conecte-se conosco


Mulher

11 coisas que você precisa saber sobre lubrificação feminina

Publicado

Conhecer o próprio corpo é o segredo para ter relações sexuais mais confortáveis e prazerosas. Entender qual a melhor forma do toque, o causa prazer e o que não é tão legal é fundamental. Nesse sentido, compreender melhor a lubrificação feminina pode ser bastante interessante. Afinal, quanto mais lubrificada, melhor será o sexo ou a masturbação.

Leia também: Como aumentar a lubrificação e ter mais prazer?


Conhecer o que prejudica e o que ajuda a lubrificação feminina pode ajudar a aumentar o prazer na masturbação ou no sexo
shutterstock

Conhecer o que prejudica e o que ajuda a lubrificação feminina pode ajudar a aumentar o prazer na masturbação ou no sexo

Pensando nisso, listamos 11 fatos sobre a lubrificação feminina para você conhecer melhor o seu corpo e ter ferramentas para atingir o orgasmo mais facilmente. Veja quais são:

1. A lubrificação feminina existe para te ajudar


A lubrificação feminina existe para deixar a penetração mais fácil, seja com o pênis, os dedos ou brinquedos sexuais
shutterstock

A lubrificação feminina existe para deixar a penetração mais fácil, seja com o pênis, os dedos ou brinquedos sexuais

A lubrificação feminina é a preparação do corpo feminino para a penetração, seja ela com o pênis, os dedos ou brinquedinhos sexuais. Ela vai ajudar o sexo ou a masturbação ser mais confortável, evitando atritos e dores durante a estimulação.

2. Ela depende do nível de excitação da mulher


Quanto maior o nível de excitação da mulher, maior a quantidade de lubrificação feminina e mais prazer ela sentirá
shutterstock

Quanto maior o nível de excitação da mulher, maior a quantidade de lubrificação feminina e mais prazer ela sentirá

 “As mulher, quando excitadas e estimuladas, geralmente ficam lubrificadas”, fala a ginecologista e obstetra Kelly Alessandra Tavares em entrevista prévia ao Delas.

Ou seja, a lubrificação é a forma que o corpo das mulheres responde à excitação, preparando para que o sexo aconteça da forma mais prezerosa possível. Dessa forma, quanto mais excitada a mulher, mais lubrificada e mais prazer. Então, invista nas preliminares!

Leia também: É normal “ficar seca” na hora do sexo? Delas responde

3. A masturbação pode aumentar a lubrificação


A masturbação é uma forma de conhecer o próprio corpo e aumentar a excitação, contribuindo para a lubrificação feminina
shutterstock

A masturbação é uma forma de conhecer o próprio corpo e aumentar a excitação, contribuindo para a lubrificação feminina

A masturbação pode ser encarada como uma ferramenta de autoconhecimento. Quando a mulher explora o próprio corpo, ela entende melhor o que a excita e consegue guiar o outro mais adequadamente na hora H.

Nesse sentido, é possível dizer que a masturbação aumenta a lubrificação feminina. Afinal, você descobre o que mais te excita e qual a melhor forma de se preparar para a penetração.

4. A falta de lubrificação pode impedir o orgasmo


Quando a lubrificação feminina é pouca, o sexo não é tão prazeroso e, como consequência, o orgasmo pode não chegar
Thinkstock/Getty Images

Quando a lubrificação feminina é pouca, o sexo não é tão prazeroso e, como consequência, o orgasmo pode não chegar

Se a lubrificação não for o suficiente, o sexo não será tão bom quanto o esperado. Em entrevista prévia ao Delas , a sexóloga Cátia Damasceno fala que o ressecamento vaginal costuma ser um dos principais motivos para as mulheres não chegarem ao orgasmo.

5. Pílula anticoncepcional e outros medicamentos podem afetar a lubrificação


O uso de medicamentos como pílula anticoncepcional e antidepressivos podem afetar a lubrificação feminina
shutterstock

O uso de medicamentos como pílula anticoncepcional e antidepressivos podem afetar a lubrificação feminina

Ao site “Refinery29”, Leah Millheiser, professora assistente de obstetrícia e ginecologista da Universidade de Stanford (Estados Unidos), explica que algumas substâncias presentes em remédios também podem prejudicar a lubrificação natural da mulher.

Segundo a profissional, as pílulas anticoncepcionais são as principais culpadas pelo problema, já que o medicamento libera hormônios no organismo e suprimi a produção da testosterona e do estrogênio que o próprio corpo tem naturalmente, o que pode gerar, para a vagina, um efeito parecido com o da menopausa.

Se você perceber que isso está acontecendo com você, o ideal é procurar ajuda ginecológica para pensar alternativas.

Além da pílula anticoncepcional, antidepressivos podem causar o mesmo efeito, assim como o tratamento contra o câncer.

6.  Sabonete íntimo pode atrapalhar


O excesso de sabonete íntimo pode alterar o pH da flora vaginal e afetar a lubrificação feminina
shutterstock

O excesso de sabonete íntimo pode alterar o pH da flora vaginal e afetar a lubrificação feminina

Você costuma usar sabonete íntimo? Se quer garantir a sua lubrificação, talvez seja melhor parar. “Sem deixar de lado a sua higiene íntima, verifique se você não está usando uma quantidade muito grande do produto, o que pode alterar o pH da flora vaginal. Pode ser que mudar a marca e o tipo de sabonete ajude um pouco mais”, diz Cátia Damasceno.

Leia também: 5 dicas para melhorar a lubrificação e diminuir o desconforto no sexo

7. Pompoarismo pode ajudar


A prática do pompoarismo fortalece o assoalho pélvico e pode aumentar a lubrificação feminina
shutterstock

A prática do pompoarismo fortalece o assoalho pélvico e pode aumentar a lubrificação feminina

Pompoarismo é uma técnica para fortalecer os músculos do assoalho pélvico. A prática é considerada uma das melhores para aumentar a lubrificação vaginal, já que o fortalecimento do assoalho pélvico ajuda a desentupir as glândulas e estimula a produção do líquido lubrificante. “Ainda facilita o processo para chegar ao orgasmo”, fala também a sexóloga Cátia Damasceno.

8. A alimentação influencia a lubrificação feminina


Excesso de café e bebidas alcoólicas podem alterar a lubrificação feminina, influenciando no prazer
shutterstock

Excesso de café e bebidas alcoólicas podem alterar a lubrificação feminina, influenciando no prazer

O que você come e bebê também pode influenciar a lubrificação natural da vagina. Café e bebidas alcoólicas, por exemplo, impactam na hidratação do organismo, portanto, não são muito legais para o sexo.

Por outro lado, algumas vitaminas podem ajudar a aumentar a lubrificação, portanto, se você sentir que está começando a enfrentar esse problema, é interessante buscar ajuda com uma ginecologista e/ou nutricionista.

9. A lubrificação diminui na menopausa


Há uma série de alterações hormonais quando a menopausa chega que afetam a lubrificação feminina
shutterstock

Há uma série de alterações hormonais quando a menopausa chega que afetam a lubrificação feminina

A menopausa determina o fim da vida reprodutiva da mulher e, consequentemente, os hormônios sexuais femininos diminuem, afetando o funcionamento do corpo da mulher. Essa queda hormonal, principalmente do nível de estrogênio, altera a lubrificação, causando o ressecamento da região íntima.

O indicado é procurar uma ginecologista para pensar em alternativas. Em alguns casos, o lubrificante artificial já resolve a questão. Em outros, é possível fazer uma reposição hormonal. 

10. Candidíase e outras infecções vaginais podem diminuir a lubrificação


Candidíase e outras infecções vaginais podem alterar a lubrificação feminina e precisam ser tratadas
shutterstock

Candidíase e outras infecções vaginais podem alterar a lubrificação feminina e precisam ser tratadas

As infecções vaginais alteram a flora da vagina e podem estar associadas a quadros de ressecamento vaginal . Se tratadas de forma adequada, a lubrificação feminina tende a voltar ao normal.

11.  A lubrificação feminina é alterada durante o pós-parto e amamentação


Durante o pós-parto e a amamentação os hormônios também se alteram e afetam a lubrificação feminina
shutterstock

Durante o pós-parto e a amamentação os hormônios também se alteram e afetam a lubrificação feminina

É comum que durante a amamentação a mulher enfrente problemas relacionados à lubrificação natural. Leah Millheiser explica que é comum que a quantidade de estrogênio produzida pelo corpo diminua. Como esse hormônio se relaciona com o funcionamento dos órgãos geniais, sua redução pode levar à falta de lubrificação feminina.

Nesse caso, o interessante é usar lubrificantes artificiais para a masturbação ou o sexo com outra pessoa. 

Tem alguma dúvida sobre sexo, sexualidade, posições sexuais ou temas como lubrificação feminina ? Entre em contato conosco pelo e-mail sexo@igcorp.com.br . Nós traremos uma especialista para respondê-la com sigilo total!

Fonte: IG Delas
Comentários Facebook

Mato Grosso

Musicistas do Coral UFMT serão homenageadas entre as 300 mulheres mais importantes da história de Cuiabá

Publicado

Em celebração ao mês da mulher e ao aniversário dos 300 anos de Cuiabá, a Academia Mato-grossense de Letras e a Prefeitura Municipal de Cuiabá, irá homenagear as musicistas do Coral UFMT, a maestrina Dorit Kolling e a pianista Silbene Corrêa, como duas das 300 mulheres que fizeram toda a diferença na história da cidade de Cuiabá. O evento acontecerá na Casa Barão, às 19h, entrada gratuita.

Os organizadores do evento irão preparar uma mostra cultural com o nome “300 mulheres: letras, histórias e equidades”.

A homenagem traz à luz as mulheres do passado e do presente que se empenharam para realizações importantes à sociedade e em seu pioneirismos nas mais diversas áreas da sociedade.

Dorit Kolling

Sul rio-grandense por nascimento, Dorit Kolling veio para Cuiabá no ano de 1988 para compor o quadro de professores do Departamento de Artes da UFMT e aqui fincou raízes profundas, tornando-se uma cuiabana de coração que transformou toda sua gratidão em música
para os cidadãos mato-grossenses.

É licenciada em Educação Artística – Habilitação em Música pela UFRGS, especialista em Música Brasileira e mestre em História pela UFMT.

Desde agosto de 1989 é diretora artística e regente do Coral UFMT, com o qual participa de apresentações e concertos e encontro de coros na capital cuiabana, no interior do Estado de Mato Grosso, alguns estados brasileiros e países como Argentina, Uruguai e, mais recentemente, Panamá.

Em 2006, em parceria com a Orquestra Sinfônica, preparou o Coral UFMT e os solistas para a ópera “A Flauta Mágica”, atuando também como regente interno e diretora de palco.

Fez parte do conselho editorial da Associação Brasileira de Regentes de Coros (ABRC).

Atualmente é professora do Departamento de Artes, regente do Coral UFMT e professora-assistente do Coral do TRT/MT, um projeto de qualidade de vida da Justiça do Trabalho.
Honrarias Pelo trabalho prestado, já recebeu título de Cidadã Cuiabana (1998), título de Cidadã Mato-grossense (2007), Comenda da Ordem São José Operário do Mérito Judiciário do Trabalho, no grau Oficial (2007 – Tribunal Regional do Trabalho TR-23ª), Comenda Ordem do Mérito
Cultural Carlos Gomes (2007 – Sociedade Brasileira de Artes, Cultural e Ensino (SBACE)). Silbene Corrêa

Cuiabana desde sempre, Silbene Corrêa começou a estudar piano com a Profa. Márcia Vialôgo Cunha, terminou seu estudos Técnicos em Piano pelo Conservatório de Musica do Rio de Janeiro em 1990. Ingressou no quadro funcional da UFMT em 1992 como músico coralista do Coral
UFMT.

Em sua formação, conta a licenciatura em Educação Artística, especialização em Música Brasileira e mestrado em História, todos pela UFMT. Atualmente é doutoranda em História.

Foi coordenadora de cultura da UFMT entre os anos de 2008 a 2010. Também já esteve à frente da Orquestra Sinfônica de forma interina. Também coordenou o Laboratório Coral, um dos projetos de extensão do Núcleo Coral UFMT.

Como musicista e professora completou 33 anos de carreira, já se apresentou nos mais diversos palco deste estado, do Brasil e no exterior.

Fernando Campos
Comunicólogo Social – Publicidade e Propaganda

Comentários Facebook
Continue lendo

Mulher

Amigas posam de biquíni para responder críticas sobre diferentes tipos de corpos

Publicado

As influenciadoras Dani Austin e Sarah Tripp compartilharam fotos em suas contas nas redes sociais usando o mesmo modelo de biquíni. O motivo é simples: elas querem chamar atenção para o fato que existem diferentes tipos de corpos e dar uma lição àquelas pessoas que fazem  “body shaming”, ou seja, criticam alguém só  por causa de sua aparência


As amigas querem mostrar que não é preciso sentir vergonha por estar fora do 'padrão' e é possível amar todos corpos
Reprodução/Instagram/sassyredlipstick

As amigas querem mostrar que não é preciso sentir vergonha por estar fora do ‘padrão’ e é possível amar todos corpos

No Instagram, as amigas contam que já tiveram que lidar com “cyber bullying’ e, cansadas dos comentários negativos, usaram a plataforma para mostrar como não está tudo bem em criticar os tipos de corpos das pessoas, afinal, cada um é diferente. As postagens também serviram de inspiração para mulheres de todas as aparências e tamanhos.

Na legenda, elas falam sobre os comentários que recebem. Dani é chamada de “anoréxica” por ter um corpo magro, além de ouvir sempre que a amiga é uma “má influência” por ser gorda. “É tão rude e rídiculo! Honestamente nunca conheci outra pessoa que poderia ser um modelo menor pra mim do que a Sarah”, escreve. 

Enquanto para Sarah as críticas são completamente opostas: “As pessoas tentam me envergonhar pelo meu corpo há anos, mas parece que eu estou na outra ponta da escala [onde Austin está]”, diz. Segundo ela, o comentário que mais costuma escutar de estranhos é que está  acima do peso ou que não é saudável ser gorda. 

As duas mulheres concordaram que apesar de ser incômodo, não são as críticas que as definem. “Nós somos muito mais do que o que você vê por fora e a verdade é que não precisamos da aprovação de outras pessoas para nos sentirmos valiosas”, afirma Dani. 

Post é lição de autoestima para mulheres com diferentes tipos de corpos


Além de falar sobre 'body shaming', os posts das amigas serviu para inspirar mulheres com tipos de corpos diferentes
Reprodução/Instagram/daniaustin/

Além de falar sobre ‘body shaming’, os posts das amigas serviu para inspirar mulheres com tipos de corpos diferentes

“Fique sabendo que essas curvas me fazem sexy, forte e estilosa.  Eu sei que o meu valor não depende do tamanho do meu jeans ou do que as pessoas falam sobre mim. Lembrem-se que não está tudo bem em fazer ‘body shaming’!”, escreve Sarah. 

“Nós devemos sempre elogiar e dizer palavras positivas uns sobre os outros online e na vida real. As palavras tem poder e significados e podemos ter benefícios em espalhar amor”, completa a influenciadora digital. 

A postagem que ela e a amiga fizeram serviu não apenas para mostrar aos “haters” que não é preciso fazer críticas a ninguém, mas para mostrar que  está tudo bem em se amar e aceitar independente dos tipos de corpos que têm. “Vamos lembrar de nos amarmos”, finaliza Dani. 

Fonte: IG Delas
Comentários Facebook
Continue lendo

Cáceres e Região

Policial

Política MT

Mato Grosso

Entretenimento

Mais Lidas da Semana