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Cáceres e Região

Alunos ocupam três escolas em MT contra projeto de PPP na Educação

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Escola Estadual Ubaldo Monteiro é a quarta unidade ocupada pelo grupo.
Eles saíram de uma das escolas, porém, após grupo se juntar ao manifesto.

A Escola Estadual Ubaldo Monteiro, localizada no bairro Jardim dos Estados, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, foi ocupada por cerca de 50 estudantes na noite de quinta-feira (26). Os alunos são contrários ao projeto de parceria público-privada proposto pelo governo do estado para a gestão de 76 escolas estaduais.

Essa é a quarta unidade de ensino ocupada pelos estudantes. No entanto, a Escola Estadual Dunga Rodrigues, no bairro Jardim Maringá II, foi desocupada após um grupo, que não fazia parte do movimento, tentar depredar o patrimônio público, segundo o vice-presidente da Associação Mato-grossense dos Estudantes (AME), Gabriel Henrique Silva.

Outras duas escolas estaduais naquele município seguem ocupadas pelos estudantes: aElmaz Gattas Monteiro, no bairro Ipase, e a Marlene Marques Barros, no bairro Jardim Imperial. Segundo o vice-presidente da AME, todas as ocupações seguem por tempo indeterminado e novas unidades de ensino devem ser tomadas pelos estudantes durante os próximos dias.

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“Não vamos aceitar diálogo enquanto o governo não recuar da proposta de implantação da PPP. E os estudantes estão se organizando para que novas escolas sejam ocupadas durante os próximos dias”, afirmou.

Eleições
Nesta sexta-feira (27), o governador Pedro Taques (PMDB) determinou à Secretaria de Estado de Educação (Seduc) para que realize eleições nas escolas estaduais que estão em fase de estudo para a implantação de PPP. De acordo com o estado, serão realizadas audiências públicas e, na sequência, alunos, pais e professores das escolas é quem decidirão sobre o projeto. As datas das audiências públicas ainda não foram divulgadas.

O governador voltou a negar que o projeto vise a privatização das escolas estaduais e afirmou que o objetivo é garantir a reforma, manutenção e ampliação das unidades. Segundo o estado, a proposta de PPP contempla 76 escolas estaduais.

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Diretores da CEF prestam informações sobre viabilidade de financiamento para projeto de esgoto sanitário em Cáceres

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Editoria – Sinézio Alcântara

A importância e os benefícios para a população e a relevância para o meio ambiente, saúde e turismo com a implantação do projeto de coleta e tratamento do esgoto sanitário de Cáceres foram esclarecidos aos vereadores, por representantes da diretoria da Caixa Econômica Federal (CEF). O projeto, em análise de viabilidade, com possibilidade de aprovação pela CEF, foi encaminhado à Câmara Municipal para análise e votação. Os esclarecimentos desfizeram informações distorcidas levadas a população e aos próprios vereadores sobre o projeto.

Os esclarecimentos feitos pelo gerente de Sistema de Gestão de Governo da CEF, Ubiratan Alves e pelo engenheiro Marlon Martendal, desfizeram informações distorcidas sobre o projeto. Entre elas de que haveria aumento de 100% na tarifa da conta da água de imediato e que comprometeria a capacidade de endividamento do município.

O projeto será implantado em toda área urbana, contemplando todos os bairros da cidade. Será uma das maiores obras já realizadas, em benefício da população. O projeto consta de rede coletora, 29 Estações Elevatórias e a Estação de Tratamento de Esgoto que será construída na área do Distrito Industrial.  A diretoria da CEF já se manifestou com a possibilidade de aprovação, depende da autorização da Câmara Municipal e da revalidação do Ministério de Desenvolvimento Regional.

O investimento de R$ 129 milhões necessário para execução do projeto será financiado pela CEF com recursos do Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS) a juro de 6% ao ano, mais 2.5% de custo financeiro da caixa. O prazo para pagamento será de 24 anos. Sendo quatro anos de carência para o início do pagamento e mais 20 anos para quitação total do empréstimo.

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A previsão de conclusão das obras é de quatro a cinco anos, Período em que iniciará a cobrança da taxa do esgoto. Em função do alto custo de tratamento, o valor será proporcional ao valor da tarifa de água; ou seja quem paga R$ 40 de tarifa de água mensal, estará pagando a mesma quantia de tarifa do esgoto. Aliás, taxa essa que é cobrada na maioria dos municípios brasileiros que dispões de coleta e tratamento de esgoto domiciliar.

A implantação desse projeto trará inúmeros benefícios, para o município e, consequentemente, para a população. O principal e mais importante, será a melhoria da saúde da população. Estudos realizados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) comprovam que, investimento de R$ 1 em saneamento básico economiza-se R$ 4 na saúde. A incidência de doenças como leptospirose, hepatite, dengue, Zica vírus, chikungunya e verminoses, serão reduzidas. Consequentemente reduzirá também a alta demanda de recursos públicos municipais para atender a população na área.

Outra questão significante será a melhoria da preservação e conservação do ecossistema pantaneiro. Com a execução do projeto a cidade se tornará mais atrativas, por ser considerada um polo turístico, devido ao sua localização geográfica privilegiada a margem do rio Paraguai, no berço do pantanal mato-grossense, considerado patrimônio mundial da humanidade.

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O esgoto que, atualmente, polui o rio Paraguai, despejado de forma criminosa, devido as ligações clandestinas na rede de drenagem, após a execução do projeto, só será despejado com o adequado tratamento, conforme as normas ambientais federais vigentes. Além disso, o restante dos esgotos domiciliares, estão contaminando o lençol freático em razão dos descartes em fossas sépticas e rusticas, onde muitas se tornam criadouros de mosquitos e propagadoras de doenças infecto contagiosas.

A melhoria na questão ambiental e nas obras estruturais, também irão proporcionar atrativos para empreendimentos imobiliários e empresas que demonstram interesses em se instalar no município.  Os custos estruturais de implantação desses empreendimentos, serão automaticamente, reduzidos. Com isso, proporcionando aumento de oferta de emprego e renda em todos os setores. Como por exemplo, postos de combustíveis, oficina mecânica, supermercado, hotéis, farmácias, entre outros.

Diretor da Autarquia Águas do Pantanal, Paulo Donizete Costa, assinala que o município tem consciência da grande responsabilidade em assumir o financiamento para a implantação do projeto. Porém, destaca que “se cada cidadão e representantes públicos não assumirem juntos esse compromisso, a tendência é que o município nunca irá chegar no padrão de qualidade de vida que todos desejamos” e que “essa é uma oportunidade única que a cidade está tendo” e que “a não concretização desse projeto pode significar um atraso irreversível como estamos a 240 anos desde a fundação da cidade”.

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Workshop marca encerramento do Senar Tec Leite em Pontes e Lacerda

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No próximo dia primeiro de novembro acontece em Pontes e Lacerda, o Workshop ATeG – Senar-MT. O evento será no parque de exposição, a partir das 8 horas e reunirá produtores de leite de toda a região. Um dos palestrantes será o superintendente do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Minas Gerais (Senar-MG), Christiano Nascif. Ele também é coordenador técnico do Programa de Desenvolvimento da Pecuária Leiteira – UFV e também do projeto Educampo.

Durante o evento será revelado o nome dos produtores que se destacaram em  2019 e também a “propriedade destaque” do Senar Tec Leite, no período de 2015 a 2019. Este é um programa de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG), desenvolvido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar-MT).

Pontes e Lacerda foi o primeiro município a receber o Senar Tec Leite que atendeu durante quatro anos, 120 produtores de leite. O workshop realizado no primeiro dia de novembro será o marco de encerramento do projeto na região. Nos últimos quatro anos os produtores da região receberam a visita mensal dos técnicos de campo do Senar-MT.

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Em 2019, mais de 20 municípios estão sendo atendidos pela ATeG, do Senar-MT. Além da cadeia produtiva do leite, a entidade também está desenvolvendo projetos para a pecuária de corte e para a cadeia produtiva da Horticultura.

A ideia é propiciar ao produtor as ferramentas necessárias para o gerenciamento correto da propriedade. Os técnicos do Senar-MT auxiliam os produtores de leite a entender o seu custo de produção e a ter um olhar diferenciado para várias atividades executadas dentro de uma propriedade rural.

Produzindo leite desde sempre, os irmãos Ildo, Ilton e Nilton Vicente Souza estão entre os 120 produtores atendidos pelo Senar Tec Leite.  “Depois de integrados neste programa passamos a ter uma visão mais ampla do negócio, ou seja, quando é para fazer um serviço maior nos unimos e trabalhamos juntos. Nós passamos a ver que a dificuldade de um é a de todos”, conta Ildo.

Além desta união que fortaleceu não só a relação dos irmãos, mas de toda a comunidade de Cerro Azul, em Pontes e Lacerda, o conhecimento, a troca de informação e a capacitação se tornaram elementos importantes no dia a dia dos produtores de leite que vivem na região. “Dias de Campo e treinamentos são primordiais para melhorarmos a qualidade do nosso produto e também a nossa renda”, acrescenta Ilton. Ele garante que capacitação de mão de obra é primordial em qualquer cadeia produtiva. “Mas na do leite é ainda mais importante porque nosso lucro é muito pequeno”.

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Já para Nilton, o Senar Tec Leite trouxe conhecimento. “A comida para o rebanho é a coisa mais importante na cadeia produtiva do leite. Este programa nos deu mais conhecimento sobre pastagens, genéticas e também nos orientou sobre a importância da higiene na sala de ordenha. Fomos nos adequando, melhorando e já conseguimos ver o resultado no rebanho e na qualidade do nosso produto. A ATeG é primordial para o sucesso do produtor de leite”.

Fonte: Assessoria de Imprensa/Senar-MT

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