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38º FIPe deve gerar R$ 10 milhões de receita ao município, afirma secretário

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A realização do 38ª Festival Internacional de Pesca Esportiva de Cáceres – 38ª FIPe – que acontece de 10 a 14 de julho -, vai custar cerca de R$ 2,5 milhões, com a previsão de gerar cerca de R$ 10 milhões de receita ao município. Essa é a expectativa da prefeitura, através da Secretaria Municipal do Meio Ambiente e Turismo (Sicmatur), promotora do evento. São esperados, conforme os organizadores, cerca de 250 mil pessoas, durante os cinco dias do festival. O valor da premiação, aos vencedores das provas, de acordo com a Sicmatur, deverá ultrapassar R$ 250 mil.

Os cálculos foram apresentados na quinta-feira (6/6) pelo secretário Júnior César Trindade, durante uma cerimônia, com representantes da igreja católica (padres) e evangélica (pastores), além de jornalistas, para anunciar, a realização de shows gospel e católico, que foram inseridos, de última hora, na programação. Júnior informou que, além dos shows religiosos, todos os demais serão de entrada franca.

A exemplo das edições anteriores, o FIPe deste anos será realizado, pela prefeitura em parceria com os governos estadual e federal e a iniciativa privada. As contratações dos shows nacionais e regionais, que se configuram como a maior despesa do evento, serão pagas através de um recurso, na ordem de R$ 985 mil oriundos de um grupo de empresas ligadas ao Ministério das Comunicações. O prefeito Francis Maris Cruz, afirmou que “acredito que até o próximo dia 26 esse recurso já terá sido liberado”.

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O governo do Estado estará participando do festival, de acordo com Trindade, através da liberação das secretarias, principalmente, a de Infraestrutura que estará dando suporte técnico e material para o evento. “O governador Mauro Mendes, reconhecendo a importância do festival para o turismo e a cultura regional estará participando diretamente do FIPe liberando as secretarias para ajudar na montagem da estrutura do festival”.

O secretario explicou que se baseia na previsão de geração de receita na ordem de R$ 10 milhões ao município, pelo FIPe, a um estudo feito, em 2017 pela Faculdade do Pantanal. “Um estudo feito pela FAPAN, em 2017, mostrou que, o aquecimento de todos os setores da economia gerou uma receita de cerca de 10 milhões ao município. Isso quer dizer que, na pior das hipóteses, vamos repetir esses números, até mesmo porque, os shows artísticos deste ano serão melhores que daquele ano”.

Além da receita, o secretário enfatizou a criação de centenas de novos postos de trabalho que são gerados nesse período. Informou que, um levantamento feito pela secretaria, apontou a criação de 400 novas vagas de trabalho,  no ano passado, durante a festa. “Contabilizamos mais de 400 vagas de trabalhos informais durante o FIPe no ano passado. Estou certo de que neste ano serão mais de 500. São pessoas contratadas para montagens de barracas, barraqueiros, seguranças, funcionários de parques de diversão, vendedores ambulantes, entre outros”.

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Trindade justificou a previsão da participação direta e indireta de 250 mil pessoas durante os cinco dias de realização do FIPe a um cálculo da Polícia Militar realizado no ano passado. “Em 2018 a Polícia Militar estimou cerca de 220 mil pessoas. Creio que não seria exagero prever 250 mil neste ano. Até porque, as atrações e os shows nacionais e regionais são considerados melhores” explicou acrescentando que, devido a alto valor dos prêmios aos vencedores das provas, neste ano, a premiação deverá alcançar mais de R$ 250 mil.

Atrações

O FIPe terá uma área total de cerca de um milhão de metros quadrados e contará com feira de artesanato, espaços esportivos, tendas ambientais, feira náutica, área gastronômica e de pesca e outros. Palestras e cursos fazem parte da programação. Programação artística:

Dia 10/07 (Quarta-feira) César Menotti e Fabiano; Dia 11/07 (Quinta-feira) Léo Santana; e o show gospel de David Quinlan; Dia 12/07 (Sexta-feira) Antony e Gabriel; Dia 13/07 (Sábado) Falamansa; Dia 14/07 (Domingo), show católico Thiago Bravo e Alexandre Pires.

Editoria – Sinézio Alcântara

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Governo do Estado consegue prorrogação para obras da ZPE de Cáceres

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Área onde serão finalizadas as obras da ZPE, em Cáceres (MT)

O Conselho Nacional das Zonas de Processamento de Exportação (ZPE) aprovou nesta quinta-feira (21.11) a prorrogação do prazo para as obras da ZPE de Cáceres (200km de Cuiabá). Com a anuência dos conselheiros, haverá mais 540 dias para que o cronograma seja executado.

“O Governo do Estado está tentando viabilizar a ZPE em Cáceres, que já existe há 30 anos. Com a aprovação da prorrogação do prazo, o Governo, Fiemt e parceiros, como o grupo Itamarati, estará executando o projeto de viabilidade econômica”, explica César Miranda, secretário de Desenvolvimento Econômico.

Para o secretário, a ZPE poderá ser um impulsionador no desenvolvimento da região, com geração de emprego de qualidade e renda ao levar novas indústrias para o local.

A ZPE daria a possibilidade de abertura para o mercado internacional. De acordo com a legislação vigente, 80% do que as indústrias produzirem no local poderá ser exportado e 20% deverá ficar no mercado interno. O novo cronograma físico-financeiro foi aprovado e a ordem de serviço pode ser dada ainda em 2019.

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O Conselho é formado por representantes dos Ministérios da Economia, da Infraestrutura, do Desenvolvimento Regional e da Receita Federal.

O que é

As ZPEs caracterizam-se como áreas de livre comércio com o exterior, destinadas à instalação de empresas voltadas para a produção de bens a serem comercializados no exterior, sendo consideradas zonas primárias para efeito de controle aduaneiro. As empresas que se instalam em ZPE têm acesso a tratamentos tributário, cambiais e administrativos específicos.

Por: Thielli Bairros | Sedec-MT

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Cáceres é o segundo município mais atingido pelos focos de queimadas nos últimos dias

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O município de Cáceres é o segundo mais atingido pelos focos de queimadas entre os dias 19 e 20 de novembro.  É o que aponta o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Nesses dois dias, conforme o instituto foram registrados 76 focos de calor na região.

Dados dos satélites do INPE mostram que o município mais atingido foi Vila Bela da Santíssima Trindade (521 km a oeste), com 15 focos em 48 horas, seguido por Cáceres (225 km a oeste), com 9 focos. Nesses dias, Vila Bela foi o terceiro município com mais focos no país.

O resultado do aumento gradativo dos focos, conforme o INPE, foi a redução  da incidência de chuvas das nesse período.

Outros focos de calor têm se verificados na terra indígena Manoki, em Brasnorte (579 km a noroeste). Além da terra indígena, foram registrados focos de incêndio no Parque Estadual Encontro das Águas, que fica na divisa entre Barão de Melgaço (113 km ao sul) e Poconé (104 km ao sul).

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Na comparação entre os biomas, a maior parte dos focos foi na Amazônia, com 46 registros, seguido pelo Pantanal, com 21 focos de calor, e o Cerrado, com 9 pontos de incêndio.

Editoria – Sinézio Alcântara

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