A tendência é eleitor cacerense manter a votação em Bolsonaro

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Milhares de cacerenses, assim como nas demais cidades brasileira, voltam às urnas neste domingo, para eleição em 2º turno, que irá eleger o novo presidente do Brasil. A tendência é o eleitor do município, manter ou até ampliar a votação ao candidato Jair Bolsonaro (PSL) na disputa com Fernando Haddad (PT). No dia 7 de outubro, em primeiro, Bolsonaro obteve 20.922 votos (49,72) contra 14.291 (33,96) do candidato petista.

Não haverá mudanças no calendário eleitoral. A votação começa às 8h e encerra às 17h. Assim como no primeiro turno, a venda de bebidas alcoólicas está liberada. A segurança dos eleitores e servidores da Justiça Eleitoral que estarão a trabalho ficará sob a responsabilidade da Polícia Militar. A exemplo das demais cidades brasileiras, a Justiça Eleitoral, em Cáceres prevê que o tempo da votação será reduzido.

No primeiro turno, a média do tempo de votação, conforme serventuários da Justiça foi de 6 minutos por eleitor. Desta vez, prevê-se o tempo médio de 40 segundos.  A demora no primeiro turno se justifica: o eleitor teve que votar em 6 candidatos – presidente da República, governador, dois senadores, um deputado federal e um estadual.  A 6ª Zona Eleitoral em Cáceres dispõe de 61.627 eleitores com 186 sessões eleitorais.

No primeiro turno compareceram 44.792 eleitores, equivalente a 72,68% do total. 16.834 eleitores não compareceram proporcionando abstenção de 27,32%. Uma das maiores da história.

Um dos maiores institutos de pesquisas do país, o Datafolha, até na sexta-feira (26) a menos de dois dias das eleições apontou ampla vantagem do candidato Jair Bolsonaro (PSL) sobre Fernando Haddad (PT). Pelos números da pesquisa realizada na quarta e quinta-feira, 24 e 25, Jair Bolsonaro obtinha 56% das intenções de votos contra 44% do petista. 12 pontos a mais de diferença.

Porém, partidários do capitão questionam o resultado. Em vários vídeos postados nas redes sociais, os eleitores afirmam que a vantagem é bem maior e que a resultado da pesquisa é manipulada. Dizem que é uma estratégia dos grandes institutos no sentido de beneficiar o candidato petista. “As pesquisas são mentirosas. Dizer que Haddad está diminuindo a vantagem é uma forma de induzir o eleitor indeciso. Não vamos acreditar nisso” disse uma partidária.

Editoria – Sinézio Alcântara

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