conecte-se conosco


Destaque

AL aprova projeto que proíbe ‘sujar o nome’ durante a pandemia

Publicado

Assessoria

Os deputados estaduais aprovartam um projeto de lei que proíbe a inclusão de nome dos consumidores nos órgãos de proteção ao crédito durante a pandemia do novo coronavírus. Com isso, as empresas de Mato Grosso ficam proibidas de ‘sujar’ o nome dos clientes enquanto perdurar o decreto de calamidade no estado.

O projeto defendido pelo deputado estadual Paulo Araújo (Progressista) chegou a ser rejeitado na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR), mas por 21 votos a 0, os deputados derrubaram em plenário o parecer e aprovaram o projeto de lei do progressista.

O projeto foi lido pela primeira vez em 13 de abril, passou pela Comissão de Defesa do Consumidor e do Contribuinte em 22 de abril. Foi aprovado em 1ª votação em 29 de abril e já recebeu dispensa de pauta por se tratar de covid-19. Voltou para o núcleo econômico e foi novamente aprovado na Comissão de Defesa do Consumidor e do Contribuinte em 5 de maio e no mesmo dia foi apreciado e reprovado pela CCJR, recebeu modificações tramitou novamente até a CCJR e foi reprovado. Em 24 de junho foi para plenário e teve o parecer da comissão derrubado. Agora o texto vai a redação final, formalidade apenas para corrigir pontos da redação.

Leia mais:   340 pacientes se recuperaram da Covid-19 no Hospital São Luiz, em Cáceres

Na justificativa do projeto, o deputado diz que “tal medida é amplamente necessária nesse momento, tendo em vista que muitos trabalhadores tiveram sua renda comprometida e estão passando por dificuldade financeiras por conta da política de isolamento”.

Comentários Facebook

Destaque

Confundida com animal, índia de Barra do Bugres leva tiro durante caçada na aldeia e morre

Publicado

Indígena da etnia Bororo, identificada como Marinalva Zaqueimae Corezomae, 33, morreu após levar um tiro durante uma caçada dentro das terras da Aldeia Umutina, em Barra do Bugres. Vítima estava com a família durante a caça e acabou sendo confundida com possível animal.

Ela chegou a ser socorrida, mas não resistiu e morreu em uma unidade de saúde da cidade. Conforme as informações da Polícia Civil, a caça ocorria por volta das 12h de quinta-feira (25).

Os indígenas saíram em caça por dentro das suas terras, quando o grupo se dividiu. Em determinado momento, Marinalva foi atingida por um tiro na clavícula. Ela foi socorrida pelos familiares e levada até uma unidade de saúde que atende os índios, na região da Aldeia Piapó.

Lá, foi colocada em uma ambulância e encaminhada em estado grave para o Pronto-Socorro de Barra do Bugres. Quando a equipe médica se preparava para o atendimento, perceberam que a vítima já estava sem sinais vitais.

Polícia Civil esteve no local  e, por se tratar de uma indígena, acionaram os órgãos federais. Família deve ser ouvida ainda nesta sexta-feira (25).

Leia mais:   MT é o 6º estado em mortes por covid, revela levantamento

yuri@gazetadigital.com.br

Comentários Facebook
Continue lendo

Destaque

Chuvas esparsas interrompem queda do volume de água no rio Paraguai; sobe 1 centímetro em cada 24 horas

Publicado

As chuvas esparsas verificadas em algumas regiões do Estado interrompem, lenta e gradativamente, a queda acentuada do volume de água, no rio Paraguai, em Cáceres. O nível do rio vem subindo em média, um centímetro, por dia. Na quinta-feira (24/9) estava com 55 centímetros, nesta sexta-feira, está com 56 centímetros.

De acordo com a Agência Fluvial, responsável pela aferição, o aumento do volume de água ocorre desde o último final de semana, quando choveu, em várias regiões do Estado, inclusive, na capital. A estiagem de quase quatro meses, fez com que o rio tivesse um dos menores níveis desde o início da aferição, pela agência fluvial desde 1966, há 54 anos.

 Neste ano, o menor volume, em Cáceres, ocorreu nos dias 19 e 20 de setembro quando se estacionou em 52 centímetros.

A situação é semelhante, no Mato Grosso do Sul. Lá a aferição é feita pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM). E, aponta que no dia 14 de setembro, o rio na região de Ladário mediu 29 centímetros, o menor volume da história. O CPRM monitora o rio há 26 anos. Em anos normais, nessa mesma época do ano, o rio em Ladário, passa dos três metros.

Leia mais:   Vereadores aprovam convocar policiais militares para exercer segurança adicional em repartições públicas; guardas do município não serão afetados

Pesquisador sul-matogrossense Marcelo Parente Henrique afirma que, desde o mês de junho, o monitoramento já indicava a tendência de uma seca severa na região pantaneira. De acordo com o registro do histórico de dados nas estações, os meses de junho e julho concentram dois terços do auge das cheias anuais da região.

“No final de junho, quando ocorrem normalmente os picos das cheias na região, neste ano, a bacia do rio Paraguai já apresentava cotas de nível d’água dos rios muito abaixo do normal em Cáceres, Porto Conceição, Ladário, Porto Murtinho e Cuiabá, o que já sinalizava para a possibilidade de ocorrência de uma vazante mais rigorosa”, explica Henriques.

Diz que sem a cheia, os campos pantaneiros não alagaram e a vegetação aquática secou e virou combustível para as chamas, o que justifica o número excessivo de queimadas em todo Pantanal Mato-grossense. O especialista afirma que o pantanal não passa por uma seca como a atual há 50 anos.

Sinézio Alcântara – Expressão Notícias

Comentários Facebook
Continue lendo

Cáceres e Região

Policial

Política MT

Mato Grosso

Mais Lidas da Semana