividades agropecuárias e apoiá-las na luta em prol da igualdade de gêneros, explica a assessoria do evento. A premiação se consolida como vitrine brasileira de cases de sucesso de mulheres à frente de empreendimentos agropecuários, tornando-as protagonistas de suas histórias.

De acordo com a direção do Congresso, esse protagonismo acaba por gerar investimento e incentivo de empresas do setor, que visualizam na força feminina uma oportunidade de crescimento.

“Nas últimas décadas, as mulheres avançaram em todos os setores do agronegócio, inclusive na pecuária. Ainda somos minoria, mas a cada ano aumenta o número de mulheres que enfrentam o desafio de atuar no setor e este recorde de público neste 4º Congresso Nacional de Mulheres do Agronegócio, é prova disso! As mulheres estão ocupando os espaços antes ocupado exclusivamente por homens e querem estar capacitadas e aptas a apresentar os melhores resultados”, destaca a médica veterinária Daniella Bueno, diretora executiva da Acrimat, que no evento representou o presidente da entidade, Marco Túlio Duarte Soares.

Rodrigo Maciel Meloni – Ascom/Acrimat

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