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150 candidatos devem disputar as 15 cadeiras do Legislativo Cacerense

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Cerca de 150 candidatos devem disputar as 15 cadeiras do Legislativo Cacerense nas eleições municipais, que ocorrerá no próximo dia dois de outubro. E, com a aproximação do pleito, a menos de três meses, começam a surgir as discussões em torno dos nomes dos possíveis candidatos ao cargo de vereador.

De acordo com o calendário eleitoral, na quarta-feira (20) terá início, com encerramento no dia 5 de agosto, o período para a realização das convenções, evento onde os partidos políticos escolhem os seus candidatos aos cargos eletivos em disputa. Este ano a população irá eleger além dos novos vereadores, prefeito e vice-prefeito.

A principal mudança em relação à eleição de 2012 é que neste pleito o eleitor irá eleger para a 18ª legislatura da Câmara Municipal de Cáceres, que tomará posse no dia 1º de janeiro de 2017, para exercer o mandato até 31 de dezembro de 2020, 15 vereadores e não 11 como ocorreu na eleição passada e tão pouco 10 como aconteceu em 2004.

Na opinião de analistas políticos ouvidos pelo Jornal Expressão, no PSDB do prefeito Francis Maris Cruz, os principais nomes são: a vereadora Valdeníria Dutra Ferreira, o ex-vereador Josias Modesto, o ex-secretário de Ação Social, Cláudio Henrique Donatoni e o servidor público Césare Pastorelli.

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Já no PSD do deputado estadual Leonardo Ribeiro Albuquerque, os nomes com maior expressão são o do vereador Edmilson Campos (Café no Bule), Elza Bastos – presidente da Colônia de Pescadores, o radialista Júlio Vidal, do suplente de vereador Odenir Néri, Beto Serrão – servidor público, José Arimatéia – produtor cultural e Isaias Bezerra – representante comercial.

Pelo PSB do ex-prefeito Túlio Fontes e do deputado estadual Adriano Silva aparecem com destaque os vereadores Tarcísio Paulino, Sebastião Pinheiro Duarte, Domingos Oliveira dos Santos, o radialista Luiz Garcia, o ex-vereador José Antônio Caetano Cabral e os empresários Júlio Parreira e Moacir Barbosa.

Siglas consideradas “nanicas” prometem surpreender na eleição, como são os casos do PT do B, PTN e PSC. Pelo PT do B, conforme apurou a reportagem, os principais quadros são: Enézio Mariano – presidente da Ucam, José de Souza Brandão – ex-vereador, Creudes Castrillon – empresário e Nilson Magalhães – ex-presidente da Ucam.

Já pelo PTN aparecem o ex-vereador Josué Alcântara, Eliel da Rocha – servidor público e Jonas da Mercearia – suplente de vereador. Pelo PSC as apostas estão nos nomes do ex-vereador Roosevelt Torres ou do seu filho José Eduardo Torres – ex-secretário de Obras, ex-vereador Usias Pereira e do presbítero da Igreja Assembleia de Deus Valdir Rodrigues.

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O PTB – Partido Trabalhista Brasileiro, aposta no nome do vereador Manoel Leiteiro e dos ex-vereadores Rubens Macedo e Antônio Salvador, e ainda no ex-secretário de obras Walter Zackarquim.

Partidos considerados grandes pelo Brasil a fora em Cáceres ficaram apenas com um nome de grande expressão. São os casos do PMDB do presidente da Câmara Marcinho Lacerda; PP do ex-presidente da Câmara, Alvasir Ferreira de Alencar; PR do vereador e líder do prefeito Edmilson Tavares; DEM do suplente de vereador Luiz da Guia Alcântara e do PV do suplente de vereador Franco Valério Jorge da Cunha.

O Partido dos Trabalhadores e o Solidariedade que ao que tudo indica deverão caminhar juntos nas eleições, por serem siglas formadas em sua maioria por lideranças sindicais, tem como principais nomes o vereador Félix Alvares e Fábio Lourenço – líder sindical pelo solidariedade e James Cabral – ex secretario de agricultura, Orlandir Cavalcante – professor e líder sindical e Rafael Costa – suplente de vereador pelo PT.

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Cáceres e Região

Após 19 meses de pandemia no Brasil, curados ainda sofrem com danos neurológicos

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Assessoria

O novo coronavírus (Sars-Cov-2), causa da síndrome respiratória aguda grave que há mais de um ano e meio afeta países por todo o mundo, apresentou ao longo desse período uma grande evolução em seu quadro de sintomas e efeitos sobre o organismo. Muito além de comprometer apenas a capacidade pulmonar, sabe-se que o vírus também provoca acometimentos renais, cardíacos, hepáticos e, sobretudo, neurológicos.

Casos conhecidos agora como “covid longa”, “covid-19 pós-aguda” ou “síndrome pós-covid”, têm provado que a doença pós-viral é mais prevalente do que se imaginava inicialmente. Além dos sintomas neurológicos presentes na fase inicial da doença, pacientes que não apresentaram complicações primárias ou comorbidades durante a infecção passaram a experimentar, meses depois, sequelas neurológicas críticas.

Um trabalho realizado pela Unicamp e Universidade de São Paulo (USP), junto ao Laboratório Nacional de Biociências (LNBio), Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (Idor) e Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), descobriu alterações tardias na estrutura do córtex cerebral, mesmo em pessoas com sintomas leves de covid-19. Tal região está ligada a funções fundamentais, como consciência, memória, linguagem, cognição e atenção.

A pesquisa também mostrou que o vírus é capaz de infectar e se replicar nos astrócitos – células de suporte e as mais numerosas do sistema nervoso central – prejudicando o funcionamento dos neurônios.

Outros dados preliminares de um recente estudo conduzido na Unicamp sugerem que, mesmo nos casos brandos, a Covid-19 pode alterar o padrão de conectividade funcional do cérebro, provocando uma espécie de “curto-circuito”.

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No cérebro normal, enquanto determinadas áreas estão sincronizadas durante uma atividade, outras permanecem em repouso. Nos indivíduos que tiveram covid-19, notou-se uma perda severa da especificidade das redes cerebrais. Para compensar a falha no sinal, o cérebro ativa todas as redes simultaneamente, gastando mais energia e trabalhando de forma menos eficiente, o que pode indicar uma tentativa do cérebro de restabelecer a comunicação nas áreas afetadas.

Entenda o impacto da covid-19 no cérebro

Estimativas sinalizam que cerca de 50% dos pacientes diagnosticados com Sars-CoV-2 apresentaram problemas neurológicos, como encefalite (inflamação no cérebro), anosmia (perda de olfato), acroparestesia (sensação de formigamento), aneurisma, acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico (AVE), síndrome de Guillain-Barré e outras diversas doenças.

“Nesse espectro de síndromes tardias associadas à Covid-19, os mais comuns atualmente incluem fadiga, névoa cerebral, dores musculares e nas articulações, distúrbios do sono, enxaquecas, dor no peito, erupções cutâneas, nova sensibilidade a cheiros e sabores, além da disautonomia, uma condição normalmente rara que causa um aumento rápido e desconfortável dos batimentos cardíacos quando a pessoa tenta realizar qualquer atividade”, explica o Dr. Feres Chaddad, Professor de Neurocirurgia da UNIFESP, especialista em danos neurológicos e Malformação Artério-Venosa.

A prevalência dos sintomas neurológicos é explicada pela forma como o vírus pode adentrar o cérebro. O Artigo “Lifting the mask on neurological manifestations of COVID-19”, publicado na revista Nature, avaliou que o novo coronavírus pode entrar no Sistema  Nervoso Central (SNC) por duas vias distintas: disseminação hematogênica e disseminação neuronal retrógrada. Na disseminação hematogênica, o vírus se espalha por todo o corpo através da corrente sanguínea e, em seguida, entra no cérebro cruzando a barreira hematoencefálica, enquanto a disseminação viral retrógrada ocorre quando um vírus infecta neurônios na periferia e usa a maquinaria de transporte dentro dessas células para obter acesso ao SNC.

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Necessidade e urgência do acompanhamento neurológico prolongado

“A implementação de centros de triagem neurológica é urgente. O acompanhamento longitudinal pós-infecção precisa ser indicado o quanto antes para pacientes recuperados e devem incluir avaliação neurológica, de imagem, laboratorial e neuropsicológica cuidadosa para examinar vários domínios cognitivos. Determinar em que medida a interação entre a infecção central e sistêmica leva a danos no SNC e alterações neurológicas, de maneira precoce, pode reduzir a incidência de danos graves e diminuir riscos futuros”, reforça o Dr. Chaddad.

O maior desafio nesse cenário é o monitoramento dos danos colaterais para o grupo de assintomáticos e não diagnosticados. A desatenção a sintomas neurológicos leves e intermediários, especialmente desses grupos ou com sintomas leves que não acessam o sistema de saúde, esconde a verdadeira taxa de danos presentes nos pacientes pós-covid.

Para endereçar o desafio, os sistemas médicos precisam incluir em seus protocolos de acolhimento a anamnese correlacionando uma possível ligação entre danos neurológicos e a covid-19, além de desenvolver estruturas de acompanhamento longitudinal para pacientes ambulatoriais de rotina. O investimento em políticas públicas também deve ser avaliado com maior atenção, visto que o contexto pode implicar impactos para todos os setores.

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Cáceres e Região

Governador recebe deputado Túlio Fontes

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Assessoria

Esta semana o governador Mauro Mendes (DEM), recebeu em seu gabinete o deputado da região sudoeste, Túlio Fontes (PV). A pauta foi uma série de demandas para Cáceres e região.

‘Expliquei e reivindiquei importantes ações e projetos pra Cáceres. No período em que eu estiver na Assembleia Legislativa, manterei o ritmo de trabalho intenso por Cáceres, região e Mato Grosso.

Nesta semana, Túlio Fontes (PV), provou o seu prestigio. Já na segunda sessão como titular, foi convidado a ocupar a segunda secretaria e fazer a leitura da sessão anterior.

Em seguida, com saída do deputado Eduardo Botelho (DEM), do plenário, ele foi convidado a assumir a primeira secretaria.

Como o presidente Max Russi PSB), teve se ausentar da sessão, regimentalmente Túlio acabou assumindo a presidência da sessão que aprovou matérias importantes, inclusive indicações do próprio Túlio.

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