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Aumento da energia elétrica chega a 10% em MT e sobe mais que a inflação

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A conta de luz está mais cara e, em muitos estados, o reajuste passou a inflação. Gabriel Vieira, de 8 anos, está na fase do medo do escuro. E aí, quando o sol vai embora, sai ligando tudo que é luz. “Vai que aparece um bicho no meio da noite”, diz.

A casa já tem um gasto grande de energia: geladeira, freezer, dois aquários, crianças com TV e computador no quarto. E, logo agora, nas férias, a energia subiu. “É uma loucura, porque as crianças estão o dia inteiro em casa”, conta a professora Márcia Vieira.

No país inteiro, exceto Roraima, que não faz parte do sistema interligado, os consumidores vão pagar em julho R$ 1,50 a mais para cada 100 quilowatts-hora. É o custo extra da bandeira amarela.

Em época de pouca chuva, além das hidrelétricas, é preciso acionar as usinas térmicas, mais caras. “Uma usina hidrelétrica tem um custo operacional próximo de zero, porque é simplesmente deixar passar a água que já está ali no reservatório. Já uma usina termoelétrica requer um combustível para que ela seja acionada”, explica Cláudio Sales, presidente do Instituto Acende Brasil.

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Mas a bandeira tarifária é só uma parte da conta de luz: também pesam impostos e tributos. E a maior parte da conta é a tarifa propriamente dita, que serve para cobrir os custos de geração, transmissão e distribuição de energia e, os encargos cobrados para manter o setor elétrico.

A tarifa muda todo ano. Em boa parte do Brasil, como em São Paulo, ela subiu mais do que a inflação.

Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), os paulistanos vão pagar 6,41% a mais. O aumento foi de 11% em Campo Grande, 10% em Cuiabá, quase 9% no Rio de Janeiro, e maior do que 5% em Fortaleza, Natal, Recife, Salvador e Belo Horizonte. A média do país ficou em 5,2%.

A Aneel afirma que não existe relação entre a inflação e as tarifas, que variam de acordo com os custos e investimentos do setor, e que cada distribuidora tem características e mercados. “O que prevaleceu para o aumento das tarifas de energia esse ano foram os custos de aquisição com energia elétrica. Isso devido à situação hidrológica desfavorável que temos vivido no ano de 2018 e 2019”, avaliou Elisa Bastos, diretora da Aneel.

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A agência diz ainda que vem adotando medidas para reduzir o valor da energia no Brasil, como a quitação antecipada de empréstimos que pressionam os encargos.

Enquanto isso, resta ao consumidor trocar eletrodomésticos e lâmpadas por modelos que gastam menos, e mudar o comportamento. Na casa de Márcia, agora, os filhos têm que jogar videogame juntos. Uma mudança que exige um joguinho de cintura.

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Cáceres e Região

Unemat capacita servidores da Prefeitura de Cáceres para atuarem com a Regularização Fundiária

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A capacitação dos servidores teve início nesta terça-feira (4) e segue até a amanhã (6).

A Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) está realizando nesta semana (04 a 06) de agosto a capacitação de servidores da Prefietura Municipal de Cáceres para atuarem com o Programa de Regularização Fundiária Urbana (Reurb). O treinamento é uma das etapas previstas no convênio firmado entre as instituições.

O professor Robson Melo, um dos coordenadores do projeto explica que o convênio firmado entre a Universidade do Estado de Mato Grosso e a Prefeitura para a realização o do Programa de Regularização Fundiária Urbana (Reurb) prevê além do desenvolvimento das ações administrativas, jurídicas, urbanísticas e de desenvolvimento de tecnologia para que fosse possível a emissão de escrituras dos imóveis, a transferência dessa tecnologia para que o poder público municipal possa desenvolver de forma contínua essa ação.

“Nós enquanto universidade temos o compromisso de fazer a transferência de toda a tecnologia e metodologia utilizada no desenvolvimento do Programa para que o município possa fazer com os seus servidores essa ação de forma continua, sem depender de outras instituições. Nesse momento, estamos capacitando as equipes administrativa, jurídica, urbanística e o setor de tecnologia da informação para que ao encerrarmos o trabalho por parte da universidade o projeto não se encerre e os servidores públicos possam continuar operando o sistema e entendendo todos os procedimentos metodológicos”, explica Robson.

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A capacitação dos servidores teve início nesta terça-feira (4) e segue até a amanhã (6).

Serviço: As pessoas que ainda não ingressaram com o requerimento para a regularização dos imóveis podem procurar o setor de atendimento na Prefeitura Municipal. A ideia é atender todos os bairros de Cáceres.

Lembramos que o atendimento está sendo organizado de modo a garantir a distância necessária para evitar a contaminação pelo Coronavírus.

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Destaque

Levantamento aponta aumento da demanda por gás natural pelas indústrias do interior

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Apenas quatro empresas pesquisadas utilizariam um volume de gás natural de 40,5 milhões de m³ de gás ao mês para substituir o consumo atual de outras fontes de energia

Um estudo de demanda de gás natural em Mato Grosso revelou que apenas quatro empresas utilizariam um volume de gás natural de pouco mais de 40,5 milhões de metros cúbicos (m³) do combustível ao mês, para substituir o consumo atual de outras fontes de energia. O levantamento foi realizado pela Companhia Mato-grossense de Gás (MT Gás) em parceria com o Senai-MT, por meio de visitas técnicas aos empreendimentos.

Conforme o presidente da MT Gás, Rafael Reis, as empresas buscam uma matriz energética mais barata em comparação com outras fontes, como a energia elétrica. “Com base no grande interesse pelo de gás natural, estamos negociando um aumento da quantidade do combustível fornecida pela Bolívia, para poder atender a demanda interna, e fomentar o desenvolvimento de Mato Grosso”, afirma.

O levantamento aponta que a demanda ultrapassa os 1,5 milhão de m³ ao mês, previstos no contrato atual entre a estatal mato-grossense e a boliviana Yacimientos Petroliferos Fiscales Bolivianos (YPFB). A quantidade de gás pactuada atende hoje as indústrias, e o gás natural veicular (GNV), principalmente da Capital.

Estudo de viabilidade

O levantamento preliminar aponta que, as empresas pesquisadas optem por utilizar o gás natural, e façam a conversão com a instalação de equipamentos específicos para uso do gás ao invés de biomassa, ou energia elétrica, o consumo seria de cerca de 40,58 milhões de m³ ao mês.

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As empresas que receberam as equipes para visitas técnicas e levantamento de informações são: Caramuru e Safras, em Sorriso; Inpasa em Sinop; e Excelência em Nova Mutum. Conforme o consultor do Instituto Senai de Tecnologia (IST), o engenheuiro mecânico Everton Medeiros Tarouco, que participou diretamente do levantamento, foram escolhidas para o estudo algumas empresas de grande porte, que possuem um alto consumo.

Ele afirma que um dos fatores que torna o gás natural mais atrativo é a possibilidade de maior eficiência no uso industrial, mas análise sobre a implantação, ou não, é uma avaliação de cada empresa.

“Observamos que com o uso do gás natural há uma produção homogênea e controlada de calor, o que aumenta a produtividade. Se compararmos com a biomassa, por exemplo, e em determinado momento do processo produtivo for necessária uma certa quantidade de energia, a lenha tem uma resposta mais demorada até chegar ao ponto que eu preciso”, explica.

Comparado com outros combustíveis fósseis, como a gasolina, e o diesel, também utilizados para a mesma finalidade, o gás é mais vantajoso ambientalmente, e possui uma queima mais eficiente, avalia o especialista.

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Outro benefício apontado pelo consultor é com relação a economia com área de estoque, segurança pois promove um fluxo de caminhões muito menor, e pelo controle do próprio combustível. “A madeira picada, por exemplo, que pode ser utilizada para a queima, às vezes pode conter impurezas que prejudicam o poder calorífico”.

“As empresas precisam de uma alternativa eficiente de matriz energética. A ideia não é substituir totalmente, de início, mas garantir a alternativa de abastecimento. O próprio transporte de biomassa tem uma burocracia muito maior, uma certificação exigida, e sobre o gás não há essa exigência”.

O Intituto Senai de Tecnologia está concluindo um estudo sobre qual será a melhor maneira de fornecer o gás para as indústrias do interior, da forma mais vantajosa e eficiente. A modelagem do negócio e a logística fazem parte da avaliação em conjunto com a MT Gás.

Outros empreendimentos que também podem se beneficiar do consumo de gás como substituto da biomassa são frigoríficos, indústrias de alimentos em geral, cervejarias, laticínios, e até hospitais e hotéis. “Há empresas que podem avaliar um gerador de energia elétrica a gá, apenas nos horários de maior consumo, de ponta”, conta.

Da Assessoria

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