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Política

Audiência pública debaterá desigualdade salarial entre homens e mulheres

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Max Russi comemora participação da BPW Cuiabá na organização da audiência

Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

O primeiro-secretário da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi (PSB), propôs a Casa de Leis a realização da audiência pública “Trabalho Igual, Salário Igual”, com o intuito de promover diretrizes, visando a igualdade entre mulheres e homens no mercado de trabalho. O evento, que contará com o apoio da Associação de Mulheres de Negócios e Profissionais, que faz parte da rede internacional Business Profissional Women (BPW), será no dia 27 de maio, a partir das 19h, no auditório Deputado Milton Figueiredo.

Conforme o parlamentar, a intenção é estimular esse debate dentro da sociedade de forma integral e buscar soluções para o preenchimento dessa lacuna entre os gêneros.

Max Russi destaca  que, mesmo com uma queda na desigualdade de salários entre 2012 e 2018, mulheres ainda ganham 20,5% a menos que os homens, conforme o dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“Diversos fatores ainda são colocados. Além disso, estudos apontam que a maternidade é considerada um fator relevante para tal desigualdade salarial”, analisou.

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Russi lembra ainda que, de acordo com o Ministério do Trabalho,  no Brasil houve crescimento da ocupação feminina, em postos formais de trabalho, de 40,8% em 2007 para 44% em 2016. Porém, essa é mais uma prova de que não houve mudanças significativas nos índices de desigualdade.

“Esses dados nos reafirmam que ainda não tempos o que comemorar, pois vemos que, mesmo com esse crescimento da ocupação feminina no mercado de trabalho, o ruído desfavorável a respeito do ganho salarial feminino continua”, reforçou.

Fundada em 2001 pela jornalista e empresária Sueli Batista, a BPW Cuiabá, grande parceria na realização dessa audiência pública, tem trabalhado na missão de agregar mulheres de negócios e profissionais, orientando e coordenando seu desenvolvimento pleno nas esferas de poder público e de mercado. Em um olhar lançados sobre esses 12 anos de história, através de seus projetos e ações, tem estimulado cenários propícios a mulheres no ramo do empreendimento.

Para o deputado Max Russi, essa participação direta será uma força essencial para o enriquecimento do debate. “Uma parceria fundamental para essa audiência, que também propõe desmistificar esse fórum de discussões, que não interessa somente as mulheres, mais sim a toda sociedade”, assegurou.

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Júnior Trindade deve assumir Águas do Pantanal em substituição a Paulo Donizete

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O secretário Júnior César Trindade deve assumir a direção da Águas do Pantanal. Um dos mais influentes da administração municipal, Trindade é a opção mais provável do prefeito Francis Maris Cruz, para dirigir a autarquia em substituição ao engenheiro químico Paulo Donizete da Costa que irá sair para disputar as eleições à prefeitura do município.

O nome vem sendo cogitado há vários dias. Contudo, não está, oficialmente, decidido porque antes, o atual mega-secretário, que já acumula três secretárias: Turismo e Cultura; Meio Ambiente e Saneamento; e Agricultura e Desenvolvimento, terá que ser sabatinado pela Câmara. E, há informações de resistência por parte de alguns vereadores da base aliada no legislativo.

Além de secretário, Júnior é considerado “homem de confiança” do prefeito. Ao longo dos seis anos na administração ele já passou por várias pastas. Entre elas, a Secretaria de Fazenda, de Obras e de Planejamento. Contudo, melhor se identificou na Secretaria de Turismo e Cultura, responsável pela realização do Festival Internacional de Pesca.

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A sabatina na Câmara deverá ser realizada na sessão de segunda-feira. Caso seja aprovado, com está previsto, Júnior Trindade assume a autarquia na próxima quinta-feira. É, que o prazo para que Paulo Donizete se descompatibilize para oficializar sua pré-candidatura a prefeito encerra na quarta-feira.

Editoria – Sinézio Alcântara

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PSDB penaliza Cláudio Henrique por infidelidade; vereador diz que decisão foi “totalmente arbitrária”

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O diretório municipal do PSDB decidiu, por maioria, penalizar o vereador Cláudio Henrique Donatoni, com o não uso da legenda do partido, para as próximas eleições, inviabilizando a sua possibilidade de reeleição. Cláudio Henrique é acusado de infidelidade partidária. Contudo, na opinião do vereador a decisão foi “totalmente arbitrária”.

A penalidade foi aplicada na noite de sexta-feira (29/5) durante reunião do partido que lançou a pré-candidatura do executivo Paulo Donizete da Costa, a prefeitura do município. Dos 24 filiados presentes, apenas o empresário Tato Giraldelli se manifestou contrário a decisão da Comissão de Ética.

Entre os atos de infidelidade apontados para justificar a decisão estão o fato de Cláudio Henrique ter votado contra o projeto do novo Código Tributário; o financiamento de R$ 129 milhões para execução do projeto de saneamento básico do município; a extinção de cargos de servidores da prefeitura e por ter se ausentado da sessão em que autorizava o prefeito a viajar para o exterior.

Cláudio Henrique diz ter sido injustiçado e que a penalidade foi “totalmente arbitrária”. Assinala que foi cerceado o seu direito de defesa e que não teve acesso as provas que levaram a Comissão de Ética à embasar o parecer. Cláudio Henrique afirma que só teve conhecimento dos atos que o classificaram como infiel durante a reunião e por ato verbal do presidente do partido.

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“Desde o mês de fevereiro, quando fui notificado pela primeira vez, pelo Conselho de Ética, solicitei quais seriam os atos de infidelidade partidária. Mas, nunca obtive as respostas” diz acrescentando que “somente na manhã do dia 29, portanto, no mesmo dia da reunião, recebi uma notificação, para comparecer no auditório da Cometa Motocenter, às 18h para tomar conhecimento”.

O vereador reclama ainda que, durante a reunião não teve acesso ao relatório da comissão e tampouco a ata da reunião. Diz que “os advogados Bruno Cordova e Jeferson Flores informaram que a ata seria publicada e assim eu teria conhecimentos para que eu pudesse contestar no prazo de cinco dias. No meu entendimento uma grande arbitrariedade”.

Cláudio Henrique diz que irá buscar acesso ao relatório da Comissão de Ética e da Ata da reunião, na tentativa de reverter a situação.

“Vou defender os meus direitos. Poderia, muito bem, ter saído no partido na “janela” (período autorizado pela Legislação Eleitoral, para saída do partido, sem a perda do mandato), porém, decidi permanecer devido a minha identidade com o PSDB. O caminho mais fácil seria a minha saída. Mas nem sempre é o mais acertado para a vitória”.

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Editoria – Sinézio Alcântara

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