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340 pacientes se recuperaram da Covid-19 no Hospital São Luiz, em Cáceres

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Assessoria

No dia 22 de setembro, o Hospital São Luiz (HSL) alcançou a marca de 340 pacientes recuperados da Covid-19 na região de Cáceres, no Alto Pantanal de Mato Grosso. Desde o início da pandemia do novo coronavírus, o HSL é a principal referência na região para os casos graves da doença.

Para o diretor Assistencial Diego Davi Pes, o resultado simboliza o esforço conjunto de profissionais de saúde em cumprir os protocolos de atendimento mais efetivo neste momento em que ainda existem muitas dúvidas sobre o novo coronavírus.

“A pandemia trouxe um novo cenário para todas as regiões do País, ainda mais complexo e com várias dificuldades. No entanto, estar ao lado de profissionais que compreendem a luta e atuam contra a doença, salvando vidas, é uma dedicação que tem feito a diferença”, comenta.

Dos 340 pacientes recuperados, 168 (49,4%) têm idades acima dos 50 anos. Idosos e pessoas de doenças crônicas fazem parte do grupo de risco da Covid-19, sendo mais suscetíveis a complicações do novo coronavírus.

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“A recuperação das pessoas que integram o grupo de risco da Covid-19 é uma evidência positiva de que é possível vencer o vírus, mesmo em situações de alta gravidade”, ressalta o diretor.

Desde o dia 18 de março, o Hospital São Luiz atende pacientes em uma ala dedicada exclusivamente para casos da Covid-19. Houve ainda a ampliação de leitos na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), recebendo pacientes referenciados dos municípios vizinhos.

Com 482 colaboradores, o HSL também oferece atendimento nas especialidades de Clínica Médica, Cirúrgica, Ginecologia, Obstetrícia, Pediatria, UTI Neonatal e UTI Adulto, Pronto Atendimento e Centro Cirúrgico com seis salas.

Referência para 22 municípios da região Oeste do Estado, e da vizinha Bolívia, o Hospital São Luiz possui 144 leitos — destes, 82% são destinados ao atendimento gratuito pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

A unidade realiza partos de alto risco e gestantes encaminhadas pelo município e possui serviços de diagnóstico e de procedimentos médicos, como ressonância magnética, tomógrafo, densitometria, ultrassom, ecocardiograma, laboratório de análises clínicas entre outros.

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Sobre a Pró-Saúde 

Com 16 mil colaboradores e mais de 1 milhão de pacientes atendidos por mês, é uma das maiores do mercado em que atua no Brasil. Atualmente realiza a gestão de unidades de saúde presentes em 24 cidades de 12 Estados brasileiros — a maioria no âmbito do SUS (Sistema Único de Saúde). Atua amparada por seus princípios organizacionais, governança corporativa, política de integridade e valores cristãos.

A criação da Pró-Saúde fez parte de um movimento que estava à frente de seu tempo: a profissionalização da ação beneficente na saúde, um passo necessário para a melhoria da qualidade do atendimento aos pacientes que não podiam pagar pelo serviço. O padre Niversindo Antônio Cherubin, defensor da gestão profissional da saúde e também pioneiro na criação de cursos de Administração Hospitalar no País, foi o primeiro presidente da instituição.

Comunicação – Pró-Saúde

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Paulo Donizete afirma que maioria dos eleitores quer asfalto nas ruas centrais de Cáceres

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O candidato a prefeito de Cáceres, Paulo Donizete, afirma que a maioria das pessoas e eleitores com quem tem falado nesta campanha eleitoral pede o asfaltamento das ruas centrais da cidade, muitas, calçadas com bloquetes.

Segundo Paulo, grande parte das ruas do centro urbano ainda não foi asfaltada pela atual administração porque foram tombadas pelo IPHAN, mas se compromete ao assumir a prefeitura, como primeira ação da sua gestão, fazer audiências públicas para ouvir, dialogar e decidir junto com a população essa questão, com estudo mais apurado dessas ruas.

“Quero firmar um compromisso com o povo de Cáceres. Se a maioria for a favor desse asfaltamento, vou respeitar a opinião pública e asfaltar todo centro da cidade. Se uma população quer uma obra para substituir outra que traz transtornos, não podemos ser impedidos, pois nós moramos aqui”, discursou.

O candidato, que foi diretor Executivo da Autarquia Águas do Pantanal, conta que todas as vezes que tem que ser feito um serviço de reparos ou substituição de redes na área central da cidade, mesmo com toda a engenharia e o empenho feito pelas equipes de manutenção, acaba ficando alguma peça deslocada ou o chão com variáveis.

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 “Qualquer pessoa que transite pelas ruas centrais nota que não existe um padrão de calçamento e nem estético. São ruas com asfalto, outras com blocos de concreto e outras com asfalto sobre os bloquetes. As pessoas que conduzem carros, motos, bicicletas e outros veículos percebem isso, principalmente no calçamento dos bloquetes, onde após qualquer reparo os blocos ao serem recolocados e assentados não se encaixam mais perfeitamente trazendo transtorno à população, riscos de acidentes e prejuízos aos proprietários de automóveis e ao município. Sabemos que os bloquetes foram úteis no projeto de calçamento iniciado pelo prefeito Ernani Martins, mas já se passaram quase cinquenta anos e podemos melhorar e embelezar as vias urbanas da cidade com o asfalto” observou Paulo Donizete.

Paulo alega que o asfalto é um material com bom custo benefício e que vai oportunizar a regularidade das vias públicas da cidade.  “Me lembro quando o então prefeito Walter Fidélis, na sua gestão de 89 a 92, iniciou a cobertura de asfalto em várias ruas centrais revestidas com os blocos de concreto, melhorou muito, depois veio o tombamento e nada pudemos fazer para continuar este projeto”, avaliou Paulo

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Finalizando, Paulo Donizete disse que ele e Anelise, sua vice, estão empenhados em avançar cada vez mais e continuar melhorando a qualidade de vida da população e esta obra remete a isso.

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Violência contra mulher: Mato Grosso registra 45 feminicídios de janeiro a setembro

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Mato Grosso registrou 45 feminicídios entre janeiro e setembro deste ano. O número é 36% maior do que o mesmo período do ano passado, quando 33 mulheres foram mortas. Os dados são da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), por meio da Superintendência do Observatório de Segurança Pública.

Paralelo a este dado, houve uma diminuição de 26% no número de homicídios dolosos praticados contra mulheres, já que este ano foram 25 registrados contra 34 do ano passado. No entanto, se somados os dados de feminicídios e homicídios dolosos, 70 mulheres foram assassinadas no estado, número 4% maior do que em 2019, quando houve 67 mortes.

As tentativas de homicídios de mulheres também apresentaram redução de 20%. Este ano houve 174 casos e em 2019 este número chegou a 218 ocorrências registradas.

Entre os principais crimes praticados contra vítimas femininas entre 18 e 59 anos, constam a ameaça, com 13.277 ocorrências; lesão corporal, com 6.974 registros; injúria, com 3.703; difamação, com 1.878 e calúnia, com 1.111 casos. Todos estes índices apresentaram redução, variando de 9% no caso de lesão corporal até 25%, no caso de difamação.

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O número de estupros teve pouca alteração no comparativo com o mesmo período do ano anterior. Neste ano, 292 estupros foram registrados no estado, índice 1% maior do que 2019, quando tiveram 288 ocorrências desta natureza.

Denuncie 

Para registrar qualquer denúncia de violência contra a mulher basta ligar para o 190, 197, 180 e 181. Vale lembrar que todas as denúncias são sigilosas. Além disso, as denúncias também podem ser registradas presencialmente nas delegacias (PJC-MT) de Mato Grosso.

Da assessoria

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