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Cáceres e Região

BANCA REMOTA: Unemat realiza primeira defesa de doutorado em Linguística

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A primeira defesa de uma tese de doutorado em Linguística da Universidade do Estado de Mato Grosso “Carlos Alberto Reyes Maldonado” aconteceu na manhã desta segunda-feira (18/05), por meio de web conferência em razão da pandemia do Coronavírus. O professor da rede estadual de ensino, Amilton Flavio Coleta Leal, foi o primeiro aluno do doutorado da Unemat a realizar a defesa.

A tese intitulada: “A política de avaliação da redação do Enem: A concepção de linguagem e o efeito leitor-escritor ‘ideal’ analisa de forma discursiva a concepção te´proica de língua(gem) que subsidia a política de avaliação dos textos redacionais do Enem a partir da perspectiva teórica da Análise de Discurso.

A banca realizada totalmente por meio remoto contou com a participação dos professores: Ana Luiza Artiaga Rodrigues da Motta (Orientador/Unemat), Milena Borges (Unemat), Ana Maria Di Renzo (Unemat), Maraisa Lopes (Universidade Federal do Piauí) e Greiciely Cristina da Costa (Universidade Estadual de Campinas). As primeiras defesas do doutorado em Linguística estavam previstas para acontecer em Março deste ano e acabaram suspensas por conta da pandemia.

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O programa de Pós-graduação em Linguística da Unemat começou a funcionar em 2009 com a oferta do curso de Mestrado, a partir de 2015 também passou a oferecer o curso de doutorado. Atualmente o programa tem conta com 32 professores dentro da área de concentração denominada Estudo de Processos Linguísticos. Nesta área de concentração, os alunos optam por uma das cinco linhas de pesquisa: Estudo de Processos de Práticas Sociais da Linguagem; Estudo de Processos de Significação; Estudo de Processos de Variação e Mudança; Estudo de Processos Descritivos, de Análise e de Documentação de Línguas Indígenas; e Estudo de Processos Discursivos.

por Lygia Lima

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Em mensagem de despedida, Marcinho diz que Adriano deixa um legado de idealismo e perseverança

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A partida prematura do nosso amigo e companheiro Adriano Silva irá proporcionar uma lacuna, não impossível, mas muito difícil de ser preenchida nos meios socais, familiares e políticos, em Cáceres.

Idealista, o professor e ex-reitor da nossa Unemat, Adriano deixa ao povo mato-grossense, um legado de homem público honesto e justo.

A população, as autoridades, mas principalmente, a comunidade acadêmica, certamente, reconhecerá, para sempre, a realização do seu grande sonho de tornar realidade os cursos de Direito e Medicina da instituição.

Mas, não foram só isso, Adriano será lembrado pela sua perseverança, nos meios políticos. O desejo de ajudar no desenvolvimento de sua cidade natal, fez com que ele pleiteasse galgar passos largos no cenário político.

Embora, não tenha obtido sucesso, nos pleitos que disputou, Adriano jamais desistiu em se perseverar. A sua bandeira era estar presente; era somar; era defender os interesses de Cáceres.

O povo mato-grossense, mas, em especial, o cacerense, o terá para sempre no coração e na memória como um grande homem, pai, companheiro, profissional e amigo.

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Que Deus conforte a família.

Marcinho Lacerda!

Assessoria

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OMS decide retomar pesquisas com cloroquina

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METROPOLES

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou, nesta quinta-feira (04/06), que a entidade vai retomar as pesquisas com cloroquina e hidroxicloroquina contra o coronavírus. Tedros Adhanim Ghebreyesus explicou que o Comitê de Segurança e Monitoramento do ensaio clínico Solidaridade revisou os dados e decidiu manter o protocolo original do estudo.

O trabalho havia sido suspenso na semana passada depois que os resultados de uma pesquisa com 96 mil pacientes foram publicados na revista científica The Lancet. Segundo os pesquisadores, o medicamento não tinha eficácia contra a Covid-19 e aumentava o risco de arritmia cardíaca e morte.

Porém, nesta segunda (02/06), a publicação científica anunciou em editorial que os resultados passariam por auditoria e que os editores estariam “preocupados”.

Nos bastidores, governo admite que novo protocolo da cloroquina “fracassou”. Mais de 3.500 pacientes em 35 países farão parte do ensaio clínico da OMS. Segundo Soumya Swaminathan, cientista-chefe da entidade, não há evidência de que qualquer remédio diminua a mortalidade em pacientes com coronavírus.

Ela reforçou que a OMS não está fazendo uma recomendação acerca do uso da medicação, e sim autorizando investigações para descobrir se a cloroquina funciona ou não contra a doença.

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