33 pessoas morreram por afogamento no 1º semestre em MT; 4 casos foram em Cáceres

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De janeiro a junho de 2018, foram registradas 33 mortes por afogamento no estado, segundo um levantamento feito pelo Corpo de Bombeiros. Conforme os dados, foram registrado cinco casos a mais que no mesmo período do ano passado. Somente em Cáceres, foram quatro casos. Dois em um intervalo de menos de 24h entre os dias 27 e 28 de junho.

No rio Paraguai, em Cáceres, a primeira morte ocorreu no dia 27 de junho. O corpo de Maria de Clarinda Queiróz, 41 anos, foi encontrado boiando nas margens do rio. A causa da morte apontada no laudo foi “afogamento”.

O segundo caso foi do comerciante Dickson Akira Teshima, 20 anos, ocorrido no dia 28. Dickson se afogou quando mergulhava com os amigos. Uma forte correnteza se formou e levou a vítima para o “fundo” do rio. Os amigos ainda conseguiram retirar a vítima da água, porém o Corpo de Bombeiros confirmou o óbito.

Outros dois afogamentos – de um estudante na baia do Daveron e de um pescador nas proximidades da baia do Sadao, aconteceram nos meses de março em abril.

Em janeiro deste ano, pai e filho morreram, vítimas de afogamento no rio Cuiabá. De acordo com as investigações, o pai teria pulado na água ao ver que o filho, de 4 anos, estava se afogando. Já o segundo semestre começa com o registro de quatro mortes por afogamento.

Os casos foram registrados no domingo (1), em Cuiabá, onde um banhista e um pescador morreram e, na segunda-feira (2), em Jaciara, a 143 km da capital, onde dois irmãos adolescentes se afogaram no rio São Lourenço. A maior parte das ocorrências foi na região sul do estado, onde foram registrados 11 mortes por afogamento, incluindo as duas da última segunda-feira.

De acordo com ao Corpo de Bombeiros, as pessoas costumam frequentar mais os rios no período de estiagem e, apesar de menor volume de água, o aumento do volume de banhistas, aumenta também os riscos de afogamentos. No total, 110 pessoas morreram afogadas em 2017.

Editoria/G1

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