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Aumento do salário mínimo é insuficiente para recompor perdas com inflação

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Assessoria

Aumento de R$ 55 previsto para o salário mínimo não recompõe as perdas com a inflação. Medida provisória (MP) publicada pela Presidência da República estipula o mínimo em R$ 1.100 para 2021, com acréscimo de 5,22%, conforme previsão para a inflação (INPC) em 2021.

Trabalhadores mencionam que o valor é insuficiente para pagar as despesas de casa e há anos não repõe a corrosão da renda. Como reflexo, as necessidades forçam as famílias a reduzir consumo e mudar hábitos, para cortar gastos e não ficar sem o que é considerado essencial, como moradia e alimentação. O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos
Socioeconômicos (Dieese) avisa que a previsão para 2021 sinaliza a repetição do ocorrido nos dois últimos anos, de reposição sem aumento real.

O colombiano John Beltran, 32, mudou-se para o Brasil há 3 anos e se esforça para sobreviver com o salário que recebe na atividade de cabeleireiro. Ele recebe por mês cerca de R$ 1.100 e se divide entre outras atividades para complementar a renda, devido ao custo de vida em Cuiabá. Além das próprias despesas, ainda envia recurso para os 3 filhos que ficaram
na Colômbia.

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Apenas o aluguel de R$ 600 consome mais da metade e ainda terá uma correção de 8,3% em 2021, acima da inflação oficial acumulada em 2020. “É muito pouco para o que gastamos. Tudo está muito caro. Acho que deveria ser um pouco mais, pelo menos R$ 1.300 para vivermos melhor e ficarmos mais tranquilos”, sugere.

Segundo ele, os custos com alimentação também corroeram parte dos ganhos em 2020, sendo a renda suficiente apenas para alimentação e outras despesas de casa, sem repor outras necessidades, como roupas e calçados.

Para João Rocha, 41, o aumento do mínimo é insignificante perto da alta de custos de 2020. Ele destaca que apenas o kg de carne encareceu muito acima da inflação, , além de outros produtos alimentícios. “Deveria ser pelo menos uns R$ 1.500 para cobrir aluguel, energia, água e alimentação”, opina. Como profissional de carpintaria, ele consegue receber uma renda
que é quase o dobro em relação ao mínimo e diz que não conseguiria sobreviver com o valor.

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Cáceres e Região

MPF pede informações sobre o consumo de oxigênio na região de Cáceres

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Assessoria GD

O Ministério Público Federal (MPF), por meio da unidade no município de Cáceres (MT), solicitou ao Escritório Regional de Saúde em Cáceres, ao Hospital São Luiz e às secretarias municipais de Saúde de Cáceres, Mirassol D’Oeste, Pontes e Lacerda e Comodoro informações sobre o consumo e a regularidade do abastecimento de oxigênio medicinal nas respectivas unidades de saúde.

Conforme despacho do procurador da República Bernardo Meyer, é notório o caos vivenciado em parte do país pela ausência de oxigênio nas unidades de saúde, após o substancial aumento no consumo do gás resultado, principalmente, do aumento do número de casos de contaminação pelo Sars-COV-2, de novembro de 2020 até janeiro de 2021.

Além disso, ressalta que “é de conhecimento de todos que a insuficiência de oxigênio gera consequências danosas como a morte de pacientes internados em hospitais ou em tratamento em home care ou graves sequelas causadas pela asfixia. Ademais, o problema é ainda maior pois tem o potencial de atingir indistintamente todas as pessoas internadas que dependem do oxigênio, independentemente se a causa da assistência médico-hospitalar for a covid-19”.

O procurador também ressalta que o estado do Mato Grosso vive atualmente novo crescimento de casos – fenômeno que vem ocorrendo em outros estados da Federação – em razão de diversos fatores, o que poderá resultar em um pico acentuado da doença, com o consequente aumento nos casos de assistência hospitalar e internações, resultando, eventualmente, em vertiginoso aumento no consumo de oxigênio medicinal. “A título ilustrativo, o painel analítico da covid-19 mostra que o Mato Grosso registrou 1.979 novos casos e 31 novos óbitos, com a respectiva média móvel de 1.310 casos e 17,5 mortes”.

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Dessa forma, o MPF requisitou ao Escritório Regional de Saúde em Cáceres, ao Hospital São Luiz e às secretarias municipais de Saúde de Cáceres, Mirassol D’Oeste, Pontes e Lacerda e Comodoro, informações, com prazo de cinco dias para a resposta, acerca do consumo médio de oxigênio medicinal pelas unidades de saúde (m³) e a regularização do abastecimento e estoque de oxigênio medicinal para o provimento das respectivas unidades de saúde.

Solicitou aos destinatários, ainda, que seja realizado o monitoramento contínuo do estoque de oxigênio medicinal (na forma líquida ou gasosa), a fim de identificar substancial aumento no consumo – se comparado ao consumo médio -, potencial ou a iminência de falta de oxigênio medicinal (líquido ou gasoso). Em caso de potencial insuficiência ou iminente falta do referido oxigênio medicinal, devem notificar os responsáveis pelo reabastecimento com o intuito de manter o estoque regularizado e o normal fornecimento dos estabelecimentos de saúde.

Procedimento administrativo

Tramita no Ministério Público Federal em Cáceres o procedimento administrativo para acompanhamento de políticas públicas relacionadas às ações emergenciais e de enfrentamento da pandemia da covid-19. O objetivo é fiscalizar as medidas adotadas para a prevenção e tratamento da doença causada pelo vírus na área de atribuição da unidade.

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Assim, em razão do aumento do número de casos verificado no estado de Mato Grosso e da elevada ocupação de leitos clínicos e de terapia intensiva (UTI), a triste e lamentável situação vivenciada pela população no estado de Amazonas e, mais recentemente, no Pará, em razão da ausência de oxigênio, e a necessidade de acompanhamento contínuo das medidas tomadas no enfrentamento da atual pandemia, o MPF em Cáceres requisitou, no bojo do mencionado procedimento, as informações sobre o consumo e a regularidade do abastecimento de oxigênio medicinal nas respectivas unidades de saúde.

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Cáceres e Região

Fim de semana será de chuva e com alerta de temporais para 10 cidades

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Assessoria GD

A sexta-feira (22) amanheceu com céu encoberto e temperatura amena. O clima deve permanecer durante todo o fim de semana. Há alerta de temporais para 10 cidades.

De acordo com o Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (Cptec), a mínima chega a 24°C e a máxima não passa de 34°C em Cuiabá. Não deve chover somente no sábado (23).Em Chapada dos Guimarães (67 km ao Norte), a mínima chega a 18°C e máxima a 30°C. Fim de semana chuvoso.A previsão do tempo para Cáceres (225 km a Oeste) é de termômetros marcando entre 22°C e 31°C. Deve chover nos próximos dias.Já em Sinop (500 km ao Norte), chove todos os dias e a temperatura varia de 21°C a 34°C.Chove todos os dias em Rondonópolis (225 km ao Sul) e os termômetros marcam entre 23°C e 33°C.

Confira cidades sob alerta

Alto Araguaia
Alto Taquari
Barão de Melgaço
Cáceres
Itiquira
Nossa Senhora do Livramento
Pedra Preta
Poconé
Rondonópolis
Santo Antônio do Leverger

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