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AGRICULTURA FAMILIAR Parceria entre Senar-MT e Fetagri garante qualificação para pequenos produtores

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Mais de 200 pequenos produtores e trabalhadores rurais vindos de todos os municípios mato-grossenses participam, esta semana, do Seminário Estadual de Formação de Lideranças Sindicais e Associativas dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Mato Grosso. O evento é uma parceria da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de Mato Grosso (Fetagri-MT) com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar-MT), e acontece até sexta-feira (03.06).

 

O presidente da Fetagri-MT, Nilton José Macedo, conta que neste seminário serão discutidas propostas que vão nortear as ações voltadas para a agricultura familiar ao longo do próximo ano. “Sucessão familiar e a qualificação de mão de obra são assuntos em pauta e o Senar-MT é o parceiro nessa empreitada”, enfatiza Macedo.

 

O superintendente do Senar-MT, Otávio Celidonio, informa que a instituição oferece vários produtos para os pequenos produtores. “Temos treinamentos para qualificar e capacitar pessoas em 15 cadeias produtivas incluindo piscicultura, bovinocultura de leite e olericultura, formadas basicamente por pequenos produtores rurais”. Além disso, a instituição ainda oferece capacitação na área de gestão, sucessão familiar e formação de líderes.

 

Os treinamentos do Senar-MT ofertados em parceria com os Sindicatos Rurais transformaram a vida dos produtores rurais de Alto de Boa Vista, município a mais de 900 quilômetros de Cuiabá. Os produtores José Correa da Silva e Rui Martins Pinheiro se juntaram para investir na criação de peixe. Além da piscicultura, Pinheiro conta que fez treinamentos de cooperativismo, agente de saúde animal, beneficiamento do leite e vários outros que contribuíram para que ele melhorasse a gestão da propriedade e diversificasse sua produção.

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Ao todo Pinheiro e Silva têm três tanques de piscicultura, sendo um na propriedade de Pinheiro e dois, na de Silva. “Já estou vendendo alguns peixes. Ainda é pouco, mas logo vamos ter condições de ampliar as vendas e, com isso, melhorar a renda familiar e a qualidade de vida”, acrescenta Silva.

 

Animado, os dois contam que trouxeram várias ideias para o seminário da Fetagri-MT. “É preciso aprender sempre e, por isso, faço todos os treinamentos que o Senar-MT oferece em nosso município”, destaca Pinheiro. Ele diz ainda que os cursos levam novas ideias, o que sempre melhora a gestão da propriedade. Além da parceria com Silva, Pinheiro também já ganha um “dinheirinho” com a venda das verduras e legumes que cultiva em sua propriedade.

 

Assim como Silva e Pinheiro, o pequeno produtor José Ferreira da Silva, que vive no município de Tapurah, a cerca de 500 quilômetros de Cuiabá, também já fez diversos treinamentos do Senar-MT.  “Oito ou dez ao longo dos últimos anos”, conta. Segundo ele, os treinamentos mudaram sua forma de pensar. “O conhecimento me mostrou o caminho certo para ter um pouco mais de rentabilidade. Fiz um curso para aprender a administrar minha propriedade e foi nesse momento que descobri que estava gastando dinheiro à toa. Aprendi que na propriedade só se pode fazer o que dá lucro. Se não estiver dando lucro é preciso rever o planejamento e verificar onde está o problema”.

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O Senar-MT faz parte de um conjunto de entidades que formam o Sistema Famato. Essas entidades dão suporte para o desenvolvimento sustentável do agronegócio e representam os interesses dos produtores rurais do Estado. É formado ainda pela Famato, Imea e pelos 89 sindicatos rurais do Estado. O Senar-MT está no Facebook e no Instagram. Curta a Fan Pagewww.facebook.com/SenarMt  e a conta @senar_mt.

Fonte: Assessoria Gecom

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Cáceres e Região

Mais de 14 mil estão na fila para fazer perícia no INSS

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A Gazeta

Fila de segurados da Previdência Social que aguardam perícia médica em Mato Grosso é formada por 14.171 mil. Deste total, a maioria -81,1% ou 11,5 mil – estão à espera do atendimento por um médico perito do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) há mais de 45 dias, conforme o último Boletim Estatístico da Previdência Social (BEPS), referente a abril de 2021.

De acordo com o INSS, das 724 agências da Previdência Social que possuem serviço de perícia médica, 619 estão funcionando e 2,5 mil peritos médicos estão fazendo atendimentos. O tempo médio entre o agendamento e a perícia está em 39 dias, segundo o Instituto.

A informação repassada, porém, à requerente de benefício previdenciário Maria Aparecida Souza, 56 – ao ligar na central de atendimento 135 – é que teria que aguardar o agendamento da perícia, a ser confirmada em contato futuro do INSS. Na ligação também informaram que os pagamentos mensais do benefício seriam retroativos à data oficial do pedido, após concessão.

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“Dei entrada no requerimento em abril, somente neste mês responderam pedindo para aguardar agendamento de perícia médica”, explica.

Em todo o país, 170 mil segurados que recebem benefícios por incapacidade temporária – o antigo auxílio-doença terão que agendar nova perícia médica, lembra o INSS. Os prazos para o agendamento começam a expirar em agosto. Quem não tomar a providência corre o risco de ter o pagamento suspenso.

Desde o início de julho, o órgão previdenciário começou a enviar cartas para segurados que não realizam perícia médica há mais de 6 meses. Quem recebe a convocação tem 30 dias, a contar do recebimento da notificação, para agendar o procedimento.

O INSS poderá também convocar as revisões por meio da rede bancária, considerando o órgão pagador do benefício, quando esse tipo de notificação for disponível. Estão previstas ainda as convocações por meio eletrônico ou edital em Diário Oficial. A revisão em benefícios por incapacidade temporária segue até dezembro deste ano, quando todas as convocações terão sido expedidas.

Em outra frente, o INSS realiza também as revisões administrativas de benefícios, que são feitas com regularidade. Na atual etapa, a previsão é que 1,7 milhão de segurados recebam a convocação para regularizar alguma pendência de documentação identificada pelo INSS. Desde setembro de 2020, foram enviadas 732,5 mil cartas para revisão administrativa de benefícios com pendências documentais identificadas pelo INSS.

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Cáceres e Região

Cáceres deve receber nesta quinta-feira mais 3120 doses de vacinas

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Assessoria

     A Comissão Intergestores Bipartite de Mato Grosso (CIB-MT) aprovou a Resolução Nº 76, que estabelece a distribuição, o armazenamento e a aplicação das 181.130 doses de vacina contra a Covid-19 enviadas nesta terça (27.07) e quarta-feira (28.07) pelo Ministério da Saúde, sendo 89.700 doses da Astrazeneca, 57.500 doses da Coronavac e 33.930 da Pfizer.
     Conforme a Resolução Nº 76, tanto a Astrazeneca como a Pfizer devem ser aplicadas como segunda dose em pessoas com comorbidades e pessoas com deficiência permanente grave. Os imunizantes Pfizer também contemplarão com a primeira dose pessoas de 45 a 49 anos e com a segunda dose gestantes e puérperas sem e com comorbidades, desde que apresentem recomendação médica.

As pessoas de 45 a 49 anos ainda poderão ser vacinadas com a primeira e segunda dose do imunizante Coronavac. Para a vacina AstraZeneca, o prazo de aplicação da segunda dose é de até 90 dias. Já o prazo da segunda dose da Coronavac varia entre 14 e 28 dias. A administração da segunda dose da Pfizer deve ser feita em até 12 semanas.

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O colegiado pontuou na Resolução que os municípios que já completaram a vacinação das pessoas de 45 a 49 anos devem seguir para a próxima faixa etária (ano a ano) em ordem decrescente de prioridade. Ainda foi acordado a distribuição de um remanescente de 615 doses da Astrazeneca e 260 doses da Coronavac que estavam armazenadas na Rede de Frio Estadual como estoque estratégico.

Caso os municípios alcancem a completa vacinação dos públicos-alvo estabelecidos para a imunização, a CIB orienta a continuidade da imunização dos demais públicos elencados pelo Ministério da Saúde.

Após a distribuição dos imunizantes aos municípios, as vacinas deverão ser armazenadas conforme as condições estabelecidas pela fabricante e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e com o apoio da segurança pública.
A aplicação das doses deve ser obrigatoriamente registrada pelos municípios no Sistema Nacional do Programa de Imunização (SI-PNI), do Ministério da Saúde. Até o momento, Mato Grosso já recebeu 2.619.470 doses de imunizantes contra a Covid-19.

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