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Armas e munições são apreendidas durante buscas na zona rural de Cáceres

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Seis espingardas e diversas munições foram apreendidas pela Polícia Civil, em um sítio na zona rural do município de Cáceres (225 km a Oeste de Cuiabá). Um homem também foi preso na ação integrada para cumprimento de mandado de busca e apreensão.

G.N.L., 69, foi autuado por posse irregular de arma de fogo e munições. Com passagem pela polícia por porte ilegal de arma de fogo, o suspeito foi descoberto durante investigações da 1ª Delegacia de Polícia de Cáceres, para apurar uma ocorrência de homicídio tentado.

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O crime ocorreu no dia 06 de novembro, em uma região agrícola conhecida como “Paiol”. Na ocasião, houve um desentendimento entre dois vizinhos, quando um deles acabou efetuando um disparo de arma de fogo contra a desafeto.

Nas diligências, o suspeito G.N.L. foi identificado como o autor da tentativa de homicídio, bem como mantinha em sua propriedade um arsenal de armas e munições.

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Com base nos indícios levantados, a Polícia Civil representou pelo mandado de busca e apreensão domiciliar decretado pela Justiça.

De posse da ordem judicial, os investigadores foram até o endereço alvo, onde lograram êxito em localizar seis espingardas, sendo: três de calibre 38, duas de calibre 22 e uma de calibre 12 da marca Chamber, além de muitas munições e apetrechos como coldres e outros.

Em checagem, foi constatado que a espingarda de calibre 12 estava com restrição de furto, registrado ano de 2017 na cidade de Pontes e Lacerda.

Diante do flagrante, o investigado foi conduzido para delegacia, interrogado e autuado pelo crime de posse irregular de arma de fogo e munições.

Participaram do trabalho, os policiais civis do setor de homicídios da 1ª Delegacia de Polícia, com apoio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) e da Delegacia Regional de Cáceres.

Assessoria

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Prefeito reúne-se com secretário de Estado de Saúde para decidir futuro do Hospital São Luiz

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O caos estrutural e financeiro vivenciado pelo Hospital São Luiz, nos últimos meses, devido à falta de recursos, será discutido na manhã desta segunda-feira, entre o prefeito Francis Maris Cruz, o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo e o diretor administrativo da unidade, Jean Cleber Spricigo. A ideia é encontrar alternativas para, pelo menos, amenizar a situação e evitar uma paralisação total das atividades, conforme tencionam os médicos que, há três meses não recebem os salários.

Os profissionais médicos afirmam que, além do atraso do pagamento dos salários, desde o mês de outubro, está cada vez mais difícil trabalhar nos hospital, em razão da falta de medicamentos básicos, como Dramin, Ranitidina e Glicose, o que compromete um tratamento mais adequado dos pacientes.

Reclamam que, até mesmo o autoclave – aparelho utilizado para desesterilizar equipamentos cirúrgicos – ficou em desuso durante vários dias porque o hospital não mandava consertar. E, enquanto isso, para realizações de cirurgias emergenciais, tinham que recorrer ao Hospital Regional ou a Clínica do Dr. Odenilson para resolver a situação. A crise atingiu o serviço de alimentação da unidade. Duas pacientes reclamaram que, em vários dias foram servidos nas refeições subprodutos de bois, como “ensopado de língua e fígado”.

A direção hospitalar admite em parte a situação. Em Nota encaminhada ao Jornal Expressão, diz que os salários dos médicos, realmente, estão atrasados há três meses porque a Secretaria de Estado de Saúde não repassou os recursos provenientes do SUS devido ao hospital. O último repasse feito no mês de dezembro, conforme a nota foi referente ao mês de setembro. E, esclarece as demais denuncias dos médicos, como por exemplo, a falta de medicamentos, o desuso do autoclave e a má qualidade da alimentação. (Veja a Nota a baixo)

O prefeito Francis Mariz diz que, irá cobrar do secretário um posicionamento a respeito dos repasses do SUS ao hospital. “O Hospital São Luiz sempre foi uma referência em saúde pública na região. Ele é um patrimônio de Cáceres. Temos que unir esforços para evitar a paralisação das atividades. E, para isso, o governo tem grande responsabilidade” assegurou.

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Representante do Ministério Público, o promotor Rinaldo de Almeida Segundo, informou que está acompanhando a situação. E, que irá aguardar o resultado da reunião entre o prefeito, o secretário de Saúde e o representante do hospital, para ver que posição tomar. “O Ministério Público está atendo. Se necessário, podemos interceder junto ao Estado para que regularize a situação, de forma que a população não seja prejudicada com a descontinuidade dos serviços”.

E, acrescentou: “Nós nos preocupamos com os médicos que estão sem receber os salários, mas, principalmente, com a população. A paralisação das atividades é temerária porque estamos trabalhando com vidas. Isso acontecendo, a maior prejudicada será a população mais humilde. E, não vamos deixar que isso aconteça” garantiu.

Editoria – Sinézio Alcântara

Nota de Esclarecimento do Hospital São Luiz

É fundamental esclarecer que o Hospital São Luiz (HSL) realiza atendimentos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e privados – sendo 70% do faturamento proveniente do SUS. Sobre os repasses dos órgãos públicos, no mês de dezembro, o HSL recebeu os recursos relativos aos atendimentos SUS feitos em setembro, portanto, com três meses de atraso. A direção do HSL ressalta que não recebeu os repasses relativos aos meses de outubro, novembro e dezembro. O atraso no recebimento dos recursos públicos afeta diretamente no pagamento dos compromissos do Hospital, como os prestadores de serviços médicos. A direção trabalha, incansavelmente, para reverter este cenário e regularizar as pendências.

Em relação a falta de medicamento, a informação não procede. O Hospital São Luiz atua com uma margem de abastecimento que assegura a dispensação de medicamentos prescritos pelo corpo clinico. Além disso, adota uma tabela de padronização nacional que prevê ainda, substitutos para determinados medicamentos. No caso do Dramin e Ranitidina, citados pela reportagem, há mais quatro medicamentos que os substituem, com os mesmos princípios ativos.

Sobre os autoclaves, os dois aparelhos passaram por manutenção corretiva e, atualmente, estão funcionando perfeitamente. Durante o período de conserto, o Hospital reportou o fato à Central de Regulação estadual e buscou parcerias locais para atender as demandas de urgência e emergência, priorizando o atendimento à população. Os atendimentos eletivos – não urgentes –  já foram remarcados.

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A denúncia da falta de água não procede de forma alguma. Recentemente, o HSL percebeu uma diminuição no nível de água de seu reservatório, consequência de uma manutenção na proximidade do Hospital feita pela empresa Águas do Pantanal. Prontamente, a empresa atendeu ao pedido do Hospital para corrigir o problema, reabastecendo a capacidade total do reservatório de água da Unidade – não houve impacto algum nos serviços prestados pelo Hospital São Luiz.

Sobre a má qualidade da alimentação, o Hospital São Luiz possui o Serviço de Nutrição e Dietética (SND) que desempenha todas as atividades necessárias à manipulação, à preparação, ao armazenamento e à distribuição de alimentos e de refeições, cumprindo protocolos internacionais para a garantia da qualidade do alimento. Aliado ao setor de Nutrição Clínica trabalha para atender as necessidades nutricionais de cada paciente – individualmente – de acordo com as recomendações médicas, contribuindo para a plena e rápida recuperação do quadro clínico.

Recentemente, a fim de aprimorar a qualidade nutricional do cardápio oferecido aos próprios colaboradores e, também, aos pacientes do Hospital, foram incluídas preparações novas que levam como base proteínas bovinas ricas em fósforo, cálcio e ferro, além de vitaminas do complexo B. É considerada, também, uma proteína completa, que assim como outras proteínas de base animal, fornece todos os aminoácidos essenciais ao organismo. Entre as vitaminas e compostos benéficos presentes no fígado bovino, por exemplo, constam as vitaminas A, B12, B5, B6 e C, folato (ácido fólico), riboflavina, selênio, cobre e zinco. Em apenas 100g de fígado, é possível obter 50% da necessidade diária de proteínas do ser humano.

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO – HOSPITAL SÃO LUIZ

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Cáceres e Região

Fieis que participam de ações religiosas na Catedral correm risco de serem infectados por fungos de pombos

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Centenas ou até milhares de fieis que participam de missas e demais celebrações religiosas, semanalmente, na Catedral São Luiz, no centro da cidade, em Cáceres, correm o risco de serem infectados por fungos que se proliferam em fezes de pombos. Considerada uma das mais antigas e tradicionais do Estado, a Igreja está infestada desses animais que se aninham nos aposentos, principalmente, da parte alta do prédio. Embora de menor gravidade, a situação do Colégio Imaculada Conceição não deixa de preocupante.

Os pombos são atraídos no local por causa dos alimentos, principalmente, restos de milho de pipoca que são jogados por frequentadores da Praça Barão do Rio Branco. Vale lembrar que os pombos não devem ser mortos, apenas controlados, já que têm importância ambiental assim como outras aves.

Acostumados e convivendo com grande número de pessoas na praça, em Cáceres, eles permitem a aproximação, aumentando ainda mais o risco de infestação. Infectologistas afirmam que, as fezes ressecadas dos pombos, se espalham pelo vento, podendo ser inaladas, causando uma série de doenças. Entre elas: histoplasmose, que pode dar doenças pulmonares; salmonelose, que pode dar distúrbios gastrointestinais; além de dermatites e alergias.

Funcionários confidenciaram que muitos fiéis estão deixando de frequentar as celebrações na parte do fundo da Igreja ao lado da Praça Barão do Rio Branco. Essa parte do prédio, segundo eles, fica exatamente, em baixo do local, de maior concentração dos ninhos. “Nessa parte da igreja ficam os ninhos e caem muitos pelos e cocôs dos pombos. Muitos evitam assistir as celebrações ali” diz uma funcionária afirmando que a direção da paroquia já fez de tudo para afugentar os bichos mais ainda não conseguiu.

Outra conta que, de manhã cedo, quando se abre a porta da Igreja “sai uma nuvem de pombas” e que por isso, todos os dias têm que se fazer uma limpeza geral no local devido ao grande volume de penas, pelos e cocôs das aves.

Embora de menor gravidade, a situação do Colégio Imaculada Conceição, o “Colégio das Irmãs” não deixa de ser preocupante. De acordo com a direção da escola, os pombos que habitam na praça, não entram nas salas de aula, mas usam os furos dos tijolos “elemento vasado” das paredes para descansar e fazer ninho. Contudo, após o “recreio” eles pousam no pátio do prédio para se alimentarem de restos de merenda deixada pelos alunos.

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Assim como os funcionários da Catedral São Luiz, a diretora do CIC, irmã Leila Cardoso, diz que tem feito de tudo para solucionar o problema dos pombos. Afirma que, além de limpeza especializada nas paredes do colégio, todos os anos, encomendou um projeto de revitalização da fachada do prédio, que consiste, principalmente, na mudança dos tijolos, para evitar que os pombos de acomodem e façam ninho no local. E, ainda com a elevação dos aparelhos de ar condicionado para cima do telhado.

“Já fizemos de tudo para resolver o problema dos pombos. Agora estamos com esse projeto de revitalização da estrutura, principalmente da fachada do prédio, sob análise do IPHAN que, espero resolva a situação” diz a diretora.

Gavião para afugentar pombos

A irmã Leila lembra um fato, no mínimo, pitoresco para correr com os pombos do colégio. Diz que, há alguns anos, foi informada por uma amiga que, a existência de um gavião no local afugentaria as aves. Ficou imaginando e indagando onde encontraria um gavião. E, um dia, foi informada que, um sitiante em Cuiabá, tinha um gavião pra vender. Conta que, conversou com umas professoras da escola e decidiu ir ao sitio para comprar a ave.

Lembra que o sitio era em uma estrada de terra, a cerca de 80 quilômetros do centro de Cuiabá. E, lá chegando logo avistou o gavião em uma árvore. Indagou se estava a venda e o proprietário disse que sim. E, logo fechou o negócio. Ela não revelou quando pagou, disse apenas que foi uma quantia razoável. Disse que na viagem de volta pensava otimista que dessa vez, resolveria o problema. Chegando ao colégio, mostrou o gavião as outras irmãs e logo o colocou em um local próximo onde assentava os pombos.

Diz que nos primeiros dias o “serviço” deu resultado. Porém, conta que uma semana depois, estava em uma reunião quando uma professora a chamou para ver uma situação inusitada. Saiu da sala para e se surpreendeu com o que viu: o gavião havia virado amigo e estava pastando no meio das pombas. Inconformada ordenou que corressem com as pombas e o gavião da escola.

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Tapar nariz e boca quando o pombo bate asas não é suficiente

Há algum tempo passou a circular pelas redes sociais, um material que traz um alerta sobre o perigo de transmissão de doenças pelo pombo. Na mensagem afirma-se que para evitar o contágio é preciso tapar o nariz e a boca quando o pombo bater as asas, a fim de evitar a inalação do fungo. Entretanto, Paulo Behar, médico do Serviço de Infectologia, explica que essa medida de proteção não é eficiente.

“O fungo está presente no intestino dos pombos, ou seja, também está nas fezes. Quando depositadas na natureza, com sol, chuva e vento, elas se dissolvem, fazendo com que o fungo viaje pelo ar e seja respirado, chegando até o pulmão e, de lá, podendo ir para o cérebro. A transmissão, então, não é direta do pombo para a pessoa. Tapar o nariz quando eles batem asas não faz a menor diferença, já que o fungo está espalhado e entramos em contato com ele com frequência”

Explica que, mesmo com o fungo bastante espalhado, existem poucos casos dessa doença porque ela costuma ocorrer em pessoas que estão com a imunidade baixa. O nosso organismo consegue, naturalmente, não se deixar adoecer ao entrar em contato com o fungo. Para que ocorra, é preciso que exista um déficit de imunidade, como diabetes, uso de medicamentos corticoides e quimioterápicos, por exemplo, ou infecção pelo HIV avançada.

Resumindo, é verdade que o animal transmite a doença, mas tapar o nariz e a boca quando eles batem as asas não é uma proteção eficiente. Segundo o Ministério da Saúde, não existem medidas preventivas específicas. Recomenda-se a utilização de equipamento de proteção individual, sobretudo de máscaras, na limpeza de galpões onde há criação de aves ou aglomerado de pombos.

Editoria – Sinézio Alcântara

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