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Mulher

Amigas posam de biquíni para responder críticas sobre diferentes tipos de corpos

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As influenciadoras Dani Austin e Sarah Tripp compartilharam fotos em suas contas nas redes sociais usando o mesmo modelo de biquíni. O motivo é simples: elas querem chamar atenção para o fato que existem diferentes tipos de corpos e dar uma lição àquelas pessoas que fazem  “body shaming”, ou seja, criticam alguém só  por causa de sua aparência


As amigas querem mostrar que não é preciso sentir vergonha por estar fora do 'padrão' e é possível amar todos corpos
Reprodução/Instagram/sassyredlipstick

As amigas querem mostrar que não é preciso sentir vergonha por estar fora do ‘padrão’ e é possível amar todos corpos

No Instagram, as amigas contam que já tiveram que lidar com “cyber bullying’ e, cansadas dos comentários negativos, usaram a plataforma para mostrar como não está tudo bem em criticar os tipos de corpos das pessoas, afinal, cada um é diferente. As postagens também serviram de inspiração para mulheres de todas as aparências e tamanhos.

Na legenda, elas falam sobre os comentários que recebem. Dani é chamada de “anoréxica” por ter um corpo magro, além de ouvir sempre que a amiga é uma “má influência” por ser gorda. “É tão rude e rídiculo! Honestamente nunca conheci outra pessoa que poderia ser um modelo menor pra mim do que a Sarah”, escreve. 

Enquanto para Sarah as críticas são completamente opostas: “As pessoas tentam me envergonhar pelo meu corpo há anos, mas parece que eu estou na outra ponta da escala [onde Austin está]”, diz. Segundo ela, o comentário que mais costuma escutar de estranhos é que está  acima do peso ou que não é saudável ser gorda. 

As duas mulheres concordaram que apesar de ser incômodo, não são as críticas que as definem. “Nós somos muito mais do que o que você vê por fora e a verdade é que não precisamos da aprovação de outras pessoas para nos sentirmos valiosas”, afirma Dani. 

Post é lição de autoestima para mulheres com diferentes tipos de corpos


Além de falar sobre 'body shaming', os posts das amigas serviu para inspirar mulheres com tipos de corpos diferentes
Reprodução/Instagram/daniaustin/

Além de falar sobre ‘body shaming’, os posts das amigas serviu para inspirar mulheres com tipos de corpos diferentes

“Fique sabendo que essas curvas me fazem sexy, forte e estilosa.  Eu sei que o meu valor não depende do tamanho do meu jeans ou do que as pessoas falam sobre mim. Lembrem-se que não está tudo bem em fazer ‘body shaming’!”, escreve Sarah. 

“Nós devemos sempre elogiar e dizer palavras positivas uns sobre os outros online e na vida real. As palavras tem poder e significados e podemos ter benefícios em espalhar amor”, completa a influenciadora digital. 

A postagem que ela e a amiga fizeram serviu não apenas para mostrar aos “haters” que não é preciso fazer críticas a ninguém, mas para mostrar que  está tudo bem em se amar e aceitar independente dos tipos de corpos que têm. “Vamos lembrar de nos amarmos”, finaliza Dani. 

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Mato Grosso

Pediatra do Mato Grosso Saúde orienta mães sobre cuidados com a saúde dos filhos

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Mães de primeira viagem recebem orientações da pediatra do Plano, Natasha Slhessarenko, sobre dúvidas comuns nos primeiros meses de vida do bebê.

Neste domingo (12), comemora-se o Dia das Mães, e a pediatra do Mato Grosso Saúde orienta sobre cuidados com a saúde dos filhos e também das mães de primeira viagem. Para Lucineide Santos, que é atendida pelo Plano há 6 anos, o acompanhamento do obstetra durante as suas duas gestações, e agora dos pediatras aos seus filhos, é fundamental para um bom desempenho da saúde infantil. Elaé mão da Helena, de 4 anos e do Carlos, 2 anos.

“Toda a minha gestação, pré-natal, parto, tudo foi pelo Plano. E agora, o suporte dos pediatras é importante, pois a criança sempre precisa ser atendida, devido a alguma infecção que acaba contraindo, ou até mesmo os exames de rotina”,conta.

Para a pediatra credenciada ao Mato Grosso Saúde, Natasha Slhessarenko, as mães devem ficar mais atentas à saúde das crianças desde o início para evitar as doenças recorrentes da primeira infância. “É muito comum crianças pequenas desencadearem problemas respiratórios como as sinusites, mas também tem as otites, as amigdalites, os resfriados comuns, ou até mesmos as gripes”.

A médica ainda informa que as crianças que vão à creches e escolas estão mais propensas a contrair infecções respiratórias e gastrointestinais, em decorrência do contato com as outras que compartilham o mesmo ambiente.

“As vacinas auxiliam na diminuição desses casos de infecções, mas os cuidados básicos de higiene como evitar encaminhar a criança para a escola ou creche caso estiver gripada ou com febre; sempre lavar as mãos; ao tossir sempre cobrir as vias respiratória com a dobra do cotovelo e não com as mãos, para evitar maior disseminação dos vírus; e manter as vacinas sempre atualizadas”.

Uma orientação importante feita pela Dra. Natasha Slhessarenko é que a mãe jamais ignore a imunização dos seus filhos, que deve ser iniciada o quanto antes, respeitando os períodos das doses, bem como a idade de cada vacina. Outra dúvida frequente é no momento em que a criança deixa de ser criança e passa para a fase da adolescência. E que médico as mães devem procurar? O médico continua sendo o pediatra durante a adolescência?

Natasha informa que nesta fase a criança começa a fazer um desligamento, como se fosse um novo corte do cordão umbilical, que dura até os 10 anos. Depois ele entra na fase de adolescência, que vai até os 19 anos.

“A orientação é que, nessa fase, o adolescente pode ser cuidado pelo pediatra que se sente muito à vontade em continuar atendendo, mas também têm os hebiatras, que tratam dos adolescentes, e tem o clínico da família, que pode ajudar. Então varia muito a relação que o pediatra estabeleceu com essa criança para poder atendê-la”.

O indicado para as meninas, segundo a médica pediatra, é que as meninas comecem a frequentar o ginecologista a partir da menarca, a primeira menstruação. “É extremamente importante que essa menina vá regularmente, pelo menos uma vez no ano, porque no início, assim que começa a vir a menstruação costumam ter os seus ciclos bastante irregulares e com muito sangramento, então é importante o acompanhamento do ginecologista desde essa época. Já os meninos podem ser acompanhados pelos pediatras, pelos hebiatras, médico da família, ou até mesmo o clínico geral”.

Mães de primeira viagem

O nascimento do primeiro filho é sempre um momento de celebração para a mulher e para a família, que receberá esse novo integrante. Mas muitas mães acabam ficando sem um norte e não sabendo como lidar com algumas situações com o primogênito, por ser um mundo novo e cheio de inseguranças.

A Dra. Natasha esclarece que nesse primeiro momento, a mãe deve se manter calma e sempre seguir as orientações do profissional pediatra, para evitar práticas equivocadas, que podem prejudicar a saúde da criança recém nascida.

1) Aleitamento materno 

Os cuidados mais importantes no início da vida são com a alimentação, então essa mãe deve ter muita cautela e não desprezar o aleitamento materno, por ser rico em nutrientes necessários para as crianças e conter todas as necessidades calóricas, energéticas, nutricionais e imunológicas.

“A mãe deve procurar, com todas as forças, amamentar aquela criança, exclusivamente ao seio, e para isso ela também precisa fazer a parte dela, que é a grande ingestão de líquidos, ter uma boa ‘pega’, onde a criança deve pegar todo o mamilo e toda a auréola”, explica.

A médica informa que a criança deve mamar pelo menos 10 minutos em cada seio, e a mãe deve intercalar o seio entre as mamadas. “A partir desse período a criança já começa a ingerir o leite mais nutritivo, rico em gordura, que é o que dá saciedade para a criança e nutrição”.

O aleitamento materno deve ser estimulado, evitando as fórmulas infantis ou outro tipo de leite para não gerar qualquer tipo de implicação no trato digestivo da criança. “É importante evitar esses alimentos que não sejam o leite materno, pois geralmente sua ingestão está ligada a traumas intestinais e, principalmente, alergias, devido a uma alimentação incorreta nos primeiros anos de vida de uma crianças”.

2) Outros alimentos

A introdução de alimentos mais pastosos e sólidos devem acontecer somente depois do sexto mês de vida, até lá, a médica enfatiza apenas o leite materno como única fonte de alimentação. “O ideal é que até o sexto mês se alimente exclusivamente do leite materno, não precisa dar nem água para elas, mesmo aqui em Cuiabá, que é um lugar quente, então, e somente, o leite materno substitui tudo o que a criança precisa”.

3) Hora do banho

O banho nas crianças recém-nascidas deve ser dado apenas uma vez no dia, segundo a médica. “Na hora do banho, o quarto deve estar fechado, a água não pode estar muito quente, então, é preciso testar a temperatura da água, e muito cuidado, pois a criança pode se afogar”, explica.

4) Importância do arroto da criança  

Esse cuidado vai além do que muitos pensam, já que o procedimento, somado à uma correta posição ao colocar a criança no berço para dormir, pode evitar, o que o especialistas chamam, de Síndrome da Morte Súbita – quando os bebês se afogam, principalmente, com o regurgito.

“É ideal sempre colocar a criança para arrotar, e na hora do sono do bebê, sempre deitá-lo com a barriga para cima, ou de lado, nunca de barriga para baixo, porque isso aumenta mais risco da criança vomitar e broncoaspirar esse líquido”, alertou a especialista em cuidado com a criança.

5) Visitas em casa? Melhor evitar.

Após o nascimento, os recém-nascidos não têm todos os tipos de anticorpos, então, as crianças devem evitar sair de casa, e até mesmo receber visitas dos familiares antes do início do esquema vacinal.

“Embora a mãe transfira grande quantidade de anticorpo para a criança, por meio da placenta, é ideal que a criança pequena fique em casa, evitando receber muita visita e saindo para locais com muita circulação de pessoas e ambientes fechados, como shoppings. Essas atitudes fazem com que as infecções transmitidas às crianças sejam minimizadas antes do início das vacinações”, orienta a Dr. Natasha.

6) Hora do médico 

O nosso contato com as rotinas médicas começam muito rápido. A Dra. Natasha orienta que, logo na primeira semana de vida da criança, a mãe procure um pediatra para os acompanhamentos da saúde do recém-nascido.

“As mães devem procurar um pediatra tão logo completem uma semana de vida, pois quando a criança nasce a criança perde de 7 a 10% do seu peso e isso se recupera a partir do décimo dia de nascimento, e isso o pediatra é quem deve acompanhar, além dos exames de rotina que, por ventura, possa necessitar”.

7) Exames importantes 

Alguns exames são obrigatórios para todas as crianças nascidas no território nacional, entre eles o mais conhecido: o exame do pezinho. “O teste do pezinho é uma triagem importante, pois faz um diagnóstico de uma série de doenças como hipotiroidismo, da fenilcetonúria, deficiência de biotinidase, hemoglobinopatias, mucoviscidose. Outros exames importantes são o da orelhinha, onde é feita a examinação da acuidade auditiva; o do coraçãozinho, para avaliação de má formação cardíaca e o teste do olhinho, para avaliar a transparência em todas as câmaras oculares deste recém-nascido”.

Sobre o Plano de Saúde

Para a presidente do Mato Grosso Saúde, Thalita Coutinho, o Plano promove grande encontro da necessidade da mulher com esses momento tão especial.

“Procuramos sempre promover o melhor para as nossas beneficiárias, em especial às nossas gestantes, pois sabemos das necessidades que elas encontram e ampará-las é fundamental. Inclusive ampliamos os nossos prestadores, agora temos um pronto atendimento (PA) 24 horas exclusivo para obstetrícia, no Hospital Santa Helena, o Hospital Complexo Hospitalar de Cuiabá e o Hospital Santa Rita também são capacitados para receber essas gestantes. As gestantes e os seus filhos podem contar com toda a nossa rede especializada, como clínicas, laboratórios e médicos especializados”.

Natasha Slhessarenko é credenciada ao Mato Grosso Saúde e atende os beneficiários do Plano na Clínica Vida Diagnóstico e Saúde, em Várzea Grande. Para conferir esse e os demais especialistas conveniados, acesse o site (www.matogrossosaude.mt.gov.br), ou o Aplicativo MT Cidadão, disponível para Android e iOS. Lá está disponível o documento completo com o Guia Médico.

Da Assessoria

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Mulher

Afinação perfeita: massagem sonora é ideal para realinhar as energias

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Baseado na musicoterapia, o Spa Pandora, do Unique Garden, desenvolveu a Terapia Sonora.

Você consegue imaginar uma massagem em que ninguém toca em você? Na verdade, a terapeuta toca “para” você! É em uma sala equipada com uma mesa lira e tubos sonoros que acontece a Terapia Sonora. O objetivo do tratamento é alinhar o corpo com a vibração dos instrumentos – que, de fato, reverberam seus sons no corpo.

A terapeuta Verena Koch Garcia, do Spa Pandora do Unique Garden, em Mariporã, lembra que a música reflete diretamente na molécula de água. E como o corpo é feito de 70% de água, o som ajuda a reorganizar todo o campo. “Quando uma pessoa chega com alguma dor, algum desequilíbrio, significa que ela saiu de sua frequência. A ideia da terapia é fazer com que o corpo – físico, mental, energético e emocional – volte para sua frequência inicial”, diz Verena.

A Terapia Sonora desenvolvida pela equipe do Unique utiliza uma afinação única. A mesa lira (monochord table) tem todas as suas cordas afinadas em ré e, quando vibra, cria um campo sonoro exatamente nesta nota. O tratamento é baseado na teoria de que o corpo saudável vibra em um som próximo ao ré – a nota do mantra ‘om’, e a pessoa recebe essa vibração direta, deitada sobre a mesa.

A sessão também conta com o toque de tubos musicais, que ressoam em notas específicas e complementam a paisagem sonora para o alinhamento. “É claro que cada um tem a sua própria afinação, sua nota. E dentro da sua própria nota, cada um está afinado à sua maneira. O principal objetivo é que, com tanta movimentação de energia na vida, você consiga sempre voltar para a sua própria nota, onde você se reconhece.E assim a terapia conta com a ajuda de instrumentos musicais por frequência.

Verena explica que a vibração, além de alinhar as frequências, ajuda na conscientização do corpo. “Como não há toque, a mente tem dificuldade de se relacionar com algo que não sente. Isso aumenta a possibilidade da pessoa se distrair, dispersar. Sentir a vibração no corpo ajuda a manter a presença”.

por PAOLA DEODORO/ Marie Claire

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