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Economia

Após coma, pugilista agradece fãs por recuperação: “Luta mais dura da vida”

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Nick Blackwell faz reabilitação após sofrer hemorragia no crânio em disputa de cinturão

Em processo de reabilitação após passar uma semana em coma ao sofrer hemorragia durante a disputa de cinturão na Inglaterra, Nick Blackwell mandou um recado para os fãs nesta terça-feira. Em mensagem publicada no Facebook de seu irmão, Daniel, o ex-campeão dos pesos-médios agradeceu o apoio do público e comentou sobre a dificuldade de sua recuperação.

– Gostaria de dizer um grande obrigado a todos que estão me apoiando, todos os amigos e família, os que me desejaram o bem e que levantaram dinheiro para mim. Sinto-me realmente abençoado por esse amor. Eu não poderia fazer isso sem vocês. Está sendo a luta mais dura da minha vida, e vocês a tornam um pouco mais fácil. Estou na reabilitação agora, progredindo e melhorando a cada dia – diz a mensagem.

O duelo pelo cinturão foi contra Chris Eubank Jr, na arena de Wembley, no dia 26 de março. A luta foi interrompida após o médico do ringue afirmar que Blackwell não tinha mais condições de combater. O britânico, de 25 anos, recebeu atendimento ainda no local e foi transferido para um hospital. Constatado o sangramento no crânio, ele entrou em coma induzido.

Nick foi sedado por sete dias e, aos poucos, teve a quantidade de medicamento reduzidas para poder acordar. O atleta reconheceu vozes e começou a falar no dia 3 de abril. Três dias depois, o pugilista divulgou aos fãs uma foto, ainda no hospital, fazendo sinal de positivo. A família, no entanto, não revelou a previsão de alta do atleta.

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Economia

Estados terão de cortar gastos e aumentar receitas para receber ajuda

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Projeto de lei libera empréstimos a estados com baixa dívida

As unidades da Federação (UF) que aderirem ao Plano de Promoção do Equilíbrio Fiscal (PEF), pacote de ajuda da União, terão de cumprir pelo menos três de oito medidas de ajuste definidas como pré-requisitos. Enviado ontem (4) ao Congresso Nacional, o pacote tem o potencial de atender a até 12 estados e o Distrito Federal, que recebem nota C (a segunda pior) na classificação das contas locais.As iniciativas abrangem privatização de empresas locais, redução de incentivos fiscais, retirada de benefícios ao funcionalismo local não previstos para os servidores da União, teto local de gastos corrigido pela inflação ou pela receita corrente líquida, eliminação de vinculações nos orçamentos locais não previstas na Constituição Federal, centralização da gestão financeira no Poder Executivo local, abertura do mercado de gás canalizado e contratação de serviços de saneamento básico por meio de concessões. Dessas oito ações, o governo local deverá escolher pelo menos três.

Essas unidades da Federação, explicou o Tesouro, têm baixo endividamento, mas estão com as finanças comprometidas por causa de elevados gastos com pessoal. Esses governos não conseguem se credenciar para pegar dinheiro emprestado em bancos (públicos e privados) com garantia da União, prerrogativa dos estados com notas A e B.

As medidas de ajuste obrigam os governos locais a encontrar formas de elevar as receitas e reduzir os gastos para que possam aderir ao PEF. Além dos estados, o PEF estará disponível para as prefeituras a partir de 2021, com duração de quatro anos para os prefeitos que iniciarem o mandato após as eleições municipais.

Garantias

No caso dos estados e do Distrito Federal, o Tesouro vai antecipar até R$ 10 bilhões por ano em garantias para os estados por meio de empréstimos. A União, no entanto, verificará o cumprimento das medidas de ajuste ano a ano. Caso os ajustes fiquem aquém do plano estabelecido em conjunto pelo Tesouro e pela unidade da Federação, as parcelas dos anos seguintes serão suspensas.

O dinheiro do governo federal ajudará os estados a resolver problemas de caixa e a regularizar os compromissos. Com as garantias do Tesouro, os governos locais poderão contrair empréstimos em bancos e organismos multilaterais com juros mais baixos.

Lei de Responsabilidade Fiscal

Embora as oito medidas de ajuste à disposição das UF não envolvam a folha de pessoal, o Tesouro Nacional adverte ser “quase impossível” a recuperação das contas locais em quatro anos sem o crescimento da despesa com pessoal ativo e inativo. Atualmente, a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) proíbe os estados e o DF de gastarem mais de 60% da receita corrente líquida (RCL) com o funcionalismo. No entanto, 14 unidades da Federação estão desenquadradas, segundo o Tesouro.

O projeto de lei propõe uma mudança na LRF para ampliar, de oito meses para cinco anos, o prazo de reenquadramento dos estados. Isso porque, ao longo das últimas décadas, diversos governos maquiaram os gastos com pessoal, excluindo despesas com inativos, gastos com terceirizados e tributos recolhidos dos servidores. Ao incorporar essas informações à contabilidade, muitos estados desenquadrados não conseguiriam regressar ao teto de 60% em apenas oito meses.

Edição: Graça Adjuto

Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil Brasília

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Economia

Cerca de 2,3 milhões ainda não sacaram o abono salarial

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Por: R7

A quase um mês do fim do prazo para retirada do PIS/Pasep referente ao ano base de 2017, cerca de 2,33 milhões de pessoas com direito ao abono salarial ainda não sacaram o benefício. Segundo a Secretaria de Trabalho, do Ministério da Economia, o valor disponível para saque chega a R$ 1,53 bilhão. O benefício vence em 28 de junho.

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A maior parte desse valor está na região Nordeste, onde 642.074 trabalhadores não sacaram o recurso, principalmente nos Estados do Maranhão, Bahia e Sergipe. A segunda região com maior número de pessoas com valores a receber é o Sul, com destaque para o Rio Grande Sul, onde mais de 584 mil beneficiários ainda não sacaram R$ 380 milhões disponíveis.

O Abono Salarial ano-base 2017 começou a ser pago em 26 de julho de 2018. Desde então, já foram pagos 22,28 milhões de trabalhadores, o que representa 90,51% do total. Os valores sacados até a última atualização, em 8 de maio, somam R$ 17,17 bilhões.

Os valores que os beneficiários têm direito a sacar variam de R$ 84 a R$ 998 (um salário mínimo), de acordo com o número de meses trabalhados formalmente no ano de 2017. Se o trabalhador recebeu comissão ou horas extras e ultrapassou dois pisos nacionais com a renda mensal, o abono não é liberado.

Os profissionais podem conferir se têm direito a receber algum valor acessando o site do Banco do Brasil, no caso do Pasep, ou da Caixa no caso do PIS.

Quem tem direito

O abono salarial é um benefício garantido aos trabalhadores que estão cadastrados no fundo PIS/Pasep por pelo menos cinco anos, que receberam remuneração mensal de até dois salários mínimos (R$ 1.908, em 2018) durante o ano-base, ter trabalhado por pelos menos 30 dias no período e ter os dados informados pelo empregador no RAIS (Relação Anual de Informações Sociais).

O PIS (Programa de Integração Social) é pago aos trabalhadores da rede privada, enquanto o Pasep (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público) é o fundo destinado aos servidores públicos. Todos os recursos vão ficar disponíveis para saque até o dia 28 de junho de 2019.

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