conecte-se conosco


Mato Grosso

Ajustes para início das obras do complexo da Politec e Corpo de Bombeiros são definidos

Publicado

Os ajustes técnicos para o início das obras do Complexo da Politec e do Corpo de Bombeiros Militar em Pontes e Lacerda foram tratados durante reunião nesta quinta-feira (21.03). O encontro contou com o diretor-geral da Politec, Rubens Sadao Okada, representantes do Conselho Municipal de Segurança (Conseg), prefeitura, vereadores e o promotor de Justiça, Frederico Ribeiro.

Os engenheiros do Conseg receberam a doação das plantas arquitetônicas para as adequações que forem necessárias durante a execução das obras.

A nova sede da Politec será construída dentro do Complexo da Segurança, em um terreno com mais de quatro mil metros quadrados no centro do município, doado pela prefeitura local, que será compartilhado com o Corpo de Bombeiros Militar e Instituto Médico Legal. 

O total de investimento será de R$ 2 milhões, resultado da parceria entre a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), Prefeitura de Pontes e Lacerda, Conseg e Ministério Público Estadual.

No espaço físico do Complexo da Politec serão realizados os serviços de perícias criminais em diferentes áreas: documentoscopia, identificação veicular, balística, laboratório, patrimônio, vida, trânsito, meio ambiente e engenharia legal; de Identificação Técnica, nas áreas de identificação civil, criminal, e necropapiloscopia; e o serviço de Medicina Legal, que atualmente é realizado pela Coordenadoria Regional de Cáceres.

Leia mais:   Refis e Regularize são prorrogados para dezembro de 2020

“Quero agradecer a preocupação e empenho da sociedade organizada em prol da Politec, que entende que para a qualidade nos serviços prestados é preciso uma melhor infraestrutura. Agradecer ao Conseg, que nos ajudou a construir esta obra que é uma necessidade do estado. Estamos construindo o IML de Pontes e Lacerda a várias ‘mãos’, agradecemos a todos pela colaboração”, declarou o diretor-geral.

Representando a Secretaria de Estado de Segurança Pública, o Tenente Coronel, Marcos Hübner, se colocou a disposição para a concretização da obra. “A segurança pública é um dever e responsabilidade de todos. Cada vez que a sociedade participa, não somente com doações, mas na cobrança, o engajamento é outro. Levo uma mensagem muito boa daqui para o secretário de segurança. As portas da secretaria estarão sempre abertas”, elogiou.  

A Regional da Politec abrange o atendimento nove municípios da região Oeste sendo eles: Pontes e Lacerda, Conquista D’Oeste, Nova Lacerda, Comodoro, Campos de Júlio, Rondolândia, Vila Bela da Santíssima Trindade, Vale do São Domingos e Jauru.

A reunião contou com a participação do diretor-geral adjunto, Renato Barbosa Guanaes Simões, do coordenador regional da Politec de Cáceres, Ataíde de Campos Malheiros Filho e do gerente regional da Politec de Pontes e Lacerda, José Roberto Stefanelli Junior.

Fonte: GOV MT
Comentários Facebook

Estadual

Mato Grosso é apontado como exemplo para o país no mapeamento e combate ao desmatamento ilegal

Publicado

“A tolerância é zero com o desmatamento ilegal”, disse Mauren Lazzaretti, secretária de Meio Ambiente de Mato Grosso, ao Valor Econômico, em reportagem publicada nesta quarta-feira (05.08). A publicação destaca que o Estado é um dos pioneiros no mapeamento e combate ao desmatamento ilegal, apontando a redução de 20% da área de desmate irregular em junho deste ano, em relação ao mesmo mês de 2019.

“Mato Grosso também largou na frente na análise e na validação dos CAR, outro diferencial no combate ao desmatamento ilegal. Cerca de 30% dos 91 mil registros no sistema estadual, que filtrou e solucionou milhares de sobreposições de áreas, já foram analisados”, escreveu o jornalista Rafael Walendorff.

O pioneirismo de Mato Grosso para garantir que produtores legalizem a situação ambiental das propriedades também foi apontado na matéria “Produtor pede sistema ágil para mapear desmate ilegal”, uma vez que no início do próximo ano será implementado módulo de Compensação de Reserva Legal dentro do Programa de Regularização Ambiental (PRA).

De acordo com a reportagem, os agropecuaristas e exportadores pedem métodos que comprovem que produtos, como soja, milho e carne bovina, não saem de áreas de desmatamentos ilegais.

Leia mais:   Em um mês, polícias matam 23 pessoas em Mato Grosso

Operação Amazônia Arco Norte na região de Aripuanã – Desmatamento
Créditos: Mayke Toscano/Secom-MT

Para isso, o Estado investiu R$ 6 milhões, em 2019, na plataforma de monitoramento em tempo real do desmatamento, o Satélite Planet, que emite alertas visuais diários e envia relatórios semanais por email de supressão da vegetação a partir de 1 hectare, que são cruzados com dados do Governo.

O sistema é capaz de checar quem é o proprietário da área e se há aval para desmate, acelerando uma eventual autuação, até de forma remota. Dois mil alertas foram atendidos só em 2020. “Vou direto ao local, economizo dinheiro e sou mais eficiente”, destacou a secretária.

O Valor Econômico trouxe ainda que “só este ano, 255 mil hectares foram embargados em Mato Grosso. São mais de 2,2 mil autuações e R$ 2,1 bilhões em multas aplicadas pela Secretaria de Meio Ambiente, Ministério Público, Ibama, Exército, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros. O ‘maior rigor’ já inibiu a ação ilegal. Um dos motivos é a apreensão de mais 600 equipamentos usados por quem desmata ilegalmente – de motosserras e armas de fogo até um helicóptero utilizado na dessecagem aérea da mata que seria derrubada. A ideia é institucionalizar o modelo para replicar o que deu certo nos outros Estados da região”.

Leia mais:   Três pessoas morreram afogadas em rios de MT neste fim de semana

Operação Amazônia Arco Norte na região de Aripuanã – Desmatamento
Créditos: Mayke Toscano/Secom-MT

A reportagem analisou que mesmo com avanços, a área desmatada ainda cresce, porém em um ritmo muito menor que em outros Estados da Amazônia Legal. “Enquanto no Pará houve avanço de 84% entre as safras 2018/19 e 2019/20, o aumento em Mato Grosso foi de 10% – menor índice da Amazônia Legal, que na média foi de 43%. ‘Ainda não é o esperado’, relata a secretária Mauren Lazzaretti com base em dados do Imazon. Foram 873 km² de floresta derrubados no Estado entre agosto do ano passado e junho deste ano, dos quais 14% de maneira legal e autorizada”, destacou a publicação.

Confira a íntegra da reportagem em anexo.

Download

  • Reportagem Valor Econômico

Carol Sanford | Secom-MT

Comentários Facebook
Continue lendo

Destaque

Levantamento aponta aumento da demanda por gás natural pelas indústrias do interior

Publicado

Apenas quatro empresas pesquisadas utilizariam um volume de gás natural de 40,5 milhões de m³ de gás ao mês para substituir o consumo atual de outras fontes de energia

Um estudo de demanda de gás natural em Mato Grosso revelou que apenas quatro empresas utilizariam um volume de gás natural de pouco mais de 40,5 milhões de metros cúbicos (m³) do combustível ao mês, para substituir o consumo atual de outras fontes de energia. O levantamento foi realizado pela Companhia Mato-grossense de Gás (MT Gás) em parceria com o Senai-MT, por meio de visitas técnicas aos empreendimentos.

Conforme o presidente da MT Gás, Rafael Reis, as empresas buscam uma matriz energética mais barata em comparação com outras fontes, como a energia elétrica. “Com base no grande interesse pelo de gás natural, estamos negociando um aumento da quantidade do combustível fornecida pela Bolívia, para poder atender a demanda interna, e fomentar o desenvolvimento de Mato Grosso”, afirma.

O levantamento aponta que a demanda ultrapassa os 1,5 milhão de m³ ao mês, previstos no contrato atual entre a estatal mato-grossense e a boliviana Yacimientos Petroliferos Fiscales Bolivianos (YPFB). A quantidade de gás pactuada atende hoje as indústrias, e o gás natural veicular (GNV), principalmente da Capital.

Estudo de viabilidade

O levantamento preliminar aponta que, as empresas pesquisadas optem por utilizar o gás natural, e façam a conversão com a instalação de equipamentos específicos para uso do gás ao invés de biomassa, ou energia elétrica, o consumo seria de cerca de 40,58 milhões de m³ ao mês.

Leia mais:   Mato Grosso tem previsão de abertura de quatro polos da faculdade CNA

As empresas que receberam as equipes para visitas técnicas e levantamento de informações são: Caramuru e Safras, em Sorriso; Inpasa em Sinop; e Excelência em Nova Mutum. Conforme o consultor do Instituto Senai de Tecnologia (IST), o engenheuiro mecânico Everton Medeiros Tarouco, que participou diretamente do levantamento, foram escolhidas para o estudo algumas empresas de grande porte, que possuem um alto consumo.

Ele afirma que um dos fatores que torna o gás natural mais atrativo é a possibilidade de maior eficiência no uso industrial, mas análise sobre a implantação, ou não, é uma avaliação de cada empresa.

“Observamos que com o uso do gás natural há uma produção homogênea e controlada de calor, o que aumenta a produtividade. Se compararmos com a biomassa, por exemplo, e em determinado momento do processo produtivo for necessária uma certa quantidade de energia, a lenha tem uma resposta mais demorada até chegar ao ponto que eu preciso”, explica.

Comparado com outros combustíveis fósseis, como a gasolina, e o diesel, também utilizados para a mesma finalidade, o gás é mais vantajoso ambientalmente, e possui uma queima mais eficiente, avalia o especialista.

Leia mais:   ATENDIMENTO ÁGIL: Produtores rurais criam grupo de whatsapp com brigadistas e corpo de bombeiros

Outro benefício apontado pelo consultor é com relação a economia com área de estoque, segurança pois promove um fluxo de caminhões muito menor, e pelo controle do próprio combustível. “A madeira picada, por exemplo, que pode ser utilizada para a queima, às vezes pode conter impurezas que prejudicam o poder calorífico”.

“As empresas precisam de uma alternativa eficiente de matriz energética. A ideia não é substituir totalmente, de início, mas garantir a alternativa de abastecimento. O próprio transporte de biomassa tem uma burocracia muito maior, uma certificação exigida, e sobre o gás não há essa exigência”.

O Intituto Senai de Tecnologia está concluindo um estudo sobre qual será a melhor maneira de fornecer o gás para as indústrias do interior, da forma mais vantajosa e eficiente. A modelagem do negócio e a logística fazem parte da avaliação em conjunto com a MT Gás.

Outros empreendimentos que também podem se beneficiar do consumo de gás como substituto da biomassa são frigoríficos, indústrias de alimentos em geral, cervejarias, laticínios, e até hospitais e hotéis. “Há empresas que podem avaliar um gerador de energia elétrica a gá, apenas nos horários de maior consumo, de ponta”, conta.

Da Assessoria

Comentários Facebook
Continue lendo

Cáceres e Região

Policial

Política MT

Mato Grosso

Mais Lidas da Semana